Dilma conspira contra a Constituição e contra o Supremo

 

Afrontando a Carta Magna, a Lei 1.079 e o Supremo, que definiu o rito do impeachment, disse a mandatária a uma plateia de acólitos:
“Nesse caso não cabem meias-palavras. O que está em curso é um golpe contra a democracia. Eu jamais renunciarei”.

Os farsantes resolveram levar longe a ignomínia. Decidiram criar uma tal “Rede da Legalidade”, numa alusão à pressão feita por lideranças próximas a João Goulart, em 1961, para que assumisse a Presidência com a renúncia de Jânio Quadros. Boa parte do establishment militar não aceitava a sua posse.

“Ilegais, hoje, são aqueles que usam um prédio público, como é o Palácio do Planalto, para chamar de golpistas a Constituição, a lei e o Supremo.

Dilma já se levantou contra uma ditadura em nome de outra ditadura. Agora, ela se levanta contra a democracia em nome de um governo desmoralizado, cercado de ladrões por todos os lados.”

Reinaldo Azevedo

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