A farsa do aquecimento global

 

ARTIGO DE REINALDO AZEVEDO

James Lovelock, o  pai espiritual da teoria do aquecimento global, já pulou fora, conforme mostrei aqui.  Aos 92 anos, admite seu erro e diz que os pesquisadores ligados às universidades não fazem o mesmo porque perderiam financiamento. Há muita gente babando verde por aí… De raiva! O fim do mundo lhes permitia impor a agenda que bem entendessem. É óbvio que o fato de a mudança climática — A PROVOCADA PELO HOMEM — ser uma fantasia não deve servir de pretexto para sair por aí emporcalhando o planeta. Mas é bom saber que a humanidade não precisa ficar refém das, como é mesmo?, “energias alternativas” e suas monopolistas. Adiante.

No fim da semana passada, mais uma boa notícia (não para os ecobobos) veio a público. Informou a AFP: “Um estudo realizado ao longo de dez anos sobre as geleiras da Groenlândia sugere que elas podem estar derretendo mais lentamente do que se pensava, e, sendo assim, a elevação do nível do mar seria menos pronunciada do que o previsto nos piores cenários, segundo estudo divulgado na última quinta-feira (3). A rapidez no derretimento das geleiras depende, em grande medida, da rapidez com que estes se movem, demonstrou a pesquisa publicada na revista Science, que mostra que este fenômeno levaria a um aumento de 0,8 metro do nível do mar em 2100, e não de dois metros, como alguns cientistas afirmaram anteriormente. (…)Voltei Ufa! Os climatologistas aquecimentistas haviam previsto, em seus computadores, uma elevação de 200 centímetros no nível do mar. Houve uma pequeno erro:  eles estão fazendo por menos, deixando por 40% do preço original… Ainda farão novos abatimentos. Comecem a contar as horas para uma nova hipótese escatológica ligada ao clima ser lançada. A da mudança climática está sendo desmoralizada a cada dia. A indústria bilionária que essa fantasia criou, com adesão quase unânime da imprensa das sociedades democráticas, terá de reagir de algum jeito.

Gente esquisita…  Eu fico feliz ao saber que o mundo não vai acabar nem em 2012, segundo o Calendário Maia, nem em 2100, segundo o calendário da vigarice científica. Há quem fique triste. Mas entendo: não é de hoje que o fim do mundo é usado para enganar trouxas.

Como disse Locelock, o clima sempre aprontando as suas pequenas trapaças! Pois é… Não adianta ficar me chamando de “reacionário”, tá? Agora que o velhinho recobrou a razão, sou seu discípulo! Também acho que a Terra é um “organismo”, tá? E descobri que unha encravada não faz mal ao fígado…

Já há climatologista que decidiu mudar de ramo e aderir ao Tarô, aos búzios e a outras “ciências adivinhatórias”. Os mais desesperados prometem trazer a pessoa amada em três dias… Os mais ousados pensam mesmo em fundar uma igreja.

Um dia um economista sério ainda vai se lembrar de pôr preço em toda essa fantasia.

Dezesseis grandes cientistas internacionais lançaram uma Carta Aberta destinada aos candidatos presidenciais dos EUA, destacando que “não é verdadeira a alegação de que quase todos os cientistas exigem fazer algo dramático para deter o ‘aquecimento global’. Na verdade, um grande número e crescente de cientistas e engenheiros não concordam que essas ações sejam necessárias. O CO2 não é um poluente, mas um componente-chave do ciclo de vida”. Os cientistas comparam a hostilidade mediática e oficial contra eles à repressão dos dissidentes na União Soviética e apelam aos candidatos para não explorarem pânicos irracionais, baseados em reivindicações alarmistas e carentes de provas “irrefutáveis”.

Fonte: Agencia Boa Imprensa

O hidrologista norte-americano Peter Gleick  — um dos arautos da teoria do aquecimento global causado pelo homem — assumiu de público que se fez passar por outra pessoa a fim de denegrir os que denunciam as fraudes sobre o aquecimento do clima. Ele enviou a órgãos oficiais documentos que ele atribuiu falsamente ao Instituto Heartland, destacado grupo que denuncia fraudes do ambientalismo catastrofista. Gleick foi condenado publicamente pela União Geofísica Americana e renunciou ao seu cargo no Pacific Institute, na Califórnia. Mais um golpe desmoralizador contra esta ofensiva fraudulenta e pseudocientífica.

Em outubro a Câmara dos Comuns inglesa aprovou a chamada “Mãe de Todas as Leis”, que visa combater o contestado aumento de temperatura global devido a causas humanas. Enquanto se realizava a votação, Londres e o próprio Parlamento  encontravam-se cobertos por uma nevada como não ocorria desde 1922. Em fevereiro último, mais um volume recorde de neve. Sem perturbar-se com essa contradição, a Câmara dos Comuns aprovou a mencionada lei, criando enorme aparato burocrático que invade inúmeras áreas da atividade humana, com mais controles estatais socializantes. A imprensa americana sublinhou o estranho descolamento entre a mídia e a maioria dos ingleses a respeito de “aquecimento global”. 60% deles duvidam dessa teoria, sendo cada vez mais numerosos os que julgam tal aquecimento “não ser tão ruim quanto estão dizendo”.

Fonte: Agencia Boa Imprensa

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O Planeta está esfriando

Publicado em 31/07/2009

Ninguém pode descordar sobre as alterações climáticas que andam ocorrendo, mas segundo o colunista do Telegraph, Christopher Booker, elas não tem nada haver com o aquecimento global. Pois a terra está esfriando, segundo sua opinião.

Christopher citou as seguintes justificativas para comprovar sua teoria.

2008 a temperatura caiu de maneira totalmente imprevisível ao longo do ano. Canadá e EUA tiveram a maior nevasca desde 1996. Segundo sua análise.

Pesquisas mostram que as temperaturas mais quentes ocorreram a 1.000 anos atrás, no período medieval.

De acordo com a NASA, dezembro de 2007 a novembro de 2008 foi a melhor ano desde de 2000. E que a década mais quente do século 20 não foi a década de 90, mas sim a década de 30.

site da Crysophere Today, relatam que o gel Ártico está superior ao mesmo período no ano passado. E além disso, o gelo antártico está aumentado desde 1979 e que o número de Urso Polar também está em nível recorde.

Relatório do Programa das Nações Unidas alegou que a causa do derretimento do gelo nos Himalaias não foi o aquecimento global, mas sim, o efeito do aquecimento local que ocorreu através de uma “nuvem marrom atmosférica”. Causada pela queima de combustíveis fósseis e ao desmatamento.

A NASA mostra que agosto foi o quarto mês do ano de 2008 que as temperaturas caíram abaixo da sua média de 30 anos. E que novembro de 2008 nos EUA foi o 39o mais quente desde que há registros 113 anos atrás.

Fonte:
http://www.nutricy.com/o-planeta-esta-esfriando/

http://www.telegraph.co.uk/earth/environment/globalwarming/4839985/Scientists-to-stop-global-warming-with-100000-square-mile-sun-shade.html

 Artigo de Francisco Viana


Somente os políticos socialistas e os “ecologistas” – falsos cientistas do clima planetário – estão perplexos e não conseguem entender e muito menos explicar por que não está havendo aquecimento global algum e, ainda, por que o mundo, na verdade, está resfriando, conforme informa a agência de notícias Reuters. Na verdade, o tão badalado e pressuposto aquecimento global sequer ocorreu em valores acima do desprezível como também a tão vaticinada catástrofe ambiental passou a ser adiada possivelmente para nunca mais. Todavia, a grande maioria dos climatologistas sérios – os verdadeiros cientistas debruçados sobre a ciência do clima global – entendem e explicam com clareza a ciclicidade que se observa na natureza com relação às variações climáticas.
 
Com isso, os falsos cientistas e os ideólogos do antiantropologismo e do atraso, todos socialistas, ficam a falar sozinhos na busca por alguma razão ou argumento mágico pelo qual possam explicar porque seus vaticínios climáticos não deram certo. Põem-se agora a criticar métodos de medição e equipamentos, os mais sofisticados, utilizados para o conhecimento da realidade. E, acima de tudo, usam de sofismas e pseudoargumentos, os mais estapafúrdios, para tentarem ainda iludir a opinião pública sobre o assunto e, assim, salvar os lucros de seus negócios internacionais que movimentam bilhões de dólares para “salvar o planeta”...
 Esquecem-se, no entanto, que tais métodos e equipamentos foram desenvolvidos exatamente por esses ‘falsos profetas da ciência’?
A culpa foi dos modelos computacionais do clima? Mas, quem criou esses modelos?
 
 
 O que não têm a coragem de dizer é que toda a sua faina tenha sido motivada por uma desmesurada ambição pecuniária e ideológica, alem de extracientífica, o que os levou a divulgar fantasias travestidas de ciência alheias ao conhecimento climatológico e, acima de tudo, direcionadas para a obtenção de verbas, aplausos, favores e cargos públicos. Mas, como confessar uma coisa dessas, não é mesmo?
 Na verdade, a ideologia neocomunista, voltada contra o progresso e contra a expansão do gênero humano, tem sido o motor a impulsionar tanta balela e falsificação com relação ao clima global, numa tentativa, por vezes até bem sucedida, de implantar o terror com relação ao futuro climático do planeta Terra. Em muitos casos, foi o que de fato ocorreu e até tem sido admitido, com o estardalhaço de sempre, por essas forças políticas.
 Mas os climatologistas sérios estão cansados de explicar a natureza cíclica das alterações climáticas e de demonstrar que a influência humana sobre essa ciclicidade é desprezível. Ou seja, em termos globais, a atividade humana “não fede nem cheira” e se ela produz efeitos deletérios, esses efeitos são pontuais, localizados e circunscritos e a somatória global deles não é capaz de produzir alteração climática global sequer mensurável. Os métodos e a programação dos computadores envolvidos nas medições dos ecologistas são de natureza retilínea, exatamente como a mentalidade dos burocratas que não conhecem os ritmos da ciclicidade climática do planeta.
 As variações climáticas dependem basicamente da atividade solar, que como se sabe, aumenta e declina, ciclicamente, a cada período de cerca de sessenta anos. Assim, por volta do ano 2000 cessou um desses períodos de alta atividade solar e se iniciou um período de baixa atividade de nossa estrela. Isso significa que no próximo meio século, deveremos ter verões mais amenos e invernos mais rigorosos.
 A importância da boa compreensão dessa lição que nos dão os climatologistas, na verdade, reside no fato de que, daqui a uns cinquenta anos adiante, quando provavelmente a atividade solar começar de novo a aumentar, a humanidade não se veja outra vez às voltas com o pavor disseminado -- por ignorância, má fé, ou possivelmente ambas -- pelos ctastrofistas de plantão, dispostos a continuar a instrumentalizar a ciênciapara tentar impor seus objetivos ideológicos danosos ao bem estar e ao progresso da civilização atravéz de sua luta espúria pela regressão do ser humano ao primitivismo da vida tribal.
 Diante da frustração da ofensiva alarmista, verde por fora e vermelha por dentro, dos ‘melancias’, os governos – pelo menos os ainda não ideologizados pelo socialismo – começam a abandonar as soluções e orientações ecossocialistas, tais como as que envolvem as chamadas “energias renováveis” (eólica, solar, etc.) em favor, por exemplo, da exploração do xisto betuminoso, uma matriz energética de potencial muito maior até do que a do próprio petróleo liquido. As chamadas “energias limpas”, na verdade, são extremamente dispendiosas, e exigem bilhões de dólares com retornos insatisfatórios.
 Como escreveu o estatístico dinamarquês Bjon Lomborg em seu livro “O Ambientalista Cético”, “um aquecimento moderado da temperatura global, bem como um aumento ligeiro na concentração de CO2 atmosférico, seriam benéficos para as lavouras, para a saúde humana, para a flora em geral, para o indispensável 'efeito estufa' proporcionado pelas nuvens e partículas sólidas em suspensão na atmosfera, e não por gases, e pois para a própria vida no planeta”. A perspectiva de um meio século adiante de esfriamento global, no entanto, não é nenhum motivo para preocupação, como não deverá ser quando, lá por volta de 2060, a atividade solar voltar aumentar em respeito à sua natureza cíclica.
 Agora, o que vemos é o painel sobre o clima da ONU (IPCC) se lançar freneticamente a novos estudos científicos para extrair mais detalhes dessa explicação climatológica e de tentar explicar minuciosamente o porquê de a natureza não ter se comportado como queriam os políticos de esquerda associados aos ecologistas. Ora, acontece que o IPCC é uma entidade não cientifica, estritamente política e dominado por socialistas, que vem, destarte, a se desmoralizar progressivamente na medida em que prega ideias ao invés de constatar fatos, o que o torna dificilmente aceitável e crível pela opinião pública mundial.
 O ecologismo catastrofista vem também sendo usado pelos governos que se mostram incompetentes e pusilânimes em resolver problemas de poluição do ar nas grandes cidades, e de rios e mananciais, que as grandes aglomerações humanas transformam em verdadeiros esgotos a céu aberto, além de permitirem que fazendeiros inescrupulosos açoreem e envenenem os rios, principalmente pela destruição do seu ecossistema ciliar.
 Todos estes problemas têm soluções eficientes nos dias de hoje, nos quais os avanços tecnológicos são capazes de provê-las de modo eficiente e satisfatório. Mas os governos, principalmente os populistas e demagógicos, que agem no sentido contrário à construção de uma democracia meritocrática, não incluem essas metas como prioritárias em suas agendas, preferindo tratar o eleitor como um débil mental e que, supostamente, se satisfaz com uma política de “pão e circo” para mantê-los no poder.