A história do ET de Varginha


A história do ET de Varginha

O Caso Varginha hoje é conhecido mundialmente e é reconhecido pelos ufólogos como o caso mais importante ocorrido no último século. E isso só foi possível porque mora em Varginha um dos maiores ufólogos do Brasil, Ele percebeu que algo incrível havia acontecido pela região. Trata-se do advogado  Ubirajara Franco Rodrigues, que, após uma semana de pesquisa, já divulgava à Imprensa os primeiros resultados. Depois disso, uma legião de ufólogos foram para Varginha.

Em 13.01.96 (talvez 20.01.96) o casal Eurico Rodrigues de Freitas e Oralina Augusta de Freitas, por volta das 01:30 horas avistaram uma pequena nave, em forma de submarino, do tamanho de um microônibus, com um enorme buraco em uma das pontas, saindo muita fumaça branca, sem ruído, sem iluminação e voando lentamente. A nave estava com aparente dificuldade de vôo e estava sobrevoando a fazenda distante 10 Km do Centro de Varginha.

No mesmo dia, por volta de 08h, Carlos de Sousa, trafegando pela Rodovia Fernão Dias, durante o dia e  viu a mesma nave, só que agora com um estranho ruído. Carlos acompanhou a nave pela rodovia por uns 20 Km, quando percebeu que a mesma estava caindo no meio da mata. Ele levou uns 30 minutos para encontrar o local, e quando lá chegou, os militares já estavam recolhendo os milhares de pedaços da nave. Ele foi convidado e se retirar do local e também para ficar em silêncio. Se o depoimento do Carlos for verdadeiro, com certeza, os militares estavam seguindo essa nave a noite inteira. Antes de cair, provavelmente ela deve ter pousado em algum lugar, durante à noite e de alguma forma algumas estranhas criaturas ficaram escondidas no meia da mata.
Em 20.01.96, logo pela manhã, os bombeiros foram acionados para capturar um estranho animal no bairro Jardim Andere, o que ocorreu por volta das 10:30 horas. A criatura foi levada embora pelo Exército. A captura foi realizada pelos bombeiros sargento Palhares, cabo Rubens, soldado Santos e soldado Nivaldo, sob a coordenação do major Maciel.

No mesmo dia, por volta das 15:30h,  Kátia Andrade Xavier, Liliane Fátima da Silva e Valquíria Aparecida da Silva retornavam do trabalho quando avistaram com uma estranha criatura. O local era três quarteirões de onde os bombeiros capturaram a primeira criatura. Correram assustadas pensando que tinham visto o demônio.

No mesmo dia, por volta das 20:00 horas, a Polícia Militar fez uma segunda captura de uma estranha criatura, a qual acabou sendo levada para o Hospital Regional. Durante a madrugada, já em 21.01.96, a criatura foi transferida para o Hospital Humanitas, onde veio a morrer. Nessa captura, participou o soldado P2 Marco Eli Chereze e provavelmente seu superior Capitão Siqueira.

Em 22.01.96, já no fim da tarde, um comboio vindo da ESA – Escola de Sargentos das Armas do Exército Brasileiro chegou em Varginha e retirou a estranha criatura do Hospital Humanitas, levando-a para a ESA.

Em 23.01.96, ainda de madrugada, o comboio militar saiu com destino à Campinas, no interior do Estado de São Paulo. No comboio tinha três caminhões que foram dirigidos pelos motoristas cabo Vassalo, soldado Élber e o soldado de Mello. No mesmo dia, a criatura foi levada para a UNICAMP – Universidade de Campinas, sob os cuidados do médico legista Dr. Badan Palhares.

Nos dias seguintes, vários militares norte-americanos começaram a chegar na UNICAMP, provavelmente para auxiliar na pesquisa. O ser capturado pela manhã, foi levado para o Dr. Badan Palhares. O Dr. Badan fez inúmeros testes com os mais diversos alimentos para descobrir o que poderia servir de alimento para a estranha criatura.