Cerveró complica Lula e Dilma e isso pode ter influência no impeachment

O PSDB pretende incluir delação de Cerveró que cita Dilma em ações no TSE.
sobre o mensalão e petrolao, Lula e Dilma afirmam que nunca sabem de nada…. Mas Cerveró e outros delatores vão relembrar…… Aguardem a delação de Marco Valério…

O delator da Operação Lava Jato, Ernesto Cerveró, citou que existiu uma negociação diretamente com a presidente da República as indicações para a BR Distribuidora, subsidiária da Petrobrás.
O Palácio do Planalto teme a influência das denúncias no processo de impeachment, em andamento na Câmara dos Deputados desde o final de dezembro de 2015.

Cerveró, ex-diretor da área Internacional da Petrobrás, declarou à Procuradoria-Geral da República ter ouvido a informação do senador Fernando Collor (PTB-AL) menção à presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, em setembro de 2013, Collor afirmou que suas negociações para indicar cargos de chefia na BR Distribuidora, subsidiária da Petrobrás haviam sido conduzidas diretamente por Dilma.

Em depoimento prestado no dia 7 de dezembro de 2015, Cerveró relatou que Fernando Collor de Mello disse que havia falado com a presidente da República, Dilma Rousseff e que estavam à disposição dele (Collor), a presidência e todas as diretorias da BR Distribuidora.

Collor negou as  afirmações. O Palácio do Planalto disse que não vai se pronunciar sobre o assunto. O temor de Dilma é que a citação do nome dela e de Lula na Operação Lava Jato, possa aumentar a “temperatura” dos protestos nas ruas, programados para 13 de março, influenciando os voto dos parlamentares pró impeachment.

Fonte:  Estadão. Clique aqui

 

Segundo o Portal G1,  Cerveró ainda disse que Lula concedeu espaço para que o senador Fernando Collor pudesse ter influência para indicar diretores da BR Distribuidora. Ou seja, Dilma e Lula estão sendo citados na Lava Jato.

Ainda segundo o G1:

“O ex-diretor detalhou as atribuições de cada área da BR Distribuidora, na arrecadação de propinas para políticos. Cerveró explicou que, durante o governo Lula, cabia à diretoria financeira, ocupada por ele, arrecadar dinheiro de propina para o PT e para o PMDB, mais especificamente para Renan Calheiros e Delcídio do Amaral. Cabia ainda à área atender pedidos de Fernando Collor e de Cândido Vacarezza.

Segundo Cerveró, a diretoria de mercado consumidor era indicação do PT. A propina arrecadada ali seria distribuída para parte da bancada petista na Câmara dos Deputados. Já as diretorias de operação e logística e rede de postos de serviço era indicação de Collor. Sendo assim, o dinheiro arrecadado ficaria com o senador.”

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