A queda constante da aceitação de Bolsonaro coloca o governo em perigo

A equipe de Ciência de Dados da Quaest Consultoria fez os cálculos: estima que porcentual de ruim/péssimo do governo Bolsonaro chegará a 45% entre o fim de dezembro do ano que vem e o início de janeiro de 2021.
Analistas acham que, acima de 45% de rejeição, governos perdem muito apoio no Parlamento e somando isso a crise econômica, O GOVERNO NÃO SE MANTÉM. A crise econômica não é só causada por fatores externos como também por declarações do próprio Bolsonaro, que afasta investidores e exportadores, principalmente os que respeitam o Meio Ambiente e se preocupam em vender para países que respeitam as regras do jogo e a Constituição. O bolsonarismo não gosta do legalismo e pensa que a lei pode ser flexível aos seus interesses.
Com tal cenário, basta uma denúncia de violação legal feita pelo presidente o impeachmento é aprovado. Por muitas vezes a postura do presidente já feriu o decoro do cargo.

Na série de pesquisas do Ibope deste ano, em abril, 35% dos entrevistados disseram que o governo Bolsonaro era ótimo ou bom. Em junho, 32%. Neste mês, 31%. Na outra ponta da pesquisa, o ruim ou péssimo, os índices foram 27%, 32% e, agora, 34%.

A queda tem sido constante, porém, o rítimo ainda é lento.

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