Bolsonaro é traído por Trump e passa o dia no sofá chorando e tomando sorvete

 

Mais uma história de amor termina mal. Depois do “I love you” não correspondido de Bolsonaro para Trump no G20, Donald partiu o coração de Jair ao não recomendar a entrada do Brasil na OCDE, o clube de países ricos com vantagens mútuas de que os EUA fazem parte.

Trump recomendou a entrada de Argentina e Romênia no clube, mas voltou atrás após dizer publicamente que apoiaria a candidatura do Brasil durante viagem de Bolsonaro aos EUA.

Jair cancelou todos os compromissos para a tarde e vai assistir Netflix sozinho comendo sorvete enquanto chora no sofá.

Bolsonaro vem apanhando tanto de seus parceiros de direita que já começou a estudar sobre o abuso sistemático sofrido pelas parceiras. Adotou até um slogan feminista, mas adaptado ao costume de contratar funcionários fantasmas pedindo em troca 90% do salário: “Minha rachadinha, minhas regras”.

 

Fonte: Sensacionalista

 

EUA passaram a não endossar a entrada do Brasil na OCDE.

Essa informação foi revelada pela agência Bloomberg e escancara a dimensão de amadorismo do governo de Jair Bolsonaro. Ajudamos Donald Trump a atacar seus inimigos, apresentamos propostas na ONU contra a Venezuela à pedido da Casa Branca, abandonamos uma posição histórica na OMC ao lado dos países emergentes e até escrevemos nossos discursos na Assembleia Geral das Nações Unidas usando as mesmas palavras. Acreditamos tanto na promessa que há quem diga que soltamos um “eu te amo” nos bastidores. Em troca, seriamos os aliados preferenciais. E até promovidos para o clube dos países ricos, a OCDE. Isso foi o que Trump disse ao presidente brasileiro em março.

Nada disso ocorreu. Carta enviada pelo governo americano para o secretário-geral da entidade, Angel Gurria, o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, indicou que a Casa Branca prefere começar a expansão da OCDE apenas com Argentina e Romênia.Nos bastidores, os americanos continuam dizendo aos brasileiros que a candidatura do País é apoiada por eles. Mas a realidade em Paris é diferente. Não há nem prazo e nem plano.

A informação é de Jamil Chade no UOL.

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