Ministro da Fazenda prevê queda do desemprego para 2017

AMEI

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (30), após participar de evento com empresários na capital paulista, que a taxa de desemprego deverá começar a perder força a partir de 2017. Segundo ele, a situação da economia ainda é grave, mas a queda nos indicadores está começando a estabilizar.

A expectativa é que [o desemprego] comece a cair no ano que vem”, disse. “Esperamos que, com o crescimento da economia, a retomada do emprego acontecerá inevitavelmente. Não imediatamente, acreditamos que durante o ano de 2017, certamente. Não há dúvida que com o crescimento acentuado e continuado da economia nos próximos anos, aí de fato, o desemprego vai tender a cair de uma forma consistente”.

O ministro da Fazenda disse, no entanto, que é prematuro falar em recuperação econômica, e que o país ainda vive uma recessão. “Ainda é prematuro dizer que já começou a recuperação [econômica]”, disse. “É muito séria ainda a situação. A economia continua em recessão, mas a queda começa a se estabilizar e muitos setores começam a dar indicadores de que podem já estar no início do processo de recuperação, que deve se confirmar e consolidar no próximo ano”.

Meirelles voltou a defender a proposta de emenda à Constituição (PEC), em tramitação no Congresso Nacional, que estabelece um teto para os gastos públicos. De acordo com ministro, mesmo antes de ser aprovada, a medida já está gerando um clima positivo na economia. “O fato de que já está em andamento no Congresso já faz com que a expectativa já melhore, que a economia já comece a dar sinal de recuperação”, disse. ( Agência Brasil)

Informações sobre as eleições 2016 – Tire dúvidas

Informações do TSE:

Neste domingo (2), 144.088,912 brasileiros vão às urnas para escolher 5.568 prefeitos e 57.945 vereadores. Só não vão votar neste pleito municipal os eleitores do Distrito Federal e de Fernando de Noronha, onde não há representantes desses cargos, e os que estão cadastrados para votar no exterior, que só escolhem o presidente da República.
Para isso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) preparou um guia para o eleitor com as principais informações que ele precisa saber para o dia da votação.

Horário da votação
O eleitor pode ir à sua seção eleitoral e votar das 8h às 17h, considerado o horário local de seu município.

Local da votação
Em seu título de eleitor constam informações sobre a zona eleitoral e a seção onde você vota. Mas, se você não sabe onde vota ou perdeu o título, pode consultar o local de votação e o número do seu título no site do TSE. Para esta consulta, basta informar o seu nome, data de nascimento e nome da mãe (consulte seu local de votação).

Documento

É necessário levar um documento oficial com foto (carteira de identidade, passaporte, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho ou carteira nacional de habilitação). Não será admitida a certidão de nascimento nem de casamento.
Não é obrigatória a apresentação do título de eleitor. No entanto, o número deste documento é indispensável para o preenchimento da justificativa eleitoral.

Posso ou não posso?
No dia da votação é permitida a manifestação individual e silenciosa de apoio ao partido e/ou candidato de sua preferência. Entretanto, não é permitido utilizar vestuário padronizado, bandeiras, broches nem adesivos que caracterizem manifestação coletiva.
No recinto da cabina de votação, é proibido portar aparelho de telefonia celular, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamento de radiocomunicação ou quaisquer instrumentos que possam comprometer o sigilo do voto. Esses aparelhos devem ficar retidos com o mesário enquanto o eleitor vota.
Para votar, o eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida poderá contar com o auxílio de pessoa de sua confiança, ainda que não tenha feito o pedido antecipadamente ao juiz eleitoral.
Como votar
Todos os eleitores brasileiros votam na urna eletrônica. Nela é mais fácil, rápido e seguro exercer o direito ao voto. Primeiro, o eleitor escolherá o candidato a vereador e depois o candidato a prefeito. O eleitor deve levar a “cola eleitoral” com os números dos candidatos nos quais quer votar. A colinha é muito útil para agilizar a votação (imprima aqui a sua cola).

Vereador

O primeiro voto será para o cargo de vereador. O eleitor pode votar em um candidato ou somente na legenda. Para escolher o candidato de sua preferência, digite os cinco números do candidato, confira o nome e/ou a foto dele e, caso esteja correto, tecle Confirma. Se você errou o número, tecle Corrige, digite os números corretos, e confirme o seu voto.
Para votar somente no partido, o chamado voto de legenda, o eleitor deve digitar somente os dois primeiros números, pois esses identificam o partido. Antes da confirmação do voto, a urna apresentará a informação do respectivo partido e mensagem alertando ao eleitor que, se confirmado o voto, ele será computado para a legenda. Dessa forma, o votante ajuda o partido de sua preferência a conquistar mais vagas na câmara dos vereadores, sem escolher um candidato específico para preenchê-la.

Prefeito
O segundo voto será para o cargo de prefeito. Para votar no candidato de sua preferência, digite os dois números do candidato, confira o nome e/ou a foto dele e, caso esteja correto, tecle Confirma. Se você errou o número, tecle Corrige e digite os números corretos, repetindo a operação até confirmar o seu voto. Ao final da votação, a urna eletrônica exibe a palavra FIM e emite um sinal sonoro indicando a conclusão do voto.

Justificativa
O eleitor que não puder comparecer ao seu local de votação e, em consequência, não votar, deve justificar a ausência. É necessária uma justificativa para cada turno em que o eleitor foi ausente, ou seja, se faltou à votação no primeiro turno, deve fazer uma justificativa; se faltar ao segundo turno, outra justificativa.
A justificativa pode ser feita no dia da eleição em um dos postos de justificativa ou em até 60 dias após a ausência. Para justificar a falta no primeiro turno, o eleitor deve comparecer ao cartório eleitoral até o dia 1º de dezembro. Se a falta for no segundo turno, o cartório eleitoral receberá a justificativa até o dia 29 de dezembro.

Para preenchimento do formulário de justificativa no dia da eleição é indispensável o número do título de eleitor. O ausente pode preencher o formulário antecipadamente, mas só deve assiná-lo quando da entrega, na presença do mesário.

Você deve justificar sua ausência. Se não o fizer ou se a justificativa não for aceita pelo juiz eleitoral, deverá pagar multa de R$ 3,51. O eleitor que deixar de votar em três turnos consecutivos terá seu título cancelado.

A justificativa pode ser feita no mesmo dia e horário das eleições, em ambos os turnos, quando o eleitor está fora da cidade onde vota.

Fonte: site do TSE

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Moro mantém Palocci preso

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O delegado da PF Filipe Hile Pace, da força-tarefa da Lava Jato no Paraná, pediu nesta sexta-feira, 30, ao juiz Sérgio Moro a conversão da prisão temporária do ex-ministro Antonio Palocci e de seu braço direito Branislav Kontic em preventiva – por tempo indeterminado.

Mais provas contra Palocci. A PF conseguiu recuperar os registros das planilhas “Italiano e Italiano-aço”;26 pagamentos: R$ 31 milhões.
ESTÁ PROVADO QUE PALOCCI DESTRUIU PROVAS. E EXISTE FORTES SUSPEITAS DE QUE ELE SOUBE ANTECIPADAMENTE DA PRISÃO. ELE DEVE FICAR PRESO POR TEMPO INDETERMINADO. A SOLICITAÇÃO JÁ FOI FEITA PELA PF.
A PF ENCONTROU TECLADOS E MOUSE SEM MONITORES OU CPU.
Moro descobriu que Palocci rifou a Petrobras com aval de Lula para compensar Odebrecht.

OFICIALMENTE, A DECISÃO DE ACEITAR A PRISÃO PREVENTIVA AINDA NÃO FOI DIVULGADA.

MP do ensino médio recebeu mais de 500 emendas

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AS MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO SÃO NECESSÁRIAS E NADA ESTÁ DEFINIDO. JÁ FORAM FEITAS 400 EMENDAS E SUGESTÕES DE DEPUTADOS, SENADORES. E O DOCUMENTO DEFINITIVO SERÁ VOTADO PELO CONGRESSO.
A REFORMA DEFINITIVA E APROVADA NÃO TEM A AUTORIA DE MICHEL TEMER. OS PETRALHAS ESTÃO ESPALHANDO MENTIRAS E CULPANDO TEMER.

A medida provisória que altera regras curriculares e de funcionamento do ensino médio (MP 746/2016) recebeu 567 emendas de deputados e senadores até o final da noite de quinta-feira (29). O texto será analisado primeiro por uma comissão mista e depois pelos Plenários da Câmara e do Senado.

A MP cria a Política de Fomento à Implantação de Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. Para isso, eleva a carga horária mínima anual, progressivamente, das atuais 800 horas para 1.400 horas. Algumas das principais – e mais polêmicas – mudanças sugeridas pelo texto tornam facultativo o ensino de Arte, Educação Física, Sociologia e Filosofia. Essas matérias poderão ser incluídas na Base Nacional Curricular Comum, parte integrante obrigatória dos três anos do ensino médio, que ainda está sendo discutida no Ministério da Educação. Português e Matemática serão obrigatórias.

De acordo com a MP, cerca de 1.200 horas da carga horária total do ensino médio serão destinadas ao conteúdo obrigatório definido pela base nacional. No restante da formação, os alunos poderão escolher seguir cinco trajetórias: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e formação técnica e profissional. A classificação toma como referência o modelo usado na divisão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

O projeto tem mobilizado os cidadãos no portal e-Cidadania do Senado Federal. Na página de Consulta Pública da MP, já são contabilizados mais de 63 mil votos a favor ou contra o texto.

Revogação

A emenda com a mudança mais radical pertence ao senador Paulo Paim (PT-RS): ele quer a revogação integral da medida provisória, sob o argumento de que a proposta foi oferecida ao Congresso de forma “arbitrária e antidemocrática” e sem os requisitos constitucionais de relevância e urgência.

“A medida provisória apenas escancara o desejo do atual governo em limitar o acesso da população e das entidades educacionais sobre as decisões em torno da reforma do ensino médio”, escreve Paim na argumentação de sua emenda.

Passe estudantil

O senador Roberto Rocha (PSB-MA) foi o primeiro a registrar emenda ao texto. Ele sugere que o projeto também contemple a criação do Programa Passe Livre Estudantil.

O objetivo é garantir a gratuidade no transporte coletivo público para estudantes de baixa renda, da rede pública e bolsistas da rede privada de ensino fundamental e médio, no percurso entre a residência e a instituição de ensino em que estão matriculados.

Propõe ainda que o benefício seja estendido aos matriculados em cursos técnicos e de qualificação profissional oferecidos pelo programa de seguro-desemprego.

Disciplinas

Vários parlamentares se preocuparam com a obrigatoriedade da oferta de língua estrangeira. Emendas de Paulo Bauer (PSDB-PR) e Eduardo Amorim (PSC-SE) tornam obrigatório o ensino da língua inglesa, nos três anos do ensino médio, e garantem o ensino optativo para outras línguas estrangeiras, como o espanhol. Já uma sugestão de Paulo Paim pretende manter a obrigatoriedade do ensino de língua espanhola.

Bauer também quer tornar obrigatória a inclusão de estudos e práticas de Educação Física, Arte, Sociologia e Filosofia na Base Nacional Comum Curricular. Outra sugestão do senador retira da MP a possibilidade de aproveitamento de conteúdos cursados no ensino médio para créditos no ensino superior.

Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) sugeriu incluir Filosofia e Sociologia no rol de disciplinas obrigatórias, nos três anos do ensino médio, assim como o ensino de arte e a prática de educação física. O deputado Marco Maia (PT-RS) propôs retirar o artigo que revoga a Lei 11.161/2005, que estabeleceu obrigatoriedade de ensino da língua espanhola nas escolas do país.

Cristovam Buarque (PPS-DF) incluiu a oferta obrigatória, como matrícula facultativa para os alunos do ensino médio, do ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Também propôs que a Base Curricular trate, nos temas transversais, de conteúdos relacionados à prevenção ao uso de drogas e álcool; educação ambiental e sexual; finanças pessoais e empreendedorismo; além de ética na política e democracia, cidadania e participação política.

Os senadores Paulo Paim e Ronaldo Caiado (DEM-GO) apresentaram emendas no sentido de manter a obrigatoriedade das aulas de artes e de educação física durante todo o ensino médio.

O senador Romário (PSB-RJ), presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), é outro que pleiteia a manutenção da educação física como disciplina mandatória. Além disso, ele apresentou emenda para incluir o estudo do direito constitucional no currículo.

Recursos

O senador Lasier Martins (PDT-RS) preocupou-se com a questão dos recursos. O texto da MP estabelece que a Política de Fomento à Implementação de Escolhas de Ensino Médio em Tempo Integral garantirá ajuda financeira para estados e Distrito Federal por, no máximo, quatro anos.

A emenda do senador estende esse prazo para dez anos. Já Cristovam Buarque sugeriu que a Política de Fomento não fixe um prazo determinado, mas que faça o repasse às escolas até que o ensino em tempo integral esteja em pleno funcionamento.

Profissionais

A possibilidade de contratação de professores sem diploma de licenciatura, mas que apresentem “notório saber” na área que ensinarão, também é alvo de pedidos de mudança. O senador Paulo Paim sugere que essa permissão seja suprimida por completo do texto.

Já o senador José Pimentel (PT-CE) pede que a contratação desses profissionais, quando acontecer, se dê em igualdade de condições com os professores diplomados, sem precarização da relação de trabalho e sem “contornar” a necessidade de vínculo efetivo, por meio de concurso público, por exemplo.

Lasier Martins também propôs que as escolas mantenham profissional das áreas de Pedagogia ou Psicologia habilitados para orientar vocacionalmente os alunos no processo de escolha da carreira profissional.

Já Cristovam sugeriu incluir no texto da lei que o Ministério da Educação dê prioridade aos professores da rede pública de educação básica no preenchimento das vagas disponíveis para os cursos de licenciatura e Pedagogia no âmbito do Programa Universidade Para Todos (Prouni), que concede bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica na rede privada.

Emenda de sua autoria determina ainda que os profissionais com “notório saber” deverão comprovar aos sistemas de ensino a experiência correlata ao conteúdo ministrado e se submeterem a avaliações periódicas. O senador pelo DF, um dos que mais propuseram emendas ao texto, também sugeriu que não só o ensino médio se torne integral, mas também o ensino fundamental.

O que diz a medida provisória

A MP foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União no último dia 23. A MP, que altera diversos trechos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB — Lei 9.394/1996), tem efeitos imediatos, mas deve ser aprovada pelo Legislativo em 120 dias, sob pena de perder a validade.

De acordo com a medida provisória, o currículo do ensino médio continua abrangendo, obrigatoriamente, Língua Portuguesa, Matemática, mundo físico e natural e realidade social e política — o mesmo vale para a educação infantil e para o ensino fundamental.

Temas transversais, como Filosofia e Sociologia, que até então eram disciplinas obrigatórias, poderão ser incluídos nesses currículos se previstos pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), dependendo de aprovação do Conselho Nacional de Educação e de homologação pelo ministro da Educação, após ouvidos o Conselho Nacional de Secretários de Educação e a União Nacional de Dirigentes de Educação.

A MP determina que o ensino médio pode ser organizado em módulos e com sistema de créditos ou disciplinas, que poderão contar até para um futuro curso superior. Estabelece também que o ensino de Arte e de Educação Física integram obrigatoriamente os currículos do ensino infantil e do ensino fundamental. O mesmo não ocorre no caso do ensino médio.

O texto obriga as escolas a ensinarem Língua Inglesa a partir do sexto ano do nível fundamental, podendo outras línguas ser ofertadas como matérias optativas, “preferencialmente o Espanhol”. A LDB obrigava as instituições de ensino a oferecerem “uma língua estrangeira moderna” a partir da quinta série.

A medida provisória estabelece ainda que o currículo do ensino médio é composto pela BNCC e por “itinerários formativos específicos, a serem definidos pelos sistemas de ensino”, com ênfase em linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e formação técnica e profissional. Os sistemas de ensino poderão compor seus currículos com base em mais de uma dessas áreas.

A MP permite que sejam professores da educação escolar básica profissionais com notório saber reconhecido pelos respectivos sistemas de ensino “para ministrar conteúdos de áreas afins à sua formação”.

O governo anunciou que vai investir R$ 1,5 bilhão em escolas de tempo integral, para atender a 500 mil novos estudantes de ensino médio nesse regime até 2018.

Fonte: Agência Senado

 

Dória lidera pesquisa em São Paulo – O Debate

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Conforme a mais recente pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, divulgada anteontem, Doria tem 28% das intenções de voto, seguido por Celso Russomanno (PRB), com 22%; Marta aparece com 16%, em empate técnico com Haddad (13%). A candidata do PSOL, a ex-prefeita Luiz a Erundina, está com 5% das intenções de voto.

O Debate:

No primeiro bloco, Marta e Dória atacaram Haddad:

Marta: “Na atual gestão, a Prefeitura virou as costas para a periferia. Não entregou o que prometeu. Dos 20 CEUs (Centros Educacionais Unificados), entregou um, das 49 UBS.

 

Dória: “A Prefeitura prometeu muito e cumpriu pouco. Deixou a desejar. Não é justo que mais de 500 mil pessoas estejam esperando por exames. Não é razoável que mais de 103 mil crianças estejam fora das creches”, respondeu Doria.

Marta: “Vamos entregar muito do que foi prometido pela gestão anterior”.

“Vamos entregar 14 CEUs (criados na gestão Marta).” O tucano encerrou a sequência exaltando o CEU.

“Considero o CEU um bom programa, que você iniciou e o prefeito Haddad tentou ampliar, mas não conseguiu. Vamos ampliar.”

Erundina ataca Dória: “Sabemos que grupos especiais precisam de uma atenção especial. Tem outro candidato entre nós aqui que ameaçou acabar com a secretaria que existe de atenção ao segmento de pessoas com deficiência. Isso é um retrocesso, uma insensibilidade.”

O ataque mais contundente foi de Erundina contra Doria. A ex-prefeita o chamou de “lobista” e lembrou que ele recebe dinheiro público para suas atividades empresariais. “Lamentavelmente a sua ação lobista se serve basicamente de recursos públicos”, disse a candidata do PSOL.

 

Erundina perguntou a Marta: “O presidente ilegítimo, o seu presidente, editou uma medida provisória modificando o ensino médio no País, alternando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Isso mediante uma medida provisória, sem nenhum debate. O que acha?”

Marta respondeu:  “Acredito que podia ser mais debatido popularmente. Em linhas gerais é uma medida interessante porque diminui o número de cadeiras que os alunos vão ter acesso.”

PF suspeita de que Palocci e Mantega sabiam que seriam presos

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Foto Reprodução “O Globo”

Experientes policiais recomendam que a Lava Jato, se já não faz isso, investigue o possível vazamento da prisão de Antônio Palocci. É que o ex-ministro de Lula e Dilma parecia preparado, quando na segunda (26) a Polícia Federal bateu à porta do seu luxuoso apartamento, em São Paulo, ao amanhecer. Ele estava sozinho. Não havia familiares, como se eles tivessem sido poupados do constrangimento, tampouco empregados – à exceção da visita imprevista do tratador da piscina.

Guido Mantega também parecia avisado da prisão: deu um jeito de sair de casa às 4h da madrugada para “acompanhar a mulher ao hospital”.

Estranho, no caso Mantega, é que não era um hospital público e sim o “vip” Albert Einstein, onde não há filas de espera às 4h da madrugada.

Logo após a prisão de Mantega, petistas espalharam que sua mulher faria “procedimento cirúrgico”, aliás, jamais confirmado pelo hospital.

Assim como Mantega, que parecia preparado para viajar a Curitiba, Palocci tinha mala pronta e já estava vestido quando a polícia chegou.

A informação é colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Eleições terão 25 mil militares atuando em 14 estados no primeiro turno

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As Forças Armadas vão empregar 25 mil militares no primeiro turno das eleições municipais. A informação foi divulgada hoje (29) pelo Ministério da Defesa. O contingente das três forças vai atuar em 408 localidades de 14 estados definidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável por atender as solicitações.

No próximo domingo (2), os militares vão dar apoio logístico e contribuir para garantir a segurança na votação e apuração. Outros 3 mil militares devem ficar de prontidão. De acordo com o ministério, o custo estimado da operação é R$ 23 milhões, que serão pagos pelo TSE.

O número de municípios e tropas ainda pode aumentar, caso haja mais pedidos do tribunal.

Os 14 estados que receberão os militares são Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins.

Os militares vão atuar no sábado (1°) e no domingo e a operação pode se repetir no segundo turno, caso haja nova solicitação.

O apoio logístico em 102 localidades de difícil acesso deve ajudar no transporte de material e pessoal, o que inclui as urnas eletrônicas e os funcionários dos tribunais eleitorais. Em outras 306 localidades, o objetivo dos militares será garantir a segurança e a tranquilidade na votação e apuração.

Ao todo, 1.243 viaturas, quatro veículos blindados, 89 embarcações e 26 aeronaves das três forças serão usadas.

Rio de Janeiro

Único estado da região Sudeste que receberá reforço na eleição, o Rio de Janeiro deve contar com 6,5 mil militares em 11 municípios (Rio de Janeiro, Belford Roxo, Magé, Campos dos Goytacazes, São Gonçalo, Macaé, Queimados, Japeri, Nova Iguaçu, São João de Meriti e Duque de Caxias).

Um efetivo de 7,7 mil militares foi escalado para a Região Norte, e outros 5,3 mil devem dar apoio às eleições no Nordeste. Para a Região Centro-Oeste, serão deslocados 2,3 mil militares.

A atuação das Forças Armadas nas eleições foi autorizada por um decreto do presidente Michel Temer publicado em 23 de agosto. O reforço foi confirmado pelo ministro da defesa, Raul Jungmann, em reunião com o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes.

Senador Álvaro Dias defende investigação nos empréstimos do BNDES

Alvaro Dias expôs, no Senado, o tamanho dos repasses do Tesouro Nacional e do FGTS e FAT para o BNDES fazer sua política de empréstimos: R$ 716 bilhões. Esse dinheiro foi emprestado a empresas e países a juros bem inferiores aos pagos pelo Tesouro e quem está arcando com o custo dessa diferença é o trabalhador e o contribuinte. “Com o caixa robusto, o BNDES se tornou uma poderosa instituição de financiamento, com alta ingerência do governo do PT em sua política de empréstimos. Essa política tornou o BNDES um atraente espaço onde instalar a corrupção”, disse Alvaro Dias, que defende que seja realizada uma investigação minuciosa nos empréstimos do banco.

Fonte#ADComunicação, publicado no perfil do Facebook do Senador Álvaro Dias.

OS EMPRESTIMOS

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Guido Mantega e o risco de fuga

A Polícia Federal diz ter identificado risco de o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega fugir do Brasil. O plano de fuga seria entre setembro e outubro deste ano. O petista foi alvo da 34a fase da Operação Lava Jato, na semana passada, quando chegou a ser preso e teve a prisão revogada cinco horas depois.
Mantega tem dupla cidadania porque nasceu na Itália. Investigadores relatam que Mantega e a mulher, Eliane Berger, estavam com passagens compradas para Paris com embarque marcado para o dia seguinte de sua detenção, ocorrida na última quinta-feira (22). A informacão foi publicada no jornal Folha de S. Paulo desta quinta (29).

Após a prisão e soltura, Mantega remarcou a viagem para 8 de outubro, com retorno previsto para o dia 15 do mesmo mês. No entanto, considerando haver risco de fuga, a PF seguiu monitorando o petista após a soltura. ( Diário do Poder)

Janaína Paschoal responde Lewandowski

O ministro do STF, Ricardo Lewandowski, disse em uma aula na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, SP que o impeachment foi um “tropeço na democracia”. A jurista Janaína Paschoal, respondeu:

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TROPEÇO NA DEMOCRACIA É O MINISTRO RASGAR A CONSTITUIÇÃO, IGNORAR O ARTIGO 52 E MANTER OS DIREITO POLÍTICOS DE DILMA.DE ACORDO COM A CONSTITUIÇÃO, A CASSAÇÃO DO MANDATO IMPLICA NA PERDA DOS DIREITOS POLÍTICOS.
O EX-PRESIDENTE DO SUPREMO -E AMIGO DE LONGAS DATAS DE LULA ( BEBIAM JUNTOS EM SP) IGNOROU A LEI PARA FAVORECER A PETISTA.

DIVERSOS MINISTROS SE MANIFESTARAM CONTRA A ATITUDE DE LEWANDOWSKI.

Gilmar Mendes Respondeu:

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Por que as palestras de Lula acabaram? Este ano não teve uma

As milionárias palestras de Lula. ninguém assistiu. Não existe nenhuma no youtube nem por alguns minutos de amostra.Seria uma lavagem de dinheiro? Após os avanços da Lava Jato, Lula deixou de ser palestrante…….

A LILS Palestras, Eventos e Publicações distribuiu a Lula, a título de lucro, R$ 7.589.936,14, ou seja, 36% do total auferido pela entidade no período (destacando-se que a maior retirada, de R$ 5.670.270,72 aconteceu em 2014, ano da deflagração da fase ostensiva da ‘Operação Lava Jato’)”, registram os procuradores da Lava Jato, na primeira denúncia que levou Lula ao banco dos réus, em Curitiba, na terça-feira, 20.

Criada para que o ex-presidente pudesse dar palestras, a LILS movimentou entre 2011 e 2015 um total de R$ 52,3 milhões. Foram R$ 27 milhões recebidos, a maior parte de empreiteiras e grandes empresas, e R$ 25,2 milhões em débitos.