NOTA OFICIAL DO MBL SOBRE MATÉRIA CALUNIOSA DO UOL

 

Não foi com muita surpresa que o MBL recebeu os ataques infundados feitos pelo jornalista Vinícius Segalla em recente matéria para o portal UOL. Com o intuito de difamar o Movimento – e o impeachment como um todo – o jornalista cria um título escandaloso (Áudios mostram que partidos financiaram MBL em atos pró impeachment) que é desmentido no corpo da própria matéria.

 

Não há em momento algum declaração ou prova de “financiamento” de partidos para o MBL. Não há relação programática entre o MBL e tais agremiações. O que há são declarações de membros de juventudes partidárias NEGANDO tais participações e afirmando algo que todos os brasileiros já esperavam deles há muito tempo: que os partidos se engajaram nas manifestações de rua pelo Impeachment, somente depois de longos meses de pressão das ruas, encabeçadas pelo MBL.

 

Desta maneira, o MBL afirma o óbvio: nega qualquer financiamento partidário a suas atividades, e afirma que irá tomar as atitudes cabíveis contra o jornalista e o UOL. E mais: desafia o jornalista e  os detratores de sempre – ligados e financiados pelo PT e seus asseclas – a provar qualquer relação financeira entre o Movimento Brasil Livre e os partidos.

 

Além disso, o Movimento esclarece:

 

    • Que as manifestações de rua pelo Impeachment não tem “dono”, e que é obrigação de todo partido de oposição ao governo petista afastado divulgá-las massivamente em suas redes e militância;

 

    • Que sempre exigiu a participação direta dos partidos de oposição na luta pelo impeachment, seja divulgando, seja orientando suas bancadas a votar pelo afastamento de Dilma;

 

    • Que já deixou claro e público – em matérias veiculadas na imprensa anteriormente – que criou uma campanha de divulgação chamada “Esse impeachment é meu!”, e que a mesma era ABERTA a todos que quisessem utilizá-la. Soa como má fé o fato de que o jornalista tenha “descoberto” tal campanha mais de 3 meses após ela ter sido divulgada pelo MBL. Pior: é escandaloso que o mesmo, imbuído claramente de má-fé, afirme que tal campanha é “propriedade” do Movimento, quando a mesma já fora anunciada como de propriedade pública e coletiva;

 

    • Que o Movimento jamais negou a política e os partidos, tanto que foi integrante e fundador do Comitê Pró-Impeachment. Tal Comitê buscava, justamente, aumentar a capacidade de articulação das ruas e do parlamento, para que o Impeachment pudesse se tornar realidade;

 

    • Que o MBL continuará cobrando dos partidos seu total empenho em divulgar toda e qualquer ação que redunde no afastamento definitivo de Dilma Rousseff do comando do país;

 

    • Nos assombra perceber que ainda temos gente que recusa a ação política coordenada entre partidos e movimentos, numa clara demonstração de fascismo e autoritarismo.

 

 

Negar a atuação política junto a partidos nos leva a barbárie. O MBL lutará intensamente contra esta ideia.

 

Contra todos os tipos de totalitarismo!

 

Movimento Brasil Livre

Deixar uma resposta