Brasil é fábrica de variantes do Coronavírus e ameaça o mundo

Brasil é fábrica de variantes do Coronavírus e ameaça o mundo

“Há uma sensação de alarme sobre a natureza não controlada da pandemia no Brasil e o ritmo lento da vacinação – especialmente agora que o Brasil é a fonte de uma nova e preocupante variante da covid-19”, afirma Anya Prusia, do Brazil Institute do Centro de Estudos Wilson Center, em Washington. “A atenção aqui está voltada para a disseminação dessa cepa mais contagiosa, a P.1, que se originou em Manaus.”

Enquanto a pandemia continuar a crescer, ninguém estará a salvo”, disse o porta-voz do Departamento de Estado americano, Ned Price, em coletiva de imprensa.

Uma ameaça para o mundo. É assim que a imprensa americana retrata a atual situação da pandemia de coronavírus no Brasil, ecoando a preocupação de cientistas, autoridades da área de saúde e do governo americano sobre os efeitos do descontrole da propagação de uma nova variante do Sars-CoV-2 no País.
As varintes surgem em ambiente de grande transmissão. Como a taxa de vacinação do Brasil é a mais elevada, podem surgir novas variantes que possam ser resistentes as vacinas. Urge uma vacinação massiva do povo brasileiro para conter o surgimento de novas varintes que ameaçam todos os países.

 

AS VACINAS DEVRÃO CHEGAR AO BRASIL DE FORMA MAIS RÁPIDA. A QUESTÃO É SIMPLES: ALTA TAXA DE TRANSMISSAO, FABRICA NOVAS VARIANTES. E ISSO AMEAÇA O MUNDO. PODE SURGIR NOVAS VARIANTES RESISTENTES A TODAS AS  VACINAS JÁ  EXISTENTES. VÃO ANTECIPAR A ENTREGA. NÃO É MÉRITO DO PRESIDENTE. ISSO SERÁ FEITO POR INTERESSES DOS OUTROS PAÍSES DE NÃO SURGIR NOVAS VARIANTES. O INTERESSE DE BOLSONARO NUNCA FOI A VIDA DOS BRASILEIROS. ELE POUCO SE IMPORTA COM AS MORTES. MAS BOLSONARO, SABE QUE ESTÁ CAÍNDO NAS PESQUISAS DEVIDO O AGRAVAMENTO DA CRISE.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na manhã desta segunda-feira, 8, que a Pfizer antecipará o cronograma e entregará 14 milhões de doses de vacina contra a covid-19 até junho. Segundo o ministro, isso representa um aumento no lote de curto prazo em 50%.
“O presidente da Pfizer disse que o Brasil é muito importante, são 200 milhões de brasileiros. Ele se comprometeu a olhar para essa expansão potencial e vai olhar com carinho futuros aumentos na produção do Brasil”, completou.

Segundo Guedes, houve “problemas de escala” na negociação com a Pfizer. “Os dois lados reconhecem isso. Não fazia sentido 100 mil doses, isso não é numero para o Brasil”, afirmou. “Os dois lados demoraram um pouco com as negociações, mas temos que olhar pra frente”, completou.