Se o ministro presidente do TSE considera Impeachment um golpe, ele é parcial e ignora a lei

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“Temos de ter a paciência de aguentar mais três anos sem nenhum golpe institucional”, afirmou. “Estes três anos (após o ‘golpe institucional’) poderiam cobrar o preço de uma volta ao passado tenebroso de trinta anos. Devemos ir devagar com o andor, no sentido que as instituições estão reagindo bem e não se deixando contaminar por esta cortina de fumaça que está sendo lançada nos olhos de muitos brasileiros”, afirmou o presidente do STF Ricardo Lewandowiski.

Em outras palavras ele pensa que impeachment é golpe e que o Brasil deve ficar com a presidente Dilma fantoche até o final do mandato.

Dilma é acusada de crimes eleitorais, ( ainda não julgado pelo TSE) foi citada na Lava Jato por delatores e além disso, violou a lei de responsabilidade fiscal.

O pronunciamento do Ministro Ricardo Lewandowiski é a maior prova do aparelhamento do Estado brasileiro. o presidente da Suprema Corte ignorou a Constituição e a Lei 1.079

Em outras palavras ele pensa que impeachment é golpe e que o Brasil deve ficar com a presidente Dilma  até o final do mandato. Mas se ela ainda não foi julgada ? Se o Tribunal de Contas da União recomendou a rejeição das contas de Dilma e o Congresso ainda não tomou uma decisão.  Por que o presidente do STU considera que o impeachment é um golpe?

Dilma é acusada de crimes eleitorais, ( ainda não julgado pelo TSE) foi citada na Lava Jato por delatores e além disso, violou a lei de responsabilidade fiscal.

O pronunciamento do Ministro Ricardo Lewandowiski é a maior prova do aparelhamento do Estado brasileiro. o presidente da Suprema Corte ignorou a Constituição e a Lei 1.079.

“O impeachment é um mecanismo previsto na Constituição, mas é claro que tem que haver um móvel. Existente esse móvel, e eu não sei se há ou não, terá evidentemente um procedimento alusivo ao próprio impeachment. Não há campo para se imaginar golpe institucional. “O impeachment é um mecanismo previsto na Constituição, mas é claro que tem que haver um móvel. Existente esse móvel, e eu não sei se há ou não, terá evidentemente um procedimento alusivo ao próprio impeachment. Não há campo para se imaginar golpe institucional”, afirmou o ministro do STF, Marco Aurélio.

Jorge Roriz.

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