Africanos vencem provas da São Silvestre

A queniana Jemima Sumgong, de 32 anos, disse neste sábado que a vitória na corrida de São Silvestre propiciou criar uma relação com o Brasil. Afinal, em duas visitas ao País foram dois primeiros lugares. Depois do ouro olímpico na maratona dos Jogos do Rio, em agosto, a atleta quebrou o recorde da tradicional prova de rua paulistana, com o tempo de 48min35s.

“A partir de agora o Brasil significa muito para mim. Quando estive no Rio, ganhei o ouro. Agora, vim pela segunda vez e também ganhei. É um país que me traz prazer e alegria, fora a felicidade que gera para a minha nação”, afirmou a queniana.

A segunda colocada, a compatriota Flomena Daniel, chegou quase um minuto depois.

A prova masculina da São Silvestre em 2016 teve, mais uma vez, domínio africano, com o diferencial de a chegada ter sido emocionante. Somente nos últimos metros, já na chegada, na avenida Paulista, o etíope Leul Gebresilase Aleme apertou o ritmo e se distanciou de outros dois adversários para ganhar a prova, com dois segundos de diferença para o segundo lugar. O melhor brasileiro foi Giovani dos Santos, que repetiu a melhor marca pessoal e foi o quarto colocado.