A novela de Magno Malta no governo Bolsonaro

“A frente não aceita ser representada por ele no governo Jair Bolsonaro.”
Um integrante da bancada diz que Malta não se reelegeu senador no Espírito Santo porque perdeu o apoio de eleitores evangélicos depois que “feriu princípios cristãos ao romper o casamento e se casar com uma cantora evangélica que também rompeu seu casamento”. ( Antagonista)

QUE HIPOCRISIA. BOLSONARO ESTÁ NO 4º CASAMENTO………..

Em entrevista ao O Globo nesta sexta-feira (2), o senador Magno Malta confirmou ter espaço garantido no governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro. Em relação ao tal Ministério da Família, Malta ainda não revelou se de fato comandará a nova pasta que acomodaria Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.

– Vou ser ministro, sim. Onde eu estiver, eu estarei perto dele. Ele vai anunciar.

Depois de participar de sessão solene no Congresso, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) finalmente confirmou que o senador Magno Malta (PR-ES) fará parte de seu governo. Um dos principais articuladores da campanha de Bolsonaro, Magno tem dito que não será deixado de lado na próxima gestão, e que pleitearia um ministério a partir de 2019.

“Não podemos prescindir do apoio dele na formação deste governo”, resumiu Bolsonaro em entrevista coletiva.

“Magno Malta é uma pessoa que pesou muito na minha campanha, antes mesmo da campanha. Seria meu vice, e ele que decidiu não sê-lo. Lamentavelmente, não teve sucesso no Senado”, acrescentou o capitão reformado do Exército, referindo-se à não reeleição de Magno no Espírito Santo.

O general classificou a o estado de espera do senador republicano como a de um “elefante’ ou a de um “camelo” no meio da sala do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Mourão entende que alguém tem de retirar o senador espaçoso que não quis ser vice para garantir algo que era certo, como a reeleição, e deu ruim. Agora fica com pires na mão para não ter como mantenedora da casa a sua esposa deputada federal eleita, Lauriete Rodrigues (PR)..

Magno Malta está furioso com a interpretação por metáfora do vice-presidente, argumentando que ele chegou primeiro e só perdeu porque estava sendo solidário no caso da facada no presidente eleito. Para os capixabas, isto é uma lorota.

Se Magno fosse o homem de primeira linha do Bolsonaro, óbvio, seria o primeiro ser anunciado como ministro, o que não aconteceu até o presente momento. Continua sendo apenas um camelo e/ou um elefante na sala do presidente eleito.

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