Congresso da juventude petista – Endeusando criminosos

No Congresso da juventude petista, foi colocada uma faixa com a frase “gueirreiros do povo brasileiro” e a foto de alguns condenados e outros investigados e suspeitos de crimes.

HERÓIS DOS BRASILEIROS? NÃO. ELES SÃO HERÓIS DOS CORRUPTOS, DOS LADRÕES, DOS TRAIDORES DA PÁTRIA. HERÓIS DO PT DE LULA E DILMA.
QUEM CHAMA BANDIDOS CONDENADOS PELA JUSTIÇA DE GUERREIROS OU HERÓIS, É BANDIDO TAMBÉM.

Lula reconhece que na situação que está o Brasil, o PT não vende mais ilusões

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou seu discurso na abertura da 3ª Conferência da Juventude do PT, na manhã desta sexta-feira, para alertar o partido que não há como pensar em 2018, ano eleitoral, sem resolver a crise política e econômica atual e ajudar a presidente Dilma Rousseff, mas pôs a culpa dos problemas na oposição.

– Antes de a gente pensar em 2018 nós temos que ajudar a companheira Dilma a sair da encalacrada que a oposição colocou a gente depois das eleições – afirmou, para um plateia que o recebeu com gritos de “Lula de novo com a força do povo”.

Lula assume que usa o PMDB como meio para manter o PT no poder e que depende do PMDB ( o PMDB deseja lançar candidato próprio em 2018).

Logo que o presidente chegou ao local do Congresso, um clube em Brasília, foi recebido com gritos de “Lula de novo”, mas também com cobranças para que o partido rompa com o PMDB. “Lula eu quero ver você romper com o PMDB”.
Mais uma vez, o ex-presidente defendeu a relação do governo com o partido. Ao cobrar que o PT precisa ter candidatos em todos os lugares nas eleições municipais de 2016, “com chances de ganhar”, afirmou que se não for possível é necessário sim fazer alianças.
– O ideal seria se pudesse disputar e ganhar a presidência, 27 governadores, 81 senadores e 513 deputados com um partido só. Seria maravilhoso – disse.
– Quando a gente ganha precisa construir a governabilidade. Seria maravilhoso se a Dilma sozinha pudesse votar tudo, mas entre a política e o sonho, entre o meu desejo ideológico e partidário e o mundo real da política tem uma distância enorme, e a gente tem que governar – disse.

Jorge Roriz

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