Mariana -Com grande atraso, Dilma fala em ações para amenizar a tragédia

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A LAMA CHEGOU NA ÚLTIMA SEGUNDA-FEIRA (16/11), NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO.

BRASÍLIA – A presidente Dilma Rousseff afirmou na noite desta terça-feira, 17, que será criado um fundo de socorro para as áreas afetadas pelos rejeitos da mineradora Samarco, entre Minas Gerais e o Espírito Santo. Uma barragem da empresa se rompeu, soterrando cidades e contaminando a água do Rio do Doce. Dilma, no entanto, ainda não definiu como será a composição e o gerenciamento desse fundo. A presidente também disse, sem dar detalhes, que estuda mudar a legislação em função do desastre ambiental.

Recuperar o rio é a única forma de dar uma resposta positiva à população atingida”, disse a presidente. Precisamos tornar esse rio o que ele era antes das empresas e das pessoas chegarem ali e uma parte disso terá de ser feita pela empresa”, afirmou. Questionada sobre o possível custo dessa recuperação e do atendimento às vítimas, Dilma disse que ainda é cedo para saber por causa da complexidade e extensão do desastre. “Nós não temos o tamanho do desastre e nem o tempo que vai levar para recuperar o rio”, disse. (Estadão)

 

A PRESIDENTE PARECE NÃO SABER A GRAVIDADE DOS FATOS. OS RIOS MORTOS NUNCA SERÃO RECUPERADOS. OS QUE ESTÃO NA UTI SERÃO RECUPERADOS APÓS 100 ANOS.

ELA AINDA NÃO SABE QUAL O VALOR DA VERBA QUE SERÁ DIPONIBILIZADA.

AS VÍTIMAS NÃO PODEM ESPERAR QUE DILMA SE CONSCIENTIZE DA GRAVIDADE DA SITUAÇÃO. 13 DIAS JÁ SE PASSARAM DA TRAGÉDIA.

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