A reação da OAB, Fenaj, Abraji, ABI contra os abusos do Ministério Público

O jornalista, fundador do site Intercept Brasil, Glenn Greenwald, não foi investigado nem indiciado pela PF. O Ministério Público Federal denunciou sete pessoas por crimes relacionados à invasão de celulares de autoridades, a maioria ligada à Operação Lava Jato e incluiu o jornalista Glenn Greenwald na denúncia.

O Intercept afirmou que o Ministério Público “se presta a um papel político ao tentar criminalizar o jornalismo”.

A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) considerou a denúncia contra Glenn Greenwald um atentado à Constituição federal e pediu que a Justiça a rejeite.

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) declarou que o Ministério Público Federal abusou de suas funções para perseguir um jornalista.

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) disse que a denúncia é mais um ataque à liberdade de imprensa e que Glenn Greenwald cumpriu apenas seu dever profissional.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) declarou que a denúncia criminaliza a mera divulgação de informações, num claro risco para a liberdade de imprensa.

Numa rede social, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, do Democratas, também falou em ameaça à liberdade de imprensa. Disse que jornalismo não é crime e que sem jornalismo livre não há democracia.

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