Revista ISTO É, divulga documento que desmente versão do Instituto Lula

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“Ratificado na assembleia dos proprietários em 27 de outubro de 2009 e subscrito pelo ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, o “Termo de Acordo para Finalização do Residencial”, de 14 páginas, é taxativo. Diz que os investidores do inacabado Residencial Mar Cantábrico, renomeado tempos depois para Solaris, tinham dez dias a contar daquela reunião para se desligarem da Bancoop. Precisavam, afirma a cláusula 8.1 do capítulo VIII, também optar entre duas opções em até 30 dias.

A primeira, afirma o capítulo X, receber os valores em espécie com multa. A outra consistia em manifestar o desejo de ficar com o imóvel e custear novas despesas para sua finalização. Os valores já pagos, então, iriam ser transformados em uma carta de crédito pela OAS que deveria ser “usada com exclusividade como parte de pagamento para a aquisição de unidade do empreendimento”.

Evidente que aquela era uma oportunidade para que os até então aspirantes a adquirir o imóvel desistissem dele, caso tivessem vontade. Mais do isso. As cláusulas 8.2, 8.3 e 8.4 afirmam que “os cooperados que não atenderem ao disposto item 8.1 infringirão deliberação da Assembleia” e “serão penalizados” com a “sua eliminação da Bancoop”. Não foi uma mera ameaça. Segundo apurou ISTOÉ junto a cooperados da empresa, quem descumpriu esses itens acabou acionado na Justiça. Por isso torna-se completamente inverossímil a nota divulgada pelo Instituto que leva o nome do ex-presidente, quando sugere que a família Lula poderia decidir, em 2015, entre ficar ou não com o apartamento. Se porventura isso acontecer, sobretudo depois da eclosão do escândalo, ficará configurado mais um favorecimento da empreiteira OAS, implicada no Petrolão, ao petista e seus familiares.”

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Triplex – A nova versão de Lula

Instituto confirma visita de Lula a imóvel no Guarujá e volta a negar propriedade.

Lula e Marisa, segundo a nota, “avaliaram que o imóvel não se adequava às necessidades e características da família, nas condições em que se encontrava”.

Por isso, a OAS reformou-o (por 777 mil reais), adequando-o às necessidades e características da família.

“Marisa Letícia e seu filho Fábio Luís Lula da Silva voltaram ao apartamento, quando este estava em obras”.

Colômbia registra mais de 20.000 casos de zika

A Colômbia registra mais de 20.000 casos de pessoas infectadas com o vírus zika, que atinge grande parte da América Latina, e mais de 2.000 dos infectados são mulheres grávidas, informou neste sábado o Instituto Nacional de Saúde.

Segundo o mais recebem boletim epidemiológico, os casos de zika são de 20.297, sendo que 2.116 de grávida.  O Brasil é o país com o maior número  de casos de dengue e já possui 4mil  casos  suspeitos de microcefalia causada pelo Zica vírus.

Fonte: France Presse

A hora dos burros beberem água

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net
Em plena dieta Ravenna, cheia de restrições, Dilma distribuiu ontem um potinho de jujuba na mesa de cada um dos que participaram do espetáculo de propaganda chamado Conselhão – reunião entre o governo e grandes empresários. O significado simbólico disto, em flagrante contradição com a lógica, é o mesmo usado pelo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, se vangloriar com o lançamento de um “plano” que vai endividar ainda mais o brasileiro, com o agravante de usar recursos do FGTS e de uma futura multa de demissão como garantia da grana emprestada a juros altos, no formato consignado (desconto em folha de pagamento, sem risco de calote para os bancos).
Mais sofrível que essa lógica do Barbosa, que chegou a usar a expressão “levar o cavalo beber água” (referindo-se aos R$ 83 bilhões em estímulo ao crédito), foi o recado dado ontem Banco Central do Brasil – desmoralizado pela força interventora do desgoverno Dilma. Alexandre Tombini, presidente do BC do B, decretou ontem que “a política monetária ficará em compasso de espera por algum tempo”. Ou seja, o juro básico da economia ficará nos estratosféricos 14,25%, sem subir nem descer.
Nada custa lembrar que a Selic estava em 7,25% em abril de 2013… Agora, o desgoverno e a autoridade monetária apostam na “queda da inflação”… O “plano” prometido é atingir a milagrosa meta de 4,5% ao ano… O remédio usado será uma combinação de liberação do crédito com políticas recessivas – coisas que, na prática, não combinam bem. Pior que isto, é ouvir a Presidenta Dilma Rousseff, em pleno Conselhão, pedindo “encarecidamente” que a CPMF seja aprovada. Subir juros, aumentar impostos e fomentar o endividamento irresponsável a juros altos é o mesmo que receitar balinha de jujuba em uma dieta alimentar radical para redução de peso…

Dá para morrer de rir (ou chorar) com a pobreza do argumento do ministro Nelson Barbosa para justificar a política do “cavalo indo beber água”: “Temos que recuperar a economia rapidamente e o desafio imediato é normalizar o estoque de crédito no país. Temos que usar melhor os recursos que já estão disponíveis para usar melhor a liquidez que já existe no sistema bancário”. Barbosa afirmou que o governo vê uma demanda por crédito nos segmentos que quer estimular. Segundo ele, há apetite por crédito habitacional, por capital de giro e por linhas para o comércio exterior.

O principal instrumento do plano da “água para o cavalo” será o FGTS. Detalhe grave: é uma grana que não pertence ao desgoverno. O “plano” prevê o uso de quase R$ 50 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. A poupança do trabalhador para o caso de perda do emprego poderá ser usado para a compra de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) num montante de R$ 10 bilhões — o que deve reforçar a oferta de crédito habitacional — e também para garantir empréstimos consignados (com desconto em folha).
Mais temerária ainda é a ideia de permitir que os trabalhadores usem a multa de 40% paga pelos empregadores em caso de demissão sem justa causa e 10% do próprio Fundo para dar mais segurança ao empréstimo consignado, aumentando sua oferta e reduzindo as taxas de juros desses empréstimos. A sacanagem é que consignado é uma modalidade altamente segura para os bancos, pois o risco de calote é quase nulo. O pagamento é descontado diretamente do salário do trabalhador endividado. Pelas contas do governo, se 10% dos trabalhadores que têm recursos do FGTS usarem esse dinheiro como garantia, o montante de crédito gerado será de R$ 17 bilhões.
Previsão: o FGTS, em breve, vai sofrer um rombo ainda maior. E se o desemprego subir, o fundo ficará ainda mais magro… Se é assim que o governo vai assegurar mais eficiência ao sistema financeiro, como pregou o ministro Barbosa, alegando que a “medida é boa para a economia”, fica clara a certeza de que quem vai beber água não serão os cavalos – mas sim os burros ou antas que embarcarem nesta nova modalidade de usura patrocinada pelo mais incompetente desgoverno da História do Brasil.

Alguém ainda acredita no governo Dilma e no Conselhão?

Rodrigo Constantino

Confesso: fico espantado com algumas coisas. Por exemplo, o tal “conselhão”. Uma piada de mau gosto. Qualquer pessoa razoável saberia que reunir 92 pessoas numa sala (e que sala!), incluindo sindicalistas e artistas, não poderia produzir nada efetivo. Um estagiário saberia que se trata apenas de uma palhaçada, de aparências, da tentativa de um governo incompetente e fragilizado de simular ação contra a crise. Mas eis o que vejo na colunaPainel da Folha:

Já um outro executivo era só reclamação ao deixar o evento: “Gastei uma nota de jatinho para nada”, disse. “Nós, os homens mais produtivos da nação, paramos tudo para vir aqui e ainda não sabemos se o governo é capaz de nos tirar da recessão”, completou.

Como assim? Quer dizer então que um daqueles empresários bilionários que aceitaram participar da farsa realmente acreditou que era coisa séria, que dali sairia algo produtivo, diferente de confetes e purpurina? Como esse sujeito ficou bilionário, para começo de conversa, sendo tão bobinho assim?

Eu entendo esses gigantes participarem do show de horrores com base em uma única explicação: querem ficar perto do poder, circulando pelo Planalto até para se defender de eventuais ataques do governo ou, quem sabe, levar uma benesse para casa. Não aprovo essa postura, naturalmente, e acho que já era tempo de eles perceberem que a tática “pragmática” não funciona.

Mas achar realmente que o “conselhão” tinha o intuito de executar projetos concretos e construtivos? Com a presença de Vagner Freitas, o mandachuva da CUT, o mesmo que faz ameaças de colocar gente nas ruas para proteger a “democracia” e combater os “golpistas” que ousam pedir a aplicação das leis? Com a participação de Wagner Moura, o ator engajado que faz pose de intelectual quando defende o carcomido socialismo? Com outras 90 pessoas?! Esse empresário bebeu?

Detalhe: o empresário ainda não sabe se o governo é capaz de nos tirar da recessão! É sério isso? Meu caro, eis a resposta, e com isso posso te ajudar a poupar centenas de milhares com “consultorias”: não! Esse governo não tem a menor condição de nos tirar do buraco em que ele mesmo nos meteu. Se vocês aceitarem lutar pela volta da CPMF, que é o único objetivo concreto dessa encenação toda, vocês estarão sendo massa de manobra dos petistas, inocentes úteis nas mãos de socialistas.

Acordem! Com o PT só há uma coisa a fazer: oposição! Qualquer alternativa, de quem acredita ser possível “trazê-lo ao bom senso”, não passa da falta de bom senso do próprio iludido. Todo o estrago causado pelo petismo não foi suficiente para o despertar ainda? Nem mesmo colocar Nelson Barbosa na Fazenda bastou? O que mais precisam? De congelamento de preços e do decreto de situação emergencial na economia para conceder poderes ilimitados ao governo? Assim complica…

Rodrigo Constantino

O milagre de Dilma: de repente milhões vão entrar na economia

Os  comunistas pensam que podem resolver todos os problemas apenas com  decretos. Como se nao existisse as leis de mercado que regem o capitalismo.

De repente, em plena crise, Dilma anuncia R$ 83 bilhões para entrar na economia e pagar as dívidas dos endividados que vão pedir emprestado para pagar empréstimo ou que vão destruir seu futuro ( usar o FGTS) para pagar dívidas. 60% do dinhiro anunciado é do FGTS.

Quem quiser fazer empréstimo consignado usando o FGTS como garantia (Se não puder pagar, seu FGTS cobre). Isso ainda depende da aprovação da mudança da lei.

Não existe crescimento sem INVESTIMENTOS E SEM CREDIBILIDADE. E ISSO DEPENDE DA SAÍDA DE DILMA.

NÃO SE RESOLVE RECESSÃO USANDO E DESTRUÍNDO RESERVAS E PATRIMÔNIOS EMERGÊNCIAIS.

O FGTS é uma reserva do trabalhador em caso de demissão, doenças ou aposentadoria. Não é para pagamento de dívidas.

O governo esqurdista mais uma vez empurra o problema com a barriga.  Paga-se a dívida e perde-se a reserva de emergência do trabalhador.

Outra parte do dinheiro será usada para pagamento de dívidas das empresas ( prestações com máquinas e equipamentos), mas após pagar as dívidas,  se forem feitos investimentos com o atual quadro de recessão, a dívida volta…….E ninguém vai investir se não está vendendo…..e se o retorno é  extremamente duvidoso. Paga-se as dívidas, o país continua parado.

O objetivo de Dilma é  mesmo esquema feito na época das eleições:  Cria-se uma espectativa e uma falsa melhora na economia,  AFASTA O PERIGO DE IMPEACHMENT ( na ilusão que estamos saíndo da crise) e cria-se mais problemas para o futuro.

E  os desempregados que já  “torraram” seu FGTS ou os que usaram na compra da moradia? Eles  não  poderão pedir empréstimo usando o que não tem (FGTS) como garantia.

Jorge Roriz

Denúncias contra Lula causam assombro e paralisam seus habituais defensores

Ricardo Noblat

O PT recebeu com um silêncio ensurdecedor as mais novas denúncia que envolve Lula com atos suspeitos registrados no âmbito da Lava-Jato ou em decorrência dela. Salvo Rui Falcão, presidente do partido, e o deputado Paulo Teixeira (SP), ninguém mais de peso do PT se apressou em defender seu líder máximo, ex-adversário dos 300 picaretas homiziados no Congresso.

Foi Lula, quando deputado federal nos anos 80 do século passado, que apontou o Congresso como reduto de 300 políticos corruptos. Ou que usavam a política com o intuito primordial de enriquecer. Nas últimas 72 horas, o ex-presidente viu a Lava-Jato bater à porta do condomínio Solares, no Guarujá, interessada na história do tríplex 164-A, reformado de graça pela construtora OAS para abrigar a família de Lula.

Mal refeito da surpresa, Lula leu na Folha de S. Paulo que a construtora Odebrecht pagou todas as despesas com a reforma do sítio em Atibaia que costuma hospedá-lo quase todo o fim de semana. O sítio pertence a dois sócios de Fabinho, o filho mais velho de Lula. Fabinho é sócio deles em uma bem-sucedida empresa de jogos eletrônicos. OAS e Odebrecht estão metidas na roubalheira na Petrobras.

Deixou de ser novidade a intimação de Lula para depor à Polícia Federal. Ele já o fez quase meia dúzia de vezes. Nunca antes em sua vida, porém, Lula fora convocado para depor na condição de investigado. Pois de “informante”, ele passou a investigado no caso do tríplex. O que Lula antecipou a respeito é pouco ou nada convincente. Disse que Marisa, sua mulher, comprou uma cota de um apartamento no valor de R$ 47 mil.

E que, anos depois, desistiu do negócio e recebeu o dinheiro de volta. Só que entre a compra e a devolução do dinheiro, a OAS gastou na reforma do apartamento quase R$ 800 mil. Há inúmeras testemunhas de visitas de Lula e de dona Marisa ao apartamento em reforma, e também depois que ele ficou pronto. A OAS teria amargado o prejuízo com a reforma e devolvido ainda os R$ 47 mil? Não faz sentido. Até hoje, Lula jamais apresentou documentos que comprovassem o que diz. Se o tivesse feito, e a ser verdade o que conta, o assunto já estaria morto. Não salpicaria de lama sua biografia.

PSDB quer CPI para investigar uso da Bancoop para lavar dinheiro do Petrolão

Camara dos Deputados foto George Gianni PSDBO líder do PSDB na Câmara, deputado federal Carlos Sampaio (SP), anunciou que irá apresentar requerimento de instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o uso da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários) no esquema de lavagem de recursos públicos desviados da Petrobras.

O recolhimento das assinaturas necessárias – de 171 deputados – para protocolar o pedido da CPI será iniciado no retorno do recesso parlamentar.

“Há indícios muito fortes de que a Bancoop foi utilizada com uma das lavanderias de recursos drenados da Petrobras. E a Câmara, que já investigou o Mensalão e o Petrolão, tem o dever de contribuir com as apurações deste caso”, afirmou Sampaio.

De acordo com o Líder do PSDB, elementos já conhecidos, a partir de investigações do Ministério Público, levam a crer que o dinheiro da Bancoop era desviado para o PT.

Ainda segundo Sampaio “o fato de João Vaccari, que foi presidente da Bancoop e tesoureiro do PT, preso na Operação Lava Jato, e o ex-presidente Lula terem apartamentos em um desses prédios, também leva à conclusão de que ambos podem ter se beneficiado em detrimento de milhares de outros cooperados da Bancoop. Logo, uma investigação para se saber se esses apartamentos foram pagamento de propina, também deve ser feita pela Câmara”, disse.

O retrocesso

Publicado na versão impressa de VEJA – JR GUZZO

O manifesto que há pouco foi colocado em circulação por um círculo de 100 advogados, incluindo defensores de réus processados por corrupção e outros crimes na Operação Lava Jato, com a intenção de denunciar o que os seus autores descrevem como uma série de agressões ao direito de defesa, não é, nem nunca chegará a ser, o que parece. Pelo que está escrito ali, com o amparo de assinaturas ilustres, o documento parece um protesto contra a arbitrariedade do Poder Judiciário e um grito em favor das liberdades individuais do cidadão brasileiro ─ ou, pelo menos, foi isso que pretendeu parecer. O que acabou realmente sendo foi outra coisa: uma declaração de guerra contra a aplicação da Justiça no Brasil de hoje. Os advogados em questão acusam os condutores dos processos penais da Lava Jato de parcialidade contra os réus, violação dos códigos legais, desrespeito ao exercício do direito de defesa ─ e sustentam que esses delitos são uma ameaça para o país e para “o Estado de direito”. Não funcionou. Só conseguiram deixar claro que seu único interesse era fazer pressão em favor dos próprios clientes.

O que chama atenção neste caso, à primeira vista, é a baixa qualidade do texto levado a público. Não é citado ali nenhum fato concreto de arbitrariedade por parte do juiz Sergio Moro, titular da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, ou do Ministério Público. Não há nenhuma menção a uma realidade fundamental: a de que os advogados da Lava Jato já apresentaram cerca de 300 recursos contra as decisões do juiz e quase todos foram negados pelos três diferentes tribunais superiores que julgam os seus despachos. Não há o mais remoto sinal de que exista algo parecido com uma ideia naquilo tudo que escreveram. Mas o que há de pior no documento é algo que não está escrito ─ é a sua tentativa desesperada de empurrar o Brasil de volta a um estilo de Justiça que começa a morrer. É a Justiça que está aí desde sempre, desenhada peça por peça para garantir a impunidade de réus com influência, posição social e, sobretudo, muito dinheiro para gastar em suas defesas. Sua essência é impedir a apreciação do mérito real dos fatos no julgamento dos processos criminais ─ e obrigar, em vez disso, a que todas as decisões dos juízes obedeçam a uma complicadíssima malha de normas descritas como “técnicas”, que nada têm a ver com aquilo que efetivamente aconteceu e se interessam apenas em criar obstáculos artificiais para possíveis condenações. É a Justiça dos prazos, das formalidades, da burocracia, das regrinhas, das minúcias extremas dos códigos e leis processuais, das possibilidades praticamente sem limites de adiar decisões e ir empurrando tudo com a barriga até o Dia do Juízo Universal. É o triunfo do que os juristas chamam de “chicana”.

Advogados experientes e atentos às realidades do Brasil de hoje vêm observando há bom tempo, desde o início da Operação Lava Jato (e até mesmo antes, a partir das condenações do mensalão), que mudanças importantes estavam começando a aparecer na Justiça Penal brasileira. Estava ficando mais difícil para os réus, advertiam eles, confiar cegamente nos confortos da Justiça velha. As causas, cada vez mais, passavam a se interessar por provas e fatos, em vez de truques processuais. A Justiça começava a exigir que as defesas apresentassem argumentos verossímeis e baseados na lógica, em vez de alegar qualquer disparate e desafiar a acusação a apresentar “prova em contrário”. Foi aparecendo a necessidade de se defender com argumentos em vez de discursos; foi se esvaziando a importância do palavrório, do latinório, do jogo para a plateia. Os advogados do manifesto, ao que parece, não prestaram atenção a nada disso. Agora, diante das dificuldades que a nova Justiça vem colocando para os réus nos processos de corrupção, querem salvar seus clientes pregando a volta a um sistema em fase de demolição.

Tudo o que conseguiram até agora foi tornar ainda mais forte a posição do juiz Sergio Moro. É natural: quem pode levar a sério um documento em que se escreve que a Justiça no Brasil de hoje é pior que a do regime militar? Isso não é argumento; é uma falsificação maligna dos fatos, ao ignorar que na verdadeira Justiça da época 400 pessoas foram mortas sem passar por nenhum processo, segundo as estimativas mais citadas, e que o governo podia demitir juízes, fechar tribunais e cassar ministros. Os advogados do protesto dizem que as ações penais contra a corrupção são um “retrocesso de vários séculos”. Confundem tudo. Quem quer o retrocesso são eles.

Sítio: Marisa e o barco – Triplex: a cozinha de R$ 380 mil e sem proprietário

A OAS GASTOU R$ 380 MIL REAIS PARA COLOCAR EQUIPAMENTOS DE COZINHA DE UMA APARTAMENTO QUE NINGUÉM PROVA SER O DONO.
SE O TRIPLEX É DA OAS, POR QUE O GASTO COM A COZINHA PERSONALIZADA E “CHIQUE” DE UM IMÓVEL QUE NÃO PÓSSU UMA PESSOA FÍSICA COMO PROPRIETÁRIA?
MARISA,(ESPOSA DE LULA) COMPROU UM BARCO QUE FOI ENTREGUE NO SÍTIO DOS AMIGOS. O REFERIDO SÍTIO ( DE PROPRIEDADE DE SOCIOS DO FILHO DE LULA),RECEBEU UMA CARIDADE DA ODEBRECHT (ENVOLVIDA NA LAVA JATO) .A CONSTRUÇÃO DE UMA PICINA E UMA CHURRASQUEIRA, COM GASTOS EM MATERIAL DE CONSTRUÇÃO NO VALOR DE R$ 500 MIL PAGOS EM DINHEIRO, POR UM HOMEM NÃO IDENTIFICADO. SEGUNDO A EX-PROPRIETÁRIA DA CASA DE CONSTRUÇÃO QUE VENDEU O MATERIAL, O HOMEM QUE FEZ O PAGAMENTO É CARECA, GORDO, GRISALHOS…… (PARECIDO COM O TESOUREIRO DO PT)

“Um barco da marca Levefort foi adquirida em 27 de setembro de 2013, por R$ 4.126, e entregue no referido sítio.
A nota fiscal da compra leva o nome de Marisa Letícia Lula da Silva. A venda foi concretizada pela loja Miami Náutica, que fica no bairro do Ipiranga, em São Paulo” ( O GLOBO)

 

Só a geladeira custou R$ 10.000, e o forno de micro-ondas, R$ 5.000

CPMF – Dilma pede encarecidamente que o povo pague

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Você aceita o pedido de Dilma? Pague e cubra o rombo da currupção e do roubo do PT

 

O BRASIL JÁ PAGA A MAIOR CARGA TRIBUTÁRIA DO MUNDO E O DINHEIRO NÃO VOLTA EM BENEFÍCIO DA POPULAÇÃO.

DILMA, OS BRASILEIROS PEDEM,ENCARECIDAMENTE, DEIXA DE SER DEMENTE:  RENUCIE AO CARGO E POUPE O BRASIL DE UMA DESGRAÇA MAIOR DO QUE A SENHORA JÁ FEZ.

O PAÍS NÃO POSSUI CREDIBIIDADE, NOSSA ECONOMIA ESTÁ NO ESGOTO E MAIS UM ANO COM A SENHORA NO PODER, TEREMOS UMA GUERRA CIVIL.

FAÇA UM GESTO DIGNO: RENUNCIE E ASSUMA SUA INCOMPETÊNCIA.

COM SUA SAÍDA E OUTRO GOVERNO, PODEREMOS PENSAR NO CASO…….. O POVO BRASILEIRO NÃO PODE PAGAR PELOS ROUBOS DO SEU PARTIDO QUE DESGRAÇARAM  A ECONOMIA DO PAÍS.

JORGE RORIZ

Presidente da Andrade Gutierrez negocia delação e pode entregar segredos de Lulinha

Procuradores da Lava Jato querem que Otávio Azevedo conte detalhes da compra de participação societária da Gamecorp – empresa que tem o filho mais velho de Lula como sócio – pela Telemar, que tem a Andrade Gutierrez entre seus controladores.  A informação é da revista Veja.

A antiga Telemar, que foi rebatizada de Oi, comprou cerca de 30% da Gamecorp, por 5 milhões de reais, em 2005, a pedido de Lula. Naquela época, o presidente sabia que o banqueiro Daniel Dantas apresentara uma oferta para se tornar sócio da Gamecorp. Como queria Dantas longe de seu filho e de seu governo, o petista, segundo Azevedo, pediu aos donos da Telemar/Oi, entre eles a Andrade Gutierrez, que apresentassem uma oferta agressiva de compra dos papéis da empresa de seu primogênito. Assim foi feito. Três anos depois dessa transação, o governo Lula mudou a legislação para permitir que a Telemar/Oi se fundisse com a Brasil Telecom, sob o pretexto de criar um gigante brasileiro no setor de telecomunicações. Azevedo confidenciou a advogados e executivos que, após essa segunda transação, viabilizada graças à mudança da legislação feita sob medida por Lula, sócios da Gamecorp e integrantes do governo começaram a exigir mais ajuda financeira da Andrade Gutierrez. Pressionada, a empreiteira, por meio da Oi, passou a contratar periodicamente serviços da própria Gamecorp. Serviços que, conforme Azevedo, não eram necessários. LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO SITE DA VEJA

Lula assume que frequenta o sítio

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou, nesta sexta-feira, 29, que ele e sua família utilizam “em dias de descanso” um sítio em Atibaia (SP), “de propriedade de amigos”. A nota, publicada na página oficial do ex-presidente no Facebook, diz ainda que a informação é pública “há bastante tempo” e fala que tentar relacionar a propriedade a atos ilícitos é uma tentativa de “macular a imagem do ex-presidente”.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

“Desde que encerrou o segundo mandato no governo federal, em 2011, o ex-presidente Lula frequenta, em dias de descanso, um sítio de propriedade de amigos da família na cidade de Atibaia. Embora pertença à esfera pessoal e privada, este é um fato tornado público pela imprensa já há bastante tempo. A tentativa de associá-lo a supostos atos ilícitos tem o objetivo mal disfarçado de macular a imagem do ex-presidente.”, diz o comunicado.

QUAL O INTERESSE DA JUSTIÇA EM MACULAR A IMAGEM DE LULA?

POR QUE O SÍTIO RECEBEU OBRAS DA CONSTRUTORA ODEBRECT  (investigada na Lava  Jato)  NO VALOR DE R$ 500 MIL REAIS (SÓ DE MATERIAL) PARA FAZER UMA PICINA E UMA CHURRASQUEIRA ?

O SÍTIO É DE PROPRIEDADE DE SÓCIOS DOS FILHOS DE LULA.

POR QUE O MATERIAL DE CONSTRUÇÃO FOI PAGO EM DINHEIRO ( DE R$ 70 A 90 MIL,POR SEMANA), POR UM MISTERIOSO BARBUDO, GORDINHO E CARECA?

Caso do Triplex:

POR QUE A AFIRMAÇÃO DE COTAS, SE NO BANCOOP NUNCA EXISTIU COTAS E SIM VENDA DO AP?

POR QUE MARISA RECEBEU AS CHAVES E ACOMPANHOU A REFORMA?

QUEM PAGOU A REFORMA DE QUASE R$ 800 MIL REAIS?

PERGUNTAS PUBLICADAS NO BLOG DO JORNALISTA, JOSIAS DE SOUZA:

1. Por que a assessoria de Lula admitiu que ele era o dono do triplex do Guarujá em dezembro de 2014? Em notícia veiculada no dia 7 daquele mês, o repórter Germano Oliveira informou: a Bancoop, Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo, que deixara cerca de 3 mil pessoas na mão por causa de fraudes atribuídas ao seu ex-presidente, João Vaccari Neto, entregara a Lula o triplex do Guarujá. Com a falência da cooperativa, a OAS assumira as obras.

O edifício ficara pronto em dezembro de 2013. Mas o apartamento de Lula recebera um trato especial. Coisa fina. Antes unidos apenas por uma escada interna, os três andares foram atravessados por um elevador privativo. O piso ganhou revestimento de porcelanato. E a cobertura foi equipada com um ‘espaço gourmet’, ao lado da piscina.

Ouvida nessa época, a assessoria de Lula declarou: “O ex-presidente informou que o imóvel, adquirido ainda na planta, e pago em prestações ao longo de anos, consta na sua declaração pública de bens como candidato em 2006.” Candidato à reeleição naquele ano, o então presidente Lula de fato havia informado à Justiça Eleitoral que repassara à Bancoop R$ 47.695,38, uma cifra que não ornava com o valor de um triplex.

2. Por que a assessoria de Lula mudou a versão sobre a posse do triplex cinco dias depois de reconhecer que o imóvel pertencia a Lula? Sob os efeitos da repercussão negativa da notícia segundo a qual Lula tornara-se o feliz proprietário de um triplex à beira mar, na praia de Astúrias, uma das mais elitizadas do litoral paulista, o Instituto Lula divulgou, em 12 de dezembro de 2014, uma “nota sobre o suposto apartamento de Lula no Guarujá.”

Primeiro, o texto cuidou de retirar a encrenca dos ombros de Lula. Anotou que foi a mulher dele, Marisa Letícia, quem “adquiriu, em 2005, uma cota de participação da Bancoop, quitada em 2010, referente a um apartamento.” A previsão de entrega era 2007. Em 2009, com as obras ainda inacabadas, os cooperados “decidiram transferir a conclusão do empreedimento à OAS.”

O prédio ficou pronto em 2013. Os cooperados puderam optar entre pedir o dinheiro de volta ou escolher um apartamento. “À época, dona Marisa não optou por nenhuma destas alternativas”, escreveu o Instituto Lula. “Como este processo está sendo finalizado, ela agora avalia se optará pelo ressarcimento do montante pago ou pela aquisição de algum apartamento, caso ainda haja unidades disponíveis.” Nessa versão, a família Lula da Silva estava em cima do muro.

3. Por que a mulher de Lula pegou as chaves de um apartamento que dizia não lhe pertencer? Em 17 de dezembro de 2015, cinco dias depois da nota em que o Instituto Lula alegara que Marisa Letícia ainda hesitava entre requerer o dinheiro investido na Bancoop ou escolher um apartamento no edifício Solaris, moradores do prédio informaram ao repórter Germano Oliveira que a mulher de Lula apanhara as chaves do triplex número 164 A havia mais de seis meses, em 5 de junho. “Todos pegamos as chaves no dia 5 de junho, inclusive dona Marisa”, disse, por exemplo, Lenir de Almeida Marques, mulher de Heitor Gushiken, primo do amigo de Lula e ex-ministro Luiz Gushiken, morto em 2013.

4. Por que Marisa Letícia demorou seis anos para decidir se queria ou não o apartamento do Guarujá? Só em 8 de novembro de 2015 veio à luz a notíciasobre a decisão da mulher de Lula acerca do apartamento do edifício Solaris. Nessa data, o repórter Flávio Ferreira informou que Marisa desistira do triplex. Os assessores de Lula esclareceram que ela acionaria seus advogados para reinvindicar a devolução do dinheiro que aplicara no empreendimento. Considerando-se que a OAS assumira as obras do edifício Solaris em 2009, a ex-primeira dama levou arrastados seis anos para decidir. Cooperados menos ilustres tiveram de decidir na lata, sob pena de perder o direito de exercer a opção de compra.

5. Por que Lula e sua mulher não divulgam os documentos da transação imobiliária e de sua rescisão? Afora a declaração à Justiça Eleitoral, em que Lula informara o pagamento de R$ 47.695,38 à Bancoop até aquela data, não há documentos disponíveis sobre a transação imobiliária e seu distrato. Nenhum contrato, nenhuma rescisão. Nada de recibos. O Instituto Lula informou que Marisa realizou desembolsos até 2010. Quanto pagou? Isso ninguém informa. Tampouco veio à luz uma petição qualquer na qual os advogados da família Lula da Silva reivindiquem a devolução do numerário.

6. Por que Lula, Marisa e Lulinha, primogênito do casal, inspecionaram as obras de reforma do triplex? Inquérito conduzido pelo Ministério Público de São Paulo, sem vinculação com a Lava Jato, revelou indícios de que o triplex do Guarujá integra o patrimônio oculto do casal Lula e Marisa. Eles seriam os proprietários escondidos atrás da logomarca da OAS. Ouviram-se no inquérito uma dezena de testemunhas.

 

 

 

A reforma do sítio – Quem fazia o pagamento do material de construção?

A propriedade rural, de 173 mil m² (o equivalente a 24 campos de futebol), está dividida em duas partes. Uma delas está registrada em nome de Fernando Bittar, filho de Jacó Bittar, amigo que fundou o PT com Lula. A outra pertence formalmente ao empresário Jonas Suassuna, sócio, assim como Bittar, de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do e­­x-presidente. 

O empresário Jonas Suassuna, sócio de Fábio Luís, filho mais velho de Lula, informou que a área que ele possui fica ao lado do sítio e não contém nenhuma das benfeitorias descritas na publicação.

“Não sou dono do sítio Santa Bárbara, sou dono do sítio ao lado. No meu terreno não há nenhuma edificação, e ele foi comprado com o meu dinheiro. Não conheço a Odebrecht. Sou só vizinho e isso não me parece crime”, disse.

Nas escrituras, a área de 173 mil m² está dividida em duas partes, uma registrada em nome de Bittar e o outra no nome de Suassuna. Os dois terrenos vizinhos foram comprados em 2010, pouco antes das reformas terem início, do mesmo proprietário.

 

Patrícia disse que quem pagava as contas do material de construção era uma outra pessoa. “Era um senhor que eu não me lembro o nome, mas ele era calvo, grisalho, gordinho. Eu não me lembro o nome dele, ele vinha só pra fazer pagamento”, lembra.

Jornal Nacional: Quanto ele pagava pra você por semana?
Patrícia: Mais ou menos R$ 70 a R$ 90 mil.
Jornal Nacional: Por semana?
Patrícia: Por semana.
Jornal Naconal: Em dinheiro vivo?
Patrícia: Em dinheiro vivo.

 

 

A ex-dona de um depósito de materiais de construção no interior de São Paulo disse que a Odebrecht pagou pelas obras de um sítio frequentado pelo ex-presidente Lula e por parentes dele.

As obras teriam começado em 2010, quando Lula ainda era presidente da República.

O sítio fica em Atibaia, interior de São Paulo. A propriedade tem mais de 170 mil metros quadrados, o que equivale a 24 campos de futebol. O sítio fica no meio da mata, tem piscina e até um lago.

A equipe do Jornal Nacional conseguiu no cartório de imóveis a certidão de matrícula que comprova quem são os donos da propriedade: Fernando Bittar e Jonas Suassuna, os dois sócios de Fábio Luís da Silva, filho do ex-presidente Lula.

Na edição desta sexta-feira (29), o jornal Folha de S. Paulo diz que a Odebrecht bancou a reforma do sítio usado por Lula. A ex-dona de uma loja de materiais de construção e um prestador de serviços afirmaram ao jornal que a empreiteira Odebrecht realizou a maior parte das obras no sítio.

O jornal também afirmou que Patrícia, a dona da loja de construção, disse que a obra no sítio custou R$ 500 mil e o que foi feito: quatro suítes e área de lazer com churrasqueira.

A equipe falou com Patrícia Nunes, que não quis mostrar o rosto. Ela era mulher do dono da loja de construção que forneceu material para a obra no sítio. Ela disse que a obra foi acelerada.

“Eu me lembro do fim da obra, que eles aceleram muito a partir de 15 de dezembro, eles tinham equipes trabalhando em turnos de 24 horas e acelerou muito e aí eu me lembro que acabou no dia 15 de janeiro”, conta Patrícia.

Patrícia disse também que as obras foram coordenadas pelo engenheiro da Odebrecht, Frederico Barbosa, em 2010, que cuidou da construção do estádio do Corinthians.

Patrícia: O Frederico chegou, a gente fez um cadastro em nome do CNPJ que ele deu, que até então pra gente era Odebrecht. E aí ele começou a pedir material.
Jornal Nacional: Então não era Odebrecht?
Patrícia: Eu não me lembro mesmo, pra te falar a verdade. Eu lembro que tinha alguns CNPJs que a gente tirava nota, mas pra mim todos eram Odebrecht. Mas a razão social não era Odebrecht.

Em nota, o engenheiro disse que foi procurado por um amigo para realizar a reforma de uma residência no município de Atibaia, e que apoiou a obra durante período de recesso. E disse que nunca deu orientações sobre emissões de notas fiscais pela loja mencionada, nem realizou tais pagamentos

Em nota, a construtora Odebrecht disse que não identificou nenhuma relação com a obra.

Fonte: JN

 

Tuitadas – Notícias quentes

PROMOTOR INTIMA LULA E MARISA PARA DEPOR COMO INVESTIGADOS……
É O MESMO PROMOTOR QUE LULA AMEAÇOU PROCESSAR……

Odebrecht bancou reforma em sítio ligado a Lula, afirma ex-dona de loja de construção.

 

Esse triplex é o elo de Lula com o Petrolão. Os investigadores da Lava Jato e o juiz Sérgio Moro querem encontrar os mandantes desse crime. Ronaldo Caiado.

 

PIADA DO DIA. JOSÉ DIRCEU,BANDIDO CRIMINOSO,CONDENADO,JULGADO.DIZ QUE TEM CARÁTER.
José Dirceu não fará delação na Lava Jato porque tem caráter, diz defesa.

Aécio fala sobre o Conselho e as decisões de Dilma

A presidente Dilma reuniu hoje o CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social) para tratar de uma suposta pauta positiva para o país. Infelizmente, a presidente com essas ações levanta dúvidas ainda maiores sobre o real compromisso do governo no encaminhamento de reformas para a superação da crise.

Mais uma vez, o governo sinaliza com o aumento de crédito subsidiado em mais de R$ 80 bilhões; a mesma politica que foi adotada desde 2009 e que não levou ao aumento do investimento. A presidente parece esquecer que, sem confiança e credibilidade mesmo que houvesse queda dos juros, os empresários não irão investir sem que o governo aprove medidas estruturais de controle do gasto. Além disso, com o nível de endividamento das famílias hoje em 46% da renda e com o risco de perder emprego, os consumidores não entrarão em uma aventura de aumentar a sua dívida.

Causa surpresa que, apesar do elevado desequilíbrio fiscal, o governo ainda insista em falar em banda fiscal. O que é preciso é o compromisso claro do governo Dilma com alguma meta de primário, qualquer que seja essa meta, e o encaminhamento ao Congresso Nacional de um conjunto de reformas estruturais que sinalizem para o menor crescimento do gasto público.

Mas o governo, mesmo depois de 13 anos no poder, não tem ainda convicção do que fazer. Qual a proposta do governo de reforma tributária? Qual a proposta do governo de reforma da previdência? Qual a proposta do governo para retomar os investimentos no setor de petróleo? Simplesmente não sabemos.

É inútil reunir 92 pessoas quando todos nós sabemos que hoje o maior empecilho para se estabelecer o consenso mínimo para reformas estruturais é a posição do Partido dos Trabalhadores que tem se mostrado contrário ao ajuste fiscal e demanda a volta da desastrosa política econômica denominada “Nova Matriz Econômica”.

Infelizmente, o governo parece ainda não ter a exata dimensão da gravidade da situação econômica do Brasil. A melhor forma de o governo combater a crise econômica, moral e de credibilidade é reconhecendo os seus erros, sendo mais transparente nas suas propostas e, com o apoio da sua base, encaminhar ao Congresso Nacional um conjunto de reformas estruturais. Medidas pontuais de expansão do crédito de bancos públicos aumentam o custo financeiro da dívida, o subsídio, e dificultam o ajuste fiscal.

Infelizmente, ao invés de mostrar concretamente suas propostas de reformas, o governo federal mais uma vez faz uso de manobras midiáticas para tentar artificialmente criar uma agenda positiva. No final, essas medidas de marketing apenas agravarão a crise de credibilidade deste governo e dificultarão ainda mais o ajuste macroeconômico a ser feito.

Infelizmente, o governo está perdido em meio a crises de naturezas diversas que vêm empobrecendo os brasileiros e tirando deles a esperança de um futuro melhor. E mais uma vez faltou a coragem necessária para fazer o que precisa ser feito.

A verdade é que sem o resgate da confiança, com a apresentação de uma agenda clara de reformas, não haverá o retorno dos investimentos e, sem eles, não superaremos nossas enormes dificuldades. E esse Governo, ao que parece, infelizmente, já não tem mais condições de nos tirar do atoleiro em que ele próprio nos jogou.

Aécio Neves – Presidente Nacional do PSDB

O homem mais honesto do mundo mentiu?

 

Segundo Marcos Sergio Migliaccio, conselheiro da Associação das Vítimas da Bancoop., ex-presidente Lula “mentiu” ao afirmar que comprou cotas de um apartamento no Guarujá,Segundo ele, não existia venda de cotas no condomínio Solaris, na praia de Astúrias, mas sim de apartamentos.

“Não existe esse papo de cota. Isso é mentira. A Bancoop vendia apartamentos, com o andar e a unidade especificados”, afirma Migliaccio, que é técnico em eletrônica.

O promotor José Carlos Blat, autor de uma acusação contra a Bancoop que tramita na Justiça, reafirma que não viu nenhum caso de compra de cotas no empreendimento do Guarujá.

Cotas é um sistema usado em consórcios, no qual o comprador adquire um certo bem em parcelas, e um sorteio define o bem que caberá a ele. Segundo Migliaccio, a Bancoop só usou esse sistema de cotas até 1998, 1999.

O apartamento no Guarujá foi comprado em 2005 por Lula e aparece na declaração de imposto de renda do ex-presidente do ano seguinte, com o valor de R$ R$ 47.695,38 e a seguinte especificação: “Participação em Cooperativa Habitacional (apartamento em construção no Guarujá, São Paulo)”. Á época, o valor já havia sido quitado, segundo a declaração.

Conselho dos petralhas: o objetivo é tirar o foco do impeachment

Dilma reuniu o tal Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, que junta alguns dos maiores empresários do país, alguns sindicalistas, um ator, uma jogadora de vôlei e a presidente da Apeoesp, Bebel — que costuma promover greves absurdas e malsucedidas. A última iniciativa da companheira foi se juntar a grupos de extrema esquerda para impedir uma reforma correta da educação em São Paulo.

O que Dilma anunciou e/ou prometeu? Injetar R$ 83 bilhões na economia na forma de crédito mais barato, usar o FGTS como garantia de crédito consignado, lutar pela CPMF e defender a reforma da Previdência.

LEIA O ARTIGO COMPLETO DE REINALDO  AZEVEDO

Quem pagou a reforma do triplex?

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As informações sobre o depoimento de Armando Dagre foram divulgadas no Jornal Nacional, da TV Globo.

O engenheiro Armando Dagre, sócio-administrador da Talento Construtora, declarou ao Ministério Público de São Paulo que ‘praticamente’ refez o triplex 164 A, no Condomínio Solaris, em Guarujá, no litoral de São Paulo – imóvel que a Promotoria suspeita pertencer ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A reforma, contratada pela empreiteira OAS, alvo da Operação Lava Jato, custou R$ 777 mil, segundo Dagre. Os trabalhos foram realizados entre abril e setembro de 2014.

Em 2006, quando se reelegu presidente, Lula declarou à Justiça eleitoral possuir uma participação em cooperatriva habitacional no valor de R$ 47 mil. A cooperativa é a Bancoop que, com graves problemas de caixa, repassou o empreendimento para a OAS. A Polícia Federal e a Procuradoria da República suspeitam que a empreiteira pagou propinas a agentes públicos em troca de contratos fraudados na Petrobrás.

A investigação sobre o apartamento que seria de Lula estão sendo realizadas pelo promotor de Justiça Cássio Conserino, do Ministério Público paulista. O promotor diz ter indícios de que houve tentativa de esconder a identidade do verdadeiro dono do triplex, o que pode caracterizar crime de lavagem de dinheiro.

Armando Dagre disse que o contrato com a OAS para reforma do triplex incluiu novo acabamento, além de uma outra piscina, mudança da escada e instalação de elevador privativo que custou R$ 62,5 mil. Ele disse que não teve nenhum contato com Lula, mas com a ex-primeira dama, Marisa Letícia

Contou que, um dia, estava reunido com o representante da OAS no apartamento ‘quando Marisa adentrou o apartamento com um rapaz e dois senhores’ e que só depois soube que os acompanhantes da mulher de Lula eram um filho do casal, Fábio Luiz, um engenheiro da OAS e o dono da empreiteira, Léo Pinheiro – condenado na Lava Jato a 16 anos de prisão por corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

“Em verdade tomou um susto quando vislumbrou a dona Marisa Letícia ingressando no meio da reunião existente no interior do apartamento”, disse Armando Dagre.

Ele disse que a ex-primeira dama ‘os cumprimentou’. “Ela estaria conhecendo o apartamento, tendo, inclusive, ressaltado a vista (para o mar).”

O advogado Aloísio Lacerda Medeiros, constituído pelo sócio da Talento Construtora, confirmou que Armando Dagre estava no apartamento quando Marisa, o filho Fábio e Léo Pinheiro chegaram. Segundo Medeiros, ‘nada foi dito’ sobre a quem pertenceria o imóvel.

A Promotoria também tomou o depoimento do zelador José Afonso Pinheiro, zelador do condomínio desde 2013. Questionado se Lula esteve no prédio, Pinheiro disse que viu o ex-presidente lá. Segundo ele, Lula chegava normalmente em dois carros com seguranças que ‘prendiam’ o elevador para a família, o que provocava reclamações de outros moradores.

O zelador contou, ainda, que a OAS ‘limpava o prédio, colocava flores para receber a família do ex-presidente’.

Segundo ele, um funcionário da empreiteira lhe pediu que não falasse que o apartamento era de Lula e da mulher, ‘mas da OAS’.

Depois que as investigações sobre o apartamento foram tornadas públicas a família de Lula não retornou ao prédio, segundo Pinheiro.

O advogado Cristiano Zanin Martins, que representa o ex-presidente, negou taxativamente que o petista ou familiares dele sejam os donos do triplex. Ele relatou que a família comprou uma cota de um projeto da Bancoop. A cota foi paga e declarada ao Imposto de Renda pelo ex-presidente. O advogado disse que ‘não tem a menor ideia’ de quem realizou a reforma no imóvel.

Zanin reiterou que o apartamento ‘não é do ex-presidente’. Esclareceu que Lula tinha uma cota do projeto da Bancoop e quando o empreendimento foi transferido para outra empresa tinha duas opções: pedir o resgate da cota ou utiliza-la para compra do imóvel do Solaris. A família fez a opção pelo resgate.

A OAS não se manifestou.

Divulgada a lista do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES)

A presidente Dilma Rousseff e o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, assinaram dois decretos que alteram a composição do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o Conselhão.

O colegiado de assessoramento à Presidente agora terá 92 integrantes.  O CDES será reinstalado hoje à tarde em cerimônia no Palácio do Planalto. A lista dos nomes designados para compor o conselho está publicada no Diário Oficial da União (DOU). A relação inclui empresários, representantes dos trabalhadores e da sociedade civil.

Veja abaixo a lista completa:

ABILIO DOS SANTOS DINIZ

ADILSON GONÇALVES DE ARAÚJO

ALBERTO ERCILIO BROCH

ALEXANDRE JOSÉ DA CONCEIÇÃO

ANA BEATRIZ MOSER

ANTONIO FERNANDES DOS SANTOS NETO

ANTONIO RICARDO ALVAREZ ALBAN

ARILDO MOTA LOPES

ARIOVALDO SANTANA DA ROCHA

BENJAMIN STEINBRUCH

CAMILA CRISTINA LANES DA SILVA

CARINA VITRAL COSTA

CARLOS BUCH PASTORIZA

CARLOS JOSE FADIGAS DE SOUZA FILHO

CARMEN HELENA FERREIRA FORO

CLÁUDIA MUINHOS RICALDONI

CLAUDIA SENDER RAMIREZ

CLEDORVINO BELINI

CLEMENTE GANZ LUCIO

CREUZA MARIA OLIVEIRA

DÉCIO DA SILVA

EDSON DE GODOY BUENO

EDUARDO FAGNANI

ELEUZA DE CÁSSIA BUFELLI MACARI

ELIEL BENITES

ELIZABETH MARIA BARBOSA DE CARVALHAES

ENNIO CANDOTTI

ERAÍ MAGGI SCHEFFER

FÁBIO JOSÉ SILVA COELHO

FERNANDO GOMES DE MORAIS

Bispo FLÁVIO AUGUSTO BORGES IRALA

FREDERICO PINHEIRO FLEURY CURADO

GUILHERME AFIF DOMINGOS

GUILHERME DE JESUS PAULUS

HEITOR JOSÉ MÜLLER

HELENA BONCIANI NADER

HUMBERTO EUSTÁQUIO CÉSAR MOTA

JOÃO BOSCO DE OLIVEIRA BORBA

JOÃO CARLOS DI GENIO

JOÃO MARTINS DA SILVA JUNIOR

Dom JOAQUIM GIOVANI MOL GUIMARÃES

JOESLEY MENDONÇA BATISTA

JORGE GERDAU JOHANNPETER

JORGE LUIZ NUMA ABRAHÃO

JORGE MARQUES DE TOLEDO CAMARGO

JORGE NAZARENO RODRIGUES

JORGE PAULO LEMANN

JOSÉ ANTONIO MORONI

JOSÉ CALIXTO RAMOS

JOSÉ CARLOS RODRIGUES MARTINS

JOSÉ ANTONIO GUARALDI FÉLIX

JOSÉ MARIA FERREIRA RANGEL

JOSE ROBERTO ERMIRIO DE MORAES

JOSUÉ CHRISTIANO GOMES DA SILVA

JUVANDIA MOREIRA LEITE

LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI

LUIZ MOAN YABIKU JUNIOR

LUÍS ROBERTO POGETTI

LUIZA HELENA TRAJANO INÁCIO RODRIGUES

MÁRCIO LOPES DE FREITAS

MARCO ANTONIO SILVA STEFANINI

MARCOS ROCHINSKI

MARCUS VINICIUS FURTADO COELHO

MARIA IZABEL AZEVEDO NORONHA

MARIA LUCIA CAVALLI NEDER

MIGUEL ANGELO LAPORTA NICOLELIS

MIGUEL EDUARDO TORRES

MURILO PINTO DE OLIVEIRA FERREIRA

NAIR MARIA DE JESUS GOULART

PAULO SÉRGIO DE MORAES SARMENTO PINHEIRO

PEDRO LUIZ BARREIROS PASSOS

PEDRO WONGTSCHOWSKI

RAFAEL MARQUES DA SILVA JUNIOR

REGINALDO BRAGA ARCURI

RENATO ALVES VALE

RICARDO ALBERTO BIELSCHOWSKY

RICARDO PATAH

ROBERTO EGYDIO SETUBAL

ROBERTO RODRIGUES

ROBSON BRAGA DE ANDRADE

ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE

ROSANGELA PIOVIZANI CORDEIRO

RUBENS OMETTO SILVEIRA MELLO

SÉRGIO HADDAD

SERGIO PAULO GOMES GALLINDO

SYNÉSIO BATISTA DA COSTA

TANIA BACELAR DE ARAUJO

VAGNER FREITAS DE MORAES

VIVIANE SENNA LALLI

WAGNER MANIÇOBA DE MOURA

WARLEY MARTINS GONÇALLES

WILSON PINTO FERREIRA JUNIOR

Zica – Doença é uma ameaça global

Durante a primeira reunião da Organização Mundial de Saúde (OMS) realizada nesta quinta-feira (28/01) em Genebra, na Suíça, sobre casos de Zica no mundo,  Marcos Espinal, representante da   Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), afirmou:

“O que sabemos, com certeza, é de que ele (o vírus) vai sair das Américas”, indicou Marcos Espinal. A Opas estima que este ano, entre  3 a 4 millhões de pessoas vão contrair  a doença.

A entidade global anunciou nesta quinta-feira que vai convocar seu comitê de cientistas para declarar o zika como uma emergência internacional para saúde pública, representando uma “ameaça global”.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                 3 

 

Brasil já tem mais de quatro mil casos de suspeita de microcefalia

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Diante da ineficiência do governo em planejar ações de prevenção e combate ao Aedes aegypti, o número de casos suspeitos de microcefalia relacionados ao zika vírus cresceu mais uma vez no país, chegando a 4.180 ocorrências. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (27), no novo boletim do Ministério da Saúde, e publicados em matéria do jornal O Globo. Do total de mais de quatro mil casos, 3.448 seguem sob investigação, 270 foram confirmados e 462 estão descartados.

Como forma de tentar contornar o gravíssimo quadro, o governo prepara uma nova campanha de esclarecimento sobre a microcefalia, com veiculação em rádio, televisão e redes sociais. Além disso, até agosto, mês em que se iniciam os Jogos Olímpicos, um centro da estratégia de combate à enfermidade será instalado no Rio de Janeiro, cidade-sede do evento.

Para o deputado federal Daniel Coelho (PSDB-PE), a demora em tomar alguma atitude contra a doença mostra a negligência do governo durante os últimos anos. “O governo tenta dar publicidade como se estivesse prestando algum serviço ou fazendo alguma coisa. Na verdade, ele devia estar se desculpando por ter sido negligente com o assunto ao longo de uma década. O zika tem as características de contaminação e de contágio parecidas com as da dengue, então é um assunto que não é novo e deveria ter preocupado o governo há muito tempo”, avaliou.

Preocupação

Além dos terríveis impactos na saúde, a onda de novas ocorrências de microcefalia pode atingir também a economia brasileira. Isto porque o número de turistas esperados para as Olimpíadas pode ser drasticamente reduzido por conta dos alertas de entidades internacionais sobre a enfermidade. Nos Estados Unidos e na Europa, houve de casos de bebês nascidos com microcefalia cujas mães haviam passado pelo Brasil. Por isto, agências de controle de doenças de diversos países vêm recomendando que as viagens ao Brasil só devem ser feitas em caso de extrema necessidade.

“O período de turismo é extremamente importante para o país e já está prejudicado. Famílias poderiam estar vindo ao Brasil e não estão mais pelo alto risco de uma consequência que é muito grave. Por mais que a gente consiga controlar a situação dentro de alguns meses, isso demora para ser curado. Quando chega uma notícia no exterior de que há risco de contaminação por uma doença séria no país, até as pessoas voltarem demora um pouco, até mais tempo do que você necessariamente demora para controlar a situação”, destacou Daniel Coelho.

Salário

Além das ações que buscam um maior esclarecimento da população sobre a doença, outra medida tardia do governo deve ser anunciada nos próximos dias. Trata-se do pagamento de um salário mínimo para as famílias que tenham bebês diagnosticados com microcefalia. De acordo com matéria do Estado de São Paulo desta quarta-feira, o benefício será concedido apenas às famílias com renda mensal de até R$ 220 por pessoa.

O show da transposição das águas do rio São Francisco

Chorei. Vi a seca. Vi brasileiro morrendo de sede. Vi o embarque do exército da Borracha. Vi a construção do ORÒS e a construção DO CASTANHÃO. Ouvi promessas e promessas e o nordestino morrendo de sede. Quando se acaba de assistir “A TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO =2PPS” sente-se uma revolta íntima, que não tem tamanho. O dinheiro roubado (bilhões e bilhões de reais) no MENSALÃO – ZELOTES – PETROLÃO –BANESTADO – SUDAM – SANGUESSUGA e mais outros e outros fica-se a pensar o que fazer com tantos canalhas. Tem bandido solto em casa de tornozelheira, tem ladrão solto pela justiça, tem ladrão dizendo que é honesto, tem senador preso, tem senador  e  deputado aguardando ser preso, tem familiares de ex- autoridades que apanham na rua.   Tem de tudo. Tem gente morrendo de fome e ladrão andando de iate, avião particular e há até advogado que defende canalhas. Sabemos que alguém tem que defender ladrão, mas deveriam ser defendidos por advogados de porta de xadrez e não com nomes de sábios da lei. Será que até a força do dinheiro faz o homem perder sua dignidade?

Óh meu Deus. Quanta injustiça e falsa justiça são feitas no nosso País?

Mais impostos para os ladrões roubarem. Cadeia para os três P da vida e ninguém gritando por eles?

Onde estão os ladrões do SÃO FRANCISCO? Presos? Na Europa? No inferno é que não estão, pois ainda não morreram. Na CHINA seriam fuzilados e familiares pagariam a despesa com a munição e aqui senador preso, gastando nosso minguado dinheiro NA CADEIA,  ganha dinheiro para pagar aluguel de moradia onde não mora. É demais. O que fazer? Estamos fazendo a nossa parte e alguém tem que expulsar a canalhada do PODER.

 

GRUPO  GUARARAPES

COORDENADOR GENERAL REF. TORRES DE MELO

Do tamanho de um mosquito

Governo petista pouco fez para enfrentar a proliferação do zika. Quando agiu, atrapalhou. Preferiu sempre o espetáculo à ação diária, séria e responsável de combate à epidemia

A epidemia de casos de dengue, chicungunya e zika é o retrato do abandono do país por parte do governo petista. O Brasil do século 21 convive com doenças que se imaginava há muito superadas. Fruto do descaso com a saúde dos brasileiros, mas também com a melhoria das condições básicas de vida, a começar pelo saneamento. Fruto de governantes que só se importam mesmo em continuar no poder.

Em 2015, o país bateu recorde de casos de dengue (1,6 milhão) e de mortes decorrentes da doença (863). Na gestão Dilma, além da dengue, o Brasil mudou de patamar e passou a conviver também com a chicungunya e a zika, todos transmitidos pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes aegypti. Hoje somos tidos como ameaça internacional, devido à relação direta entre o vírus zika e a má-formação cerebral em bebês.

No início de 2015, quando grávidas já estavam sendo infectadas, o então ministro da Saúde, Arthur Chioro, dizia que o vírus não preocupava. A primeira notificação do zika no país aconteceu três meses depois. De lá para cá, os casos de bebês com microcefalia decolaram. Hoje já são 4 mil, segundo O Globo. Há quem preveja que serão 100 mil até o fim deste ano.

Durante todo o período, o governo petista pouco fez para enfrentar o problema. Quando agiu, atrapalhou. Quando se manifestou, virou motivo de galhofa. Preferiu sempre o espetáculo à ação diária, séria e responsável de combate à epidemia. Agiu como se tivesse o tamanho de um mosquito. Falhou sempre.

Em julho passado, o governo editou portaria (n° 1.025) que acabou por diminuir, na prática, o número de agentes que poderiam ser contratados para o combate ao mosquito transmissor do vírus da dengue, da chicungunya e da zika. Teve que voltar atrás, meses depois, porém.

Criou, sempre, mais dificuldades que facilidades. Pesquisas para identificar e encontrar formas de combater a zika minguam sem recursos. O teste final para produção da vacina contra a dengue dormiu nas gavetas durante oito meses antes de ser finalmente liberado pela Anvisa no fim de 2015.

Apenas em novembro, com os casos de dengue e as mortes decorrentes da doença já batendo recordes, a presidente da República começou a falar em agir para combater a proliferação do vírus zika pelo país afora. Naquela altura, nove estados já estavam sob epidemia e centenas de bebês já haviam nascido com microcefalia.

As providências oficiais foram as de praxe, em se tratando do modus operandi petista: primeiro foi criado um grupo de trabalho. Duas semanas depois, surgiu um plano nacional de enfrentamento à doença, pomposamente dividido em três eixos de ação, com salas de coordenação e controle sob a responsabilidade de 17 ministérios, além do Exército.

Neste meio tempo, as ações se caracterizaram pela pirotecnia: a escalação das Forças Armadas para eliminar criadouros do mosquito transmissor; a distribuição de repelentes para 400 mil grávidas atendidas pelo Bolsa Família; a promessa furada de que todos os imóveis do país seriam vistoriados – apenas 15% o foram – e, agora, a proposta de pagar um salário mínimo a bebês com microcefalia.

Não há resultados positivos à vista. Pelo contrário. A situação piorou, e muito. Hoje, apenas dois meses depois que o governo se deu conta de que precisava agir, por meio de seu grupo de trabalho e de seu “plano de enfrentamento”, o número de casos de microcefalia decorrentes do vírus zika multiplicou-se por dez.

Nestas últimas semanas, o máximo que o governo petista conseguiu foi emitir recomendações estapafúrdias. A começar pela feita pelo Ministério da Saúde sugerindo às mulheres que postergassem a gravidez para não correr risco de infectar os bebês. Em seguida, veio a “torcida” para que as meninas pegassem a doença antes de entrar em período fértil. Parecia piada, mas não era.

Com a propagação do vírus ocorrendo em proporção geométrica, o Brasil virou ameaça internacional. O país passou a figurar entre as áreas que se recomenda a turistas, principalmente grávidas, evitar por causa do risco de contágio do vírus zika. Viagem ao Brasil? Apenas em casos de extrema necessidade, aconselha-se.

Para piorar, o combate à epidemia foi deixado em segundo plano diante da guerrinha partidária de sempre no seio do governo. Uma ala acusa a outra de querer enfraquecer o ministro de turno a fim de tentar tomar o butim do bilionário orçamento da Saúde. No fim das contas, é só por isso que se interessam.

Da presidente da República não se ouvem ideias ou ações articuladas para fazer frente à epidemia. Sabe-se apenas que ela torceu o nariz para as declarações do ministro da Saúde, para quem o Brasil está “perdendo feio” a guerra contra o mosquito da dengue.

A própria maneira e os critérios adotados para preenchimentos dos principais escalões e a formação das equipes nos governos do PT chancelam esta guerra inócua e improdutiva. O que está em jogo é apenas o xadrez para a preservação do poder. Pouco interessam as agruras da população. A um governo assim, basta um mosquito para derrotar. Para os brasileiros, sobraram a dengue, o zika e a chicungunya.
Fonte:  Instituto Teotônio Vilela

Será que a justiça vai entender o Dilmês? Dilma tem prazo para depor

O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal em Brasília, determinou que a presidente Dilma Rousseff se manifeste até o dia 5 de fevereiro em ação penal referente à Operação Zelotes. Dilma foi arrolada como testemunha de defesa pelo empresário Eduardo Valadão, preso desde outubro do ano passado.

Ela prestará depoimento em processo que apura a suposta compra de medidas provisórias que teriam beneficiado o setor automotivo.