81% dos que recebem “auxilio doença” são petralhas sem doenças

Transparência vê ‘indícios de pagamentos indevidos’ sobre 81% de auxílio-doença.

De acordo com a legislação, o benefício do auxílio-doença é concedido, após cumprida a carência exigida (doze contribuições), com exceção para acidentes e outras doenças graves disciplinas pelo Regulamento da Previdência Social (Decreto nº3.048/99) – quando não é exigido carência –, aos segurados que encontram-se incapacitados por mais de 15 (quinze) dias consecutivos.

O problema é nacional. Não é apenas em São Paulo. Muitos auxílios doenças falsos, alimentaram a boquinha dos adeptos de Lula, Dilma e do PT. Se não ocorreu conivência das autoridades, ocorreu omissão por falta de uma fiscalização mais rigorosa para descobrir fraudes. O Governo Temer está fazendo isso.

Pente fino será em trabalhadores que ganham auxílio há mais de dois anos.
Atualmente, R$ 13 bilhões são gastos com quem recebe o benefício.