Bolsonaro recebe alta e deixa hospital após tratar obstrução intestinal em SP

Bolsonaro recebe alta e deixa hospital após tratar obstrução intestinal em SP

O presidente Jair Bolsonaro recebeu alta médica neste domingo, 18, no quinto dia de internação. Ele tratava um quadro de obstrução intestinal no Hospital Vila Nova Star, na zona sul de São Paulo, e vinha apresentando melhora gradativa desde a última quinta-feira. Ainda de acordo com a nota divulgada pela assessoria, Bolsonaro seguirá com acompanhamento ambulatorial da equipe médica assistente.

O presidente saiu pela porta da frente do hospital, pouco antes das 10h. Antes de seguir para o aeroporto de Congonhas, o presidente conversou por meia-hora com a imprensa, e voltou a criticar medidas de isolamento contra a covid-19, citando um novo medicamento que, segundo ele, pode ser um novo tipo de tratamento para a doença, além de voltar a defender o voto impresso.

Bolsonaro deixou o hospital pouco antes das 10h e parou para falar com a imprensa. “Comecei a passar mal depois de uma cirurgia de implante. E realmente é complicado saber a origem disso. Alguns dias depois agravou a crise de soluço, e parecia que estava pegando fogo o estômago. A causa disso era uma obstrução intestinal, porque a aderência é comum em quem já sofreu cirurgia, como eu sofri, após a facada do ex-psolista Adélio lá em Juiz de Fora”, disse.

“Se eu estivesse na Saúde, eu teria apertado a mão daqueles caras todos. O receber (os representantes)… ele não estava sentado à mesa. Geralmente, teria uma fotografia dele sentado à mesa e negociando. E se fosse propina, não daria entrevista, meu Deus do céu, não faria aquele vídeo. Geralmente quando se fala em propina, é pelado e dentro da piscina”, disse o presidente.

A compra não foi concretizada. De acordo com o presidente, o coronel Élcio Franco, que era secretário-executivo do ministério na época, agiu bem na intermediação. “Não tem um centavo nosso despendido com essas pessoas”, completou. “Vocês acham que no bolo, naquelas reuniões do Planalto, chega um cara (e diz): ‘Po, eu tenho uma vacina’ e apresenta para o ministro… Eles nem dão bola pro cara. Brasília é o paraíso dos lobistas, dos espertalhões”.