Revista ISTO É, divulga documento que desmente versão do Instituto Lula

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“Ratificado na assembleia dos proprietários em 27 de outubro de 2009 e subscrito pelo ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, o “Termo de Acordo para Finalização do Residencial”, de 14 páginas, é taxativo. Diz que os investidores do inacabado Residencial Mar Cantábrico, renomeado tempos depois para Solaris, tinham dez dias a contar daquela reunião para se desligarem da Bancoop. Precisavam, afirma a cláusula 8.1 do capítulo VIII, também optar entre duas opções em até 30 dias.

A primeira, afirma o capítulo X, receber os valores em espécie com multa. A outra consistia em manifestar o desejo de ficar com o imóvel e custear novas despesas para sua finalização. Os valores já pagos, então, iriam ser transformados em uma carta de crédito pela OAS que deveria ser “usada com exclusividade como parte de pagamento para a aquisição de unidade do empreendimento”.

Evidente que aquela era uma oportunidade para que os até então aspirantes a adquirir o imóvel desistissem dele, caso tivessem vontade. Mais do isso. As cláusulas 8.2, 8.3 e 8.4 afirmam que “os cooperados que não atenderem ao disposto item 8.1 infringirão deliberação da Assembleia” e “serão penalizados” com a “sua eliminação da Bancoop”. Não foi uma mera ameaça. Segundo apurou ISTOÉ junto a cooperados da empresa, quem descumpriu esses itens acabou acionado na Justiça. Por isso torna-se completamente inverossímil a nota divulgada pelo Instituto que leva o nome do ex-presidente, quando sugere que a família Lula poderia decidir, em 2015, entre ficar ou não com o apartamento. Se porventura isso acontecer, sobretudo depois da eclosão do escândalo, ficará configurado mais um favorecimento da empreiteira OAS, implicada no Petrolão, ao petista e seus familiares.”

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Triplex – A nova versão de Lula

Instituto confirma visita de Lula a imóvel no Guarujá e volta a negar propriedade.

Lula e Marisa, segundo a nota, “avaliaram que o imóvel não se adequava às necessidades e características da família, nas condições em que se encontrava”.

Por isso, a OAS reformou-o (por 777 mil reais), adequando-o às necessidades e características da família.

“Marisa Letícia e seu filho Fábio Luís Lula da Silva voltaram ao apartamento, quando este estava em obras”.

Colômbia registra mais de 20.000 casos de zika

A Colômbia registra mais de 20.000 casos de pessoas infectadas com o vírus zika, que atinge grande parte da América Latina, e mais de 2.000 dos infectados são mulheres grávidas, informou neste sábado o Instituto Nacional de Saúde.

Segundo o mais recebem boletim epidemiológico, os casos de zika são de 20.297, sendo que 2.116 de grávida.  O Brasil é o país com o maior número  de casos de dengue e já possui 4mil  casos  suspeitos de microcefalia causada pelo Zica vírus.

Fonte: France Presse

A hora dos burros beberem água

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net
Em plena dieta Ravenna, cheia de restrições, Dilma distribuiu ontem um potinho de jujuba na mesa de cada um dos que participaram do espetáculo de propaganda chamado Conselhão – reunião entre o governo e grandes empresários. O significado simbólico disto, em flagrante contradição com a lógica, é o mesmo usado pelo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, se vangloriar com o lançamento de um “plano” que vai endividar ainda mais o brasileiro, com o agravante de usar recursos do FGTS e de uma futura multa de demissão como garantia da grana emprestada a juros altos, no formato consignado (desconto em folha de pagamento, sem risco de calote para os bancos).
Mais sofrível que essa lógica do Barbosa, que chegou a usar a expressão “levar o cavalo beber água” (referindo-se aos R$ 83 bilhões em estímulo ao crédito), foi o recado dado ontem Banco Central do Brasil – desmoralizado pela força interventora do desgoverno Dilma. Alexandre Tombini, presidente do BC do B, decretou ontem que “a política monetária ficará em compasso de espera por algum tempo”. Ou seja, o juro básico da economia ficará nos estratosféricos 14,25%, sem subir nem descer.
Nada custa lembrar que a Selic estava em 7,25% em abril de 2013… Agora, o desgoverno e a autoridade monetária apostam na “queda da inflação”… O “plano” prometido é atingir a milagrosa meta de 4,5% ao ano… O remédio usado será uma combinação de liberação do crédito com políticas recessivas – coisas que, na prática, não combinam bem. Pior que isto, é ouvir a Presidenta Dilma Rousseff, em pleno Conselhão, pedindo “encarecidamente” que a CPMF seja aprovada. Subir juros, aumentar impostos e fomentar o endividamento irresponsável a juros altos é o mesmo que receitar balinha de jujuba em uma dieta alimentar radical para redução de peso…

Dá para morrer de rir (ou chorar) com a pobreza do argumento do ministro Nelson Barbosa para justificar a política do “cavalo indo beber água”: “Temos que recuperar a economia rapidamente e o desafio imediato é normalizar o estoque de crédito no país. Temos que usar melhor os recursos que já estão disponíveis para usar melhor a liquidez que já existe no sistema bancário”. Barbosa afirmou que o governo vê uma demanda por crédito nos segmentos que quer estimular. Segundo ele, há apetite por crédito habitacional, por capital de giro e por linhas para o comércio exterior.

O principal instrumento do plano da “água para o cavalo” será o FGTS. Detalhe grave: é uma grana que não pertence ao desgoverno. O “plano” prevê o uso de quase R$ 50 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. A poupança do trabalhador para o caso de perda do emprego poderá ser usado para a compra de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) num montante de R$ 10 bilhões — o que deve reforçar a oferta de crédito habitacional — e também para garantir empréstimos consignados (com desconto em folha).
Mais temerária ainda é a ideia de permitir que os trabalhadores usem a multa de 40% paga pelos empregadores em caso de demissão sem justa causa e 10% do próprio Fundo para dar mais segurança ao empréstimo consignado, aumentando sua oferta e reduzindo as taxas de juros desses empréstimos. A sacanagem é que consignado é uma modalidade altamente segura para os bancos, pois o risco de calote é quase nulo. O pagamento é descontado diretamente do salário do trabalhador endividado. Pelas contas do governo, se 10% dos trabalhadores que têm recursos do FGTS usarem esse dinheiro como garantia, o montante de crédito gerado será de R$ 17 bilhões.
Previsão: o FGTS, em breve, vai sofrer um rombo ainda maior. E se o desemprego subir, o fundo ficará ainda mais magro… Se é assim que o governo vai assegurar mais eficiência ao sistema financeiro, como pregou o ministro Barbosa, alegando que a “medida é boa para a economia”, fica clara a certeza de que quem vai beber água não serão os cavalos – mas sim os burros ou antas que embarcarem nesta nova modalidade de usura patrocinada pelo mais incompetente desgoverno da História do Brasil.

Alguém ainda acredita no governo Dilma e no Conselhão?

Rodrigo Constantino

Confesso: fico espantado com algumas coisas. Por exemplo, o tal “conselhão”. Uma piada de mau gosto. Qualquer pessoa razoável saberia que reunir 92 pessoas numa sala (e que sala!), incluindo sindicalistas e artistas, não poderia produzir nada efetivo. Um estagiário saberia que se trata apenas de uma palhaçada, de aparências, da tentativa de um governo incompetente e fragilizado de simular ação contra a crise. Mas eis o que vejo na colunaPainel da Folha:

Já um outro executivo era só reclamação ao deixar o evento: “Gastei uma nota de jatinho para nada”, disse. “Nós, os homens mais produtivos da nação, paramos tudo para vir aqui e ainda não sabemos se o governo é capaz de nos tirar da recessão”, completou.

Como assim? Quer dizer então que um daqueles empresários bilionários que aceitaram participar da farsa realmente acreditou que era coisa séria, que dali sairia algo produtivo, diferente de confetes e purpurina? Como esse sujeito ficou bilionário, para começo de conversa, sendo tão bobinho assim?

Eu entendo esses gigantes participarem do show de horrores com base em uma única explicação: querem ficar perto do poder, circulando pelo Planalto até para se defender de eventuais ataques do governo ou, quem sabe, levar uma benesse para casa. Não aprovo essa postura, naturalmente, e acho que já era tempo de eles perceberem que a tática “pragmática” não funciona.

Mas achar realmente que o “conselhão” tinha o intuito de executar projetos concretos e construtivos? Com a presença de Vagner Freitas, o mandachuva da CUT, o mesmo que faz ameaças de colocar gente nas ruas para proteger a “democracia” e combater os “golpistas” que ousam pedir a aplicação das leis? Com a participação de Wagner Moura, o ator engajado que faz pose de intelectual quando defende o carcomido socialismo? Com outras 90 pessoas?! Esse empresário bebeu?

Detalhe: o empresário ainda não sabe se o governo é capaz de nos tirar da recessão! É sério isso? Meu caro, eis a resposta, e com isso posso te ajudar a poupar centenas de milhares com “consultorias”: não! Esse governo não tem a menor condição de nos tirar do buraco em que ele mesmo nos meteu. Se vocês aceitarem lutar pela volta da CPMF, que é o único objetivo concreto dessa encenação toda, vocês estarão sendo massa de manobra dos petistas, inocentes úteis nas mãos de socialistas.

Acordem! Com o PT só há uma coisa a fazer: oposição! Qualquer alternativa, de quem acredita ser possível “trazê-lo ao bom senso”, não passa da falta de bom senso do próprio iludido. Todo o estrago causado pelo petismo não foi suficiente para o despertar ainda? Nem mesmo colocar Nelson Barbosa na Fazenda bastou? O que mais precisam? De congelamento de preços e do decreto de situação emergencial na economia para conceder poderes ilimitados ao governo? Assim complica…

Rodrigo Constantino

O milagre de Dilma: de repente milhões vão entrar na economia

Os  comunistas pensam que podem resolver todos os problemas apenas com  decretos. Como se nao existisse as leis de mercado que regem o capitalismo.

De repente, em plena crise, Dilma anuncia R$ 83 bilhões para entrar na economia e pagar as dívidas dos endividados que vão pedir emprestado para pagar empréstimo ou que vão destruir seu futuro ( usar o FGTS) para pagar dívidas. 60% do dinhiro anunciado é do FGTS.

Quem quiser fazer empréstimo consignado usando o FGTS como garantia (Se não puder pagar, seu FGTS cobre). Isso ainda depende da aprovação da mudança da lei.

Não existe crescimento sem INVESTIMENTOS E SEM CREDIBILIDADE. E ISSO DEPENDE DA SAÍDA DE DILMA.

NÃO SE RESOLVE RECESSÃO USANDO E DESTRUÍNDO RESERVAS E PATRIMÔNIOS EMERGÊNCIAIS.

O FGTS é uma reserva do trabalhador em caso de demissão, doenças ou aposentadoria. Não é para pagamento de dívidas.

O governo esqurdista mais uma vez empurra o problema com a barriga.  Paga-se a dívida e perde-se a reserva de emergência do trabalhador.

Outra parte do dinheiro será usada para pagamento de dívidas das empresas ( prestações com máquinas e equipamentos), mas após pagar as dívidas,  se forem feitos investimentos com o atual quadro de recessão, a dívida volta…….E ninguém vai investir se não está vendendo…..e se o retorno é  extremamente duvidoso. Paga-se as dívidas, o país continua parado.

O objetivo de Dilma é  mesmo esquema feito na época das eleições:  Cria-se uma espectativa e uma falsa melhora na economia,  AFASTA O PERIGO DE IMPEACHMENT ( na ilusão que estamos saíndo da crise) e cria-se mais problemas para o futuro.

E  os desempregados que já  “torraram” seu FGTS ou os que usaram na compra da moradia? Eles  não  poderão pedir empréstimo usando o que não tem (FGTS) como garantia.

Jorge Roriz

Denúncias contra Lula causam assombro e paralisam seus habituais defensores

Ricardo Noblat

O PT recebeu com um silêncio ensurdecedor as mais novas denúncia que envolve Lula com atos suspeitos registrados no âmbito da Lava-Jato ou em decorrência dela. Salvo Rui Falcão, presidente do partido, e o deputado Paulo Teixeira (SP), ninguém mais de peso do PT se apressou em defender seu líder máximo, ex-adversário dos 300 picaretas homiziados no Congresso.

Foi Lula, quando deputado federal nos anos 80 do século passado, que apontou o Congresso como reduto de 300 políticos corruptos. Ou que usavam a política com o intuito primordial de enriquecer. Nas últimas 72 horas, o ex-presidente viu a Lava-Jato bater à porta do condomínio Solares, no Guarujá, interessada na história do tríplex 164-A, reformado de graça pela construtora OAS para abrigar a família de Lula.

Mal refeito da surpresa, Lula leu na Folha de S. Paulo que a construtora Odebrecht pagou todas as despesas com a reforma do sítio em Atibaia que costuma hospedá-lo quase todo o fim de semana. O sítio pertence a dois sócios de Fabinho, o filho mais velho de Lula. Fabinho é sócio deles em uma bem-sucedida empresa de jogos eletrônicos. OAS e Odebrecht estão metidas na roubalheira na Petrobras.

Deixou de ser novidade a intimação de Lula para depor à Polícia Federal. Ele já o fez quase meia dúzia de vezes. Nunca antes em sua vida, porém, Lula fora convocado para depor na condição de investigado. Pois de “informante”, ele passou a investigado no caso do tríplex. O que Lula antecipou a respeito é pouco ou nada convincente. Disse que Marisa, sua mulher, comprou uma cota de um apartamento no valor de R$ 47 mil.

E que, anos depois, desistiu do negócio e recebeu o dinheiro de volta. Só que entre a compra e a devolução do dinheiro, a OAS gastou na reforma do apartamento quase R$ 800 mil. Há inúmeras testemunhas de visitas de Lula e de dona Marisa ao apartamento em reforma, e também depois que ele ficou pronto. A OAS teria amargado o prejuízo com a reforma e devolvido ainda os R$ 47 mil? Não faz sentido. Até hoje, Lula jamais apresentou documentos que comprovassem o que diz. Se o tivesse feito, e a ser verdade o que conta, o assunto já estaria morto. Não salpicaria de lama sua biografia.

PSDB quer CPI para investigar uso da Bancoop para lavar dinheiro do Petrolão

Camara dos Deputados foto George Gianni PSDBO líder do PSDB na Câmara, deputado federal Carlos Sampaio (SP), anunciou que irá apresentar requerimento de instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o uso da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários) no esquema de lavagem de recursos públicos desviados da Petrobras.

O recolhimento das assinaturas necessárias – de 171 deputados – para protocolar o pedido da CPI será iniciado no retorno do recesso parlamentar.

“Há indícios muito fortes de que a Bancoop foi utilizada com uma das lavanderias de recursos drenados da Petrobras. E a Câmara, que já investigou o Mensalão e o Petrolão, tem o dever de contribuir com as apurações deste caso”, afirmou Sampaio.

De acordo com o Líder do PSDB, elementos já conhecidos, a partir de investigações do Ministério Público, levam a crer que o dinheiro da Bancoop era desviado para o PT.

Ainda segundo Sampaio “o fato de João Vaccari, que foi presidente da Bancoop e tesoureiro do PT, preso na Operação Lava Jato, e o ex-presidente Lula terem apartamentos em um desses prédios, também leva à conclusão de que ambos podem ter se beneficiado em detrimento de milhares de outros cooperados da Bancoop. Logo, uma investigação para se saber se esses apartamentos foram pagamento de propina, também deve ser feita pela Câmara”, disse.

O retrocesso

Publicado na versão impressa de VEJA – JR GUZZO

O manifesto que há pouco foi colocado em circulação por um círculo de 100 advogados, incluindo defensores de réus processados por corrupção e outros crimes na Operação Lava Jato, com a intenção de denunciar o que os seus autores descrevem como uma série de agressões ao direito de defesa, não é, nem nunca chegará a ser, o que parece. Pelo que está escrito ali, com o amparo de assinaturas ilustres, o documento parece um protesto contra a arbitrariedade do Poder Judiciário e um grito em favor das liberdades individuais do cidadão brasileiro ─ ou, pelo menos, foi isso que pretendeu parecer. O que acabou realmente sendo foi outra coisa: uma declaração de guerra contra a aplicação da Justiça no Brasil de hoje. Os advogados em questão acusam os condutores dos processos penais da Lava Jato de parcialidade contra os réus, violação dos códigos legais, desrespeito ao exercício do direito de defesa ─ e sustentam que esses delitos são uma ameaça para o país e para “o Estado de direito”. Não funcionou. Só conseguiram deixar claro que seu único interesse era fazer pressão em favor dos próprios clientes.

O que chama atenção neste caso, à primeira vista, é a baixa qualidade do texto levado a público. Não é citado ali nenhum fato concreto de arbitrariedade por parte do juiz Sergio Moro, titular da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, ou do Ministério Público. Não há nenhuma menção a uma realidade fundamental: a de que os advogados da Lava Jato já apresentaram cerca de 300 recursos contra as decisões do juiz e quase todos foram negados pelos três diferentes tribunais superiores que julgam os seus despachos. Não há o mais remoto sinal de que exista algo parecido com uma ideia naquilo tudo que escreveram. Mas o que há de pior no documento é algo que não está escrito ─ é a sua tentativa desesperada de empurrar o Brasil de volta a um estilo de Justiça que começa a morrer. É a Justiça que está aí desde sempre, desenhada peça por peça para garantir a impunidade de réus com influência, posição social e, sobretudo, muito dinheiro para gastar em suas defesas. Sua essência é impedir a apreciação do mérito real dos fatos no julgamento dos processos criminais ─ e obrigar, em vez disso, a que todas as decisões dos juízes obedeçam a uma complicadíssima malha de normas descritas como “técnicas”, que nada têm a ver com aquilo que efetivamente aconteceu e se interessam apenas em criar obstáculos artificiais para possíveis condenações. É a Justiça dos prazos, das formalidades, da burocracia, das regrinhas, das minúcias extremas dos códigos e leis processuais, das possibilidades praticamente sem limites de adiar decisões e ir empurrando tudo com a barriga até o Dia do Juízo Universal. É o triunfo do que os juristas chamam de “chicana”.

Advogados experientes e atentos às realidades do Brasil de hoje vêm observando há bom tempo, desde o início da Operação Lava Jato (e até mesmo antes, a partir das condenações do mensalão), que mudanças importantes estavam começando a aparecer na Justiça Penal brasileira. Estava ficando mais difícil para os réus, advertiam eles, confiar cegamente nos confortos da Justiça velha. As causas, cada vez mais, passavam a se interessar por provas e fatos, em vez de truques processuais. A Justiça começava a exigir que as defesas apresentassem argumentos verossímeis e baseados na lógica, em vez de alegar qualquer disparate e desafiar a acusação a apresentar “prova em contrário”. Foi aparecendo a necessidade de se defender com argumentos em vez de discursos; foi se esvaziando a importância do palavrório, do latinório, do jogo para a plateia. Os advogados do manifesto, ao que parece, não prestaram atenção a nada disso. Agora, diante das dificuldades que a nova Justiça vem colocando para os réus nos processos de corrupção, querem salvar seus clientes pregando a volta a um sistema em fase de demolição.

Tudo o que conseguiram até agora foi tornar ainda mais forte a posição do juiz Sergio Moro. É natural: quem pode levar a sério um documento em que se escreve que a Justiça no Brasil de hoje é pior que a do regime militar? Isso não é argumento; é uma falsificação maligna dos fatos, ao ignorar que na verdadeira Justiça da época 400 pessoas foram mortas sem passar por nenhum processo, segundo as estimativas mais citadas, e que o governo podia demitir juízes, fechar tribunais e cassar ministros. Os advogados do protesto dizem que as ações penais contra a corrupção são um “retrocesso de vários séculos”. Confundem tudo. Quem quer o retrocesso são eles.

Sítio: Marisa e o barco – Triplex: a cozinha de R$ 380 mil e sem proprietário

A OAS GASTOU R$ 380 MIL REAIS PARA COLOCAR EQUIPAMENTOS DE COZINHA DE UMA APARTAMENTO QUE NINGUÉM PROVA SER O DONO.
SE O TRIPLEX É DA OAS, POR QUE O GASTO COM A COZINHA PERSONALIZADA E “CHIQUE” DE UM IMÓVEL QUE NÃO PÓSSU UMA PESSOA FÍSICA COMO PROPRIETÁRIA?
MARISA,(ESPOSA DE LULA) COMPROU UM BARCO QUE FOI ENTREGUE NO SÍTIO DOS AMIGOS. O REFERIDO SÍTIO ( DE PROPRIEDADE DE SOCIOS DO FILHO DE LULA),RECEBEU UMA CARIDADE DA ODEBRECHT (ENVOLVIDA NA LAVA JATO) .A CONSTRUÇÃO DE UMA PICINA E UMA CHURRASQUEIRA, COM GASTOS EM MATERIAL DE CONSTRUÇÃO NO VALOR DE R$ 500 MIL PAGOS EM DINHEIRO, POR UM HOMEM NÃO IDENTIFICADO. SEGUNDO A EX-PROPRIETÁRIA DA CASA DE CONSTRUÇÃO QUE VENDEU O MATERIAL, O HOMEM QUE FEZ O PAGAMENTO É CARECA, GORDO, GRISALHOS…… (PARECIDO COM O TESOUREIRO DO PT)

“Um barco da marca Levefort foi adquirida em 27 de setembro de 2013, por R$ 4.126, e entregue no referido sítio.
A nota fiscal da compra leva o nome de Marisa Letícia Lula da Silva. A venda foi concretizada pela loja Miami Náutica, que fica no bairro do Ipiranga, em São Paulo” ( O GLOBO)

 

Só a geladeira custou R$ 10.000, e o forno de micro-ondas, R$ 5.000

CPMF – Dilma pede encarecidamente que o povo pague

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Você aceita o pedido de Dilma? Pague e cubra o rombo da currupção e do roubo do PT

 

O BRASIL JÁ PAGA A MAIOR CARGA TRIBUTÁRIA DO MUNDO E O DINHEIRO NÃO VOLTA EM BENEFÍCIO DA POPULAÇÃO.

DILMA, OS BRASILEIROS PEDEM,ENCARECIDAMENTE, DEIXA DE SER DEMENTE:  RENUCIE AO CARGO E POUPE O BRASIL DE UMA DESGRAÇA MAIOR DO QUE A SENHORA JÁ FEZ.

O PAÍS NÃO POSSUI CREDIBIIDADE, NOSSA ECONOMIA ESTÁ NO ESGOTO E MAIS UM ANO COM A SENHORA NO PODER, TEREMOS UMA GUERRA CIVIL.

FAÇA UM GESTO DIGNO: RENUNCIE E ASSUMA SUA INCOMPETÊNCIA.

COM SUA SAÍDA E OUTRO GOVERNO, PODEREMOS PENSAR NO CASO…….. O POVO BRASILEIRO NÃO PODE PAGAR PELOS ROUBOS DO SEU PARTIDO QUE DESGRAÇARAM  A ECONOMIA DO PAÍS.

JORGE RORIZ

Presidente da Andrade Gutierrez negocia delação e pode entregar segredos de Lulinha

Procuradores da Lava Jato querem que Otávio Azevedo conte detalhes da compra de participação societária da Gamecorp – empresa que tem o filho mais velho de Lula como sócio – pela Telemar, que tem a Andrade Gutierrez entre seus controladores.  A informação é da revista Veja.

A antiga Telemar, que foi rebatizada de Oi, comprou cerca de 30% da Gamecorp, por 5 milhões de reais, em 2005, a pedido de Lula. Naquela época, o presidente sabia que o banqueiro Daniel Dantas apresentara uma oferta para se tornar sócio da Gamecorp. Como queria Dantas longe de seu filho e de seu governo, o petista, segundo Azevedo, pediu aos donos da Telemar/Oi, entre eles a Andrade Gutierrez, que apresentassem uma oferta agressiva de compra dos papéis da empresa de seu primogênito. Assim foi feito. Três anos depois dessa transação, o governo Lula mudou a legislação para permitir que a Telemar/Oi se fundisse com a Brasil Telecom, sob o pretexto de criar um gigante brasileiro no setor de telecomunicações. Azevedo confidenciou a advogados e executivos que, após essa segunda transação, viabilizada graças à mudança da legislação feita sob medida por Lula, sócios da Gamecorp e integrantes do governo começaram a exigir mais ajuda financeira da Andrade Gutierrez. Pressionada, a empreiteira, por meio da Oi, passou a contratar periodicamente serviços da própria Gamecorp. Serviços que, conforme Azevedo, não eram necessários. LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO SITE DA VEJA

Lula assume que frequenta o sítio

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou, nesta sexta-feira, 29, que ele e sua família utilizam “em dias de descanso” um sítio em Atibaia (SP), “de propriedade de amigos”. A nota, publicada na página oficial do ex-presidente no Facebook, diz ainda que a informação é pública “há bastante tempo” e fala que tentar relacionar a propriedade a atos ilícitos é uma tentativa de “macular a imagem do ex-presidente”.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

“Desde que encerrou o segundo mandato no governo federal, em 2011, o ex-presidente Lula frequenta, em dias de descanso, um sítio de propriedade de amigos da família na cidade de Atibaia. Embora pertença à esfera pessoal e privada, este é um fato tornado público pela imprensa já há bastante tempo. A tentativa de associá-lo a supostos atos ilícitos tem o objetivo mal disfarçado de macular a imagem do ex-presidente.”, diz o comunicado.

QUAL O INTERESSE DA JUSTIÇA EM MACULAR A IMAGEM DE LULA?

POR QUE O SÍTIO RECEBEU OBRAS DA CONSTRUTORA ODEBRECT  (investigada na Lava  Jato)  NO VALOR DE R$ 500 MIL REAIS (SÓ DE MATERIAL) PARA FAZER UMA PICINA E UMA CHURRASQUEIRA ?

O SÍTIO É DE PROPRIEDADE DE SÓCIOS DOS FILHOS DE LULA.

POR QUE O MATERIAL DE CONSTRUÇÃO FOI PAGO EM DINHEIRO ( DE R$ 70 A 90 MIL,POR SEMANA), POR UM MISTERIOSO BARBUDO, GORDINHO E CARECA?

Caso do Triplex:

POR QUE A AFIRMAÇÃO DE COTAS, SE NO BANCOOP NUNCA EXISTIU COTAS E SIM VENDA DO AP?

POR QUE MARISA RECEBEU AS CHAVES E ACOMPANHOU A REFORMA?

QUEM PAGOU A REFORMA DE QUASE R$ 800 MIL REAIS?

PERGUNTAS PUBLICADAS NO BLOG DO JORNALISTA, JOSIAS DE SOUZA:

1. Por que a assessoria de Lula admitiu que ele era o dono do triplex do Guarujá em dezembro de 2014? Em notícia veiculada no dia 7 daquele mês, o repórter Germano Oliveira informou: a Bancoop, Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo, que deixara cerca de 3 mil pessoas na mão por causa de fraudes atribuídas ao seu ex-presidente, João Vaccari Neto, entregara a Lula o triplex do Guarujá. Com a falência da cooperativa, a OAS assumira as obras.

O edifício ficara pronto em dezembro de 2013. Mas o apartamento de Lula recebera um trato especial. Coisa fina. Antes unidos apenas por uma escada interna, os três andares foram atravessados por um elevador privativo. O piso ganhou revestimento de porcelanato. E a cobertura foi equipada com um ‘espaço gourmet’, ao lado da piscina.

Ouvida nessa época, a assessoria de Lula declarou: “O ex-presidente informou que o imóvel, adquirido ainda na planta, e pago em prestações ao longo de anos, consta na sua declaração pública de bens como candidato em 2006.” Candidato à reeleição naquele ano, o então presidente Lula de fato havia informado à Justiça Eleitoral que repassara à Bancoop R$ 47.695,38, uma cifra que não ornava com o valor de um triplex.

2. Por que a assessoria de Lula mudou a versão sobre a posse do triplex cinco dias depois de reconhecer que o imóvel pertencia a Lula? Sob os efeitos da repercussão negativa da notícia segundo a qual Lula tornara-se o feliz proprietário de um triplex à beira mar, na praia de Astúrias, uma das mais elitizadas do litoral paulista, o Instituto Lula divulgou, em 12 de dezembro de 2014, uma “nota sobre o suposto apartamento de Lula no Guarujá.”

Primeiro, o texto cuidou de retirar a encrenca dos ombros de Lula. Anotou que foi a mulher dele, Marisa Letícia, quem “adquiriu, em 2005, uma cota de participação da Bancoop, quitada em 2010, referente a um apartamento.” A previsão de entrega era 2007. Em 2009, com as obras ainda inacabadas, os cooperados “decidiram transferir a conclusão do empreedimento à OAS.”

O prédio ficou pronto em 2013. Os cooperados puderam optar entre pedir o dinheiro de volta ou escolher um apartamento. “À época, dona Marisa não optou por nenhuma destas alternativas”, escreveu o Instituto Lula. “Como este processo está sendo finalizado, ela agora avalia se optará pelo ressarcimento do montante pago ou pela aquisição de algum apartamento, caso ainda haja unidades disponíveis.” Nessa versão, a família Lula da Silva estava em cima do muro.

3. Por que a mulher de Lula pegou as chaves de um apartamento que dizia não lhe pertencer? Em 17 de dezembro de 2015, cinco dias depois da nota em que o Instituto Lula alegara que Marisa Letícia ainda hesitava entre requerer o dinheiro investido na Bancoop ou escolher um apartamento no edifício Solaris, moradores do prédio informaram ao repórter Germano Oliveira que a mulher de Lula apanhara as chaves do triplex número 164 A havia mais de seis meses, em 5 de junho. “Todos pegamos as chaves no dia 5 de junho, inclusive dona Marisa”, disse, por exemplo, Lenir de Almeida Marques, mulher de Heitor Gushiken, primo do amigo de Lula e ex-ministro Luiz Gushiken, morto em 2013.

4. Por que Marisa Letícia demorou seis anos para decidir se queria ou não o apartamento do Guarujá? Só em 8 de novembro de 2015 veio à luz a notíciasobre a decisão da mulher de Lula acerca do apartamento do edifício Solaris. Nessa data, o repórter Flávio Ferreira informou que Marisa desistira do triplex. Os assessores de Lula esclareceram que ela acionaria seus advogados para reinvindicar a devolução do dinheiro que aplicara no empreendimento. Considerando-se que a OAS assumira as obras do edifício Solaris em 2009, a ex-primeira dama levou arrastados seis anos para decidir. Cooperados menos ilustres tiveram de decidir na lata, sob pena de perder o direito de exercer a opção de compra.

5. Por que Lula e sua mulher não divulgam os documentos da transação imobiliária e de sua rescisão? Afora a declaração à Justiça Eleitoral, em que Lula informara o pagamento de R$ 47.695,38 à Bancoop até aquela data, não há documentos disponíveis sobre a transação imobiliária e seu distrato. Nenhum contrato, nenhuma rescisão. Nada de recibos. O Instituto Lula informou que Marisa realizou desembolsos até 2010. Quanto pagou? Isso ninguém informa. Tampouco veio à luz uma petição qualquer na qual os advogados da família Lula da Silva reivindiquem a devolução do numerário.

6. Por que Lula, Marisa e Lulinha, primogênito do casal, inspecionaram as obras de reforma do triplex? Inquérito conduzido pelo Ministério Público de São Paulo, sem vinculação com a Lava Jato, revelou indícios de que o triplex do Guarujá integra o patrimônio oculto do casal Lula e Marisa. Eles seriam os proprietários escondidos atrás da logomarca da OAS. Ouviram-se no inquérito uma dezena de testemunhas.

 

 

 

A reforma do sítio – Quem fazia o pagamento do material de construção?

A propriedade rural, de 173 mil m² (o equivalente a 24 campos de futebol), está dividida em duas partes. Uma delas está registrada em nome de Fernando Bittar, filho de Jacó Bittar, amigo que fundou o PT com Lula. A outra pertence formalmente ao empresário Jonas Suassuna, sócio, assim como Bittar, de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do e­­x-presidente. 

O empresário Jonas Suassuna, sócio de Fábio Luís, filho mais velho de Lula, informou que a área que ele possui fica ao lado do sítio e não contém nenhuma das benfeitorias descritas na publicação.

“Não sou dono do sítio Santa Bárbara, sou dono do sítio ao lado. No meu terreno não há nenhuma edificação, e ele foi comprado com o meu dinheiro. Não conheço a Odebrecht. Sou só vizinho e isso não me parece crime”, disse.

Nas escrituras, a área de 173 mil m² está dividida em duas partes, uma registrada em nome de Bittar e o outra no nome de Suassuna. Os dois terrenos vizinhos foram comprados em 2010, pouco antes das reformas terem início, do mesmo proprietário.

 

Patrícia disse que quem pagava as contas do material de construção era uma outra pessoa. “Era um senhor que eu não me lembro o nome, mas ele era calvo, grisalho, gordinho. Eu não me lembro o nome dele, ele vinha só pra fazer pagamento”, lembra.

Jornal Nacional: Quanto ele pagava pra você por semana?
Patrícia: Mais ou menos R$ 70 a R$ 90 mil.
Jornal Nacional: Por semana?
Patrícia: Por semana.
Jornal Naconal: Em dinheiro vivo?
Patrícia: Em dinheiro vivo.

 

 

A ex-dona de um depósito de materiais de construção no interior de São Paulo disse que a Odebrecht pagou pelas obras de um sítio frequentado pelo ex-presidente Lula e por parentes dele.

As obras teriam começado em 2010, quando Lula ainda era presidente da República.

O sítio fica em Atibaia, interior de São Paulo. A propriedade tem mais de 170 mil metros quadrados, o que equivale a 24 campos de futebol. O sítio fica no meio da mata, tem piscina e até um lago.

A equipe do Jornal Nacional conseguiu no cartório de imóveis a certidão de matrícula que comprova quem são os donos da propriedade: Fernando Bittar e Jonas Suassuna, os dois sócios de Fábio Luís da Silva, filho do ex-presidente Lula.

Na edição desta sexta-feira (29), o jornal Folha de S. Paulo diz que a Odebrecht bancou a reforma do sítio usado por Lula. A ex-dona de uma loja de materiais de construção e um prestador de serviços afirmaram ao jornal que a empreiteira Odebrecht realizou a maior parte das obras no sítio.

O jornal também afirmou que Patrícia, a dona da loja de construção, disse que a obra no sítio custou R$ 500 mil e o que foi feito: quatro suítes e área de lazer com churrasqueira.

A equipe falou com Patrícia Nunes, que não quis mostrar o rosto. Ela era mulher do dono da loja de construção que forneceu material para a obra no sítio. Ela disse que a obra foi acelerada.

“Eu me lembro do fim da obra, que eles aceleram muito a partir de 15 de dezembro, eles tinham equipes trabalhando em turnos de 24 horas e acelerou muito e aí eu me lembro que acabou no dia 15 de janeiro”, conta Patrícia.

Patrícia disse também que as obras foram coordenadas pelo engenheiro da Odebrecht, Frederico Barbosa, em 2010, que cuidou da construção do estádio do Corinthians.

Patrícia: O Frederico chegou, a gente fez um cadastro em nome do CNPJ que ele deu, que até então pra gente era Odebrecht. E aí ele começou a pedir material.
Jornal Nacional: Então não era Odebrecht?
Patrícia: Eu não me lembro mesmo, pra te falar a verdade. Eu lembro que tinha alguns CNPJs que a gente tirava nota, mas pra mim todos eram Odebrecht. Mas a razão social não era Odebrecht.

Em nota, o engenheiro disse que foi procurado por um amigo para realizar a reforma de uma residência no município de Atibaia, e que apoiou a obra durante período de recesso. E disse que nunca deu orientações sobre emissões de notas fiscais pela loja mencionada, nem realizou tais pagamentos

Em nota, a construtora Odebrecht disse que não identificou nenhuma relação com a obra.

Fonte: JN

 

Tuitadas – Notícias quentes

PROMOTOR INTIMA LULA E MARISA PARA DEPOR COMO INVESTIGADOS……
É O MESMO PROMOTOR QUE LULA AMEAÇOU PROCESSAR……

Odebrecht bancou reforma em sítio ligado a Lula, afirma ex-dona de loja de construção.

 

Esse triplex é o elo de Lula com o Petrolão. Os investigadores da Lava Jato e o juiz Sérgio Moro querem encontrar os mandantes desse crime. Ronaldo Caiado.

 

PIADA DO DIA. JOSÉ DIRCEU,BANDIDO CRIMINOSO,CONDENADO,JULGADO.DIZ QUE TEM CARÁTER.
José Dirceu não fará delação na Lava Jato porque tem caráter, diz defesa.