Chá de cebola - Combate gripe e fortalece o sistema imunológico

Chá de cebola - Combate gripe e fortalece o sistema imunológico

Não disseminamos fake news.  Apenas fiz uma pesquisa sobre o assunto e estou publicando abaixo.  As propriedades terapêuticas da cebola, é reconhecida pela fitoterapia que faz  parte das  práticas integrativas complementares ( reconhecidas até pelo SUS).

A imunidade é formada por um conjunto de fatores. Apenas um alimento não é suficiente para deixar o sistema imunológico funcionando, porém, a cebola é um dos alimentos que ajuda a proteger o sistema imunológico.

A Cebola contém:  potássio, fósforo, cálcio, sódio, silício, magnésio, cloro, ferro, vitamina A, vitamina B, vitamina B2,(Riboflavina), vitamina B5 9 Niacina ( vitamina C) ácido ascórbico), é diurético fortalece imunidade, combate gripes

. Fonte. “As hortaliças na medicina doméstica” de A. Balbach.

 

A história narrada abaixo pode ser falsa porque a gripe é causada por vírus e não por bactéria. O vírus só pode ser detectado com microscópio eletrônico que na época não existia. MAS ISSO NÃO ANULA QUE A CEBOLA POSSUI QUALIDADES TERAPÊUTICAS E CURATIVAS.

“Em 1919 quando a gripe matou 40 milhões de pessoas, havia um médico que visitava muitos granjeiros para ver se os podia ajudar a combater a gripe. Muitos dos granjeiros e suas famílias haviam contraído a gripe e muitos haviam morrido.

O médico chegou a uma granja e para sua surpresa, todos estavam muito saudáveis. Quando o médico lhes perguntou que coisas diferentes estavam fazendo, a esposa respondeu que ela havia colocado uma cebola com cascas em um prato nas habitações do lugar.

O médico não podia crer…perguntou se podiam lhe dar uma delas para colocar sob o microscópio.
Ela lhe deu e ele encontrou o vírus na cebola. Obviamente, ela havia absorvido a bactéria mantendo saudável toda a família.”

 

FONTE:  ” Caracterização química, física e de compostos funcionais em cebolas frescas e minimamente processadas” LIDIANE BATISTA MUNIZ

 

A História da Cebola

As cebolas são pequenas e seus tecidos deixam pouco ou nenhum rastro, por isso não há nenhuma opinião conclusiva sobre o local exato e tempo do seu surgimento. Muitos arqueólogos, botânicos e historiadores de alimentos acreditam que as cebolas tenham origem na Ásia Central. Outra pesquisa sugere que cebolas apareceram primeiro no Irã e no Oeste do Paquistão.

Presume-se que nossos ancetrais descobriram e começaram a comer cebolas selvagens muito cedo – muito tempo antes do cultivo ou até mesmo da invenção da escrita. Muito provavelmente, este humilde vegetal foi básico na dieta pré-histórica.

A maioria dos pesquisadores concordam que a cebola vem sendo cultivada há cinco mil anos ou mais. Considerando que as cebolas cresceram selvagens em várias regiões, elas provavelmente foram consumidos por milhares de anos e foram “domesticadas” simultaneamente no mundo inteiro. Cebolas podem ser uma das culturas mais antigas porque eram menos perecíveis que outros alimentos, eram transportáveis, de fácil crescimento e podiam ser cultivadas em uma grande variedade de terras e climas. Além disso, a cebola era útil para sustentar a vida humana. Cebolas preveniram a sede e poderiam ser desidratadas e preservadas para consumo posterior, quando comida fosse escassa.

Enquanto o lugar e a época da origem da cebola ainda são um mistério, há muitos documentos antigos que descrevem sua importância como alimento e seu uso em arte, medicina e mumificação.

Cebolas já cresciam em jardins chineses há cinco mil anos e também são citadas em algumas das escritas Védicas mais antigas da Índia. No Egito, as cebolas já eram consumidas em 3.500 A.C. Há evidência que os sumérios cultivavam cebolas já em 2.500 A.C. Um texto sumério de aproximadamente 2.500 B.C. narra alguém arando o canteiro de cebolas do governo de uma cidade.

No Egito, cebolas eram de fato um objeto de adoração. A cebola simbolizava eternidade dos egípcios, que enterravam cebolas junto com seus Faraós. Os egípcios viam vida eterna na anatomia da cebola por causa de sua estrutura de “círculos-dentro-de-círculos”. Pinturas de cebolas podem ser vistas nas paredes internas das pirâmides e nas tumbas do Velho e do Novo Reinados. A cebolas são mencionadas como oferendas de funerais, são descritas nas mesas dos grandes banquetes – cebolas grandes, descascadas e esbeltas – e são mostradas nos altares dos deuses.

Freqüentemente são vistas pinturas de sacerdotes com cebolas nas mãos ou cobrindo altares com suas folhas ou raízes. Em múmias, freqüentemente são achadas cebolas nas regiões pélvicas do corpo, no tórax, achatadas contra as orelhas e na frente aos olhos. Foram achadas cebolas florescentes no tórax, nas solas dos pés e ao longo das pernas. Rei Ramses IV que morreu em 1160 A.C., foi enterrado com cebolas nas órbitas oculares. Alguns egiptólogos teorizam que cebolas podem ter sido usadas porque acreditava-se que seu cheiro forte e/ou poderes mágicos incitariam o morto a respirar novamente. Outros egiptólogos acreditam que era porque cebolas já eram conhecidas pelas suas qualidades antissépticas, o que era interpretado como mágico e útil na vida após a morte.

No Velho Testamento, Números 11:5, as crianças de Israel lamentaram a dieta escassa obrigada pelo Êxodo: “Lembramo-nos dos peixes que, no Egito, comíamos de graça; dos pepinos, dos melões, dos alhos silvestres, das cebolas e dos alhos.”

Na Índia já no sexto século antes de Cristo, o famoso tratado médico Charaka – Sanhita celebra a cebola como medicamento – um diurético, bom para digestão, o coração, os olhos e as juntas.

Igualmente, Dioscorides, médico grego no primeiro século depois de Cristo, descobriu vários usos medicinais das cebolas. Os gregos usavam cebolas para fortalecer os atletas para os Jogos Olímpicos. Antes de competição, atletas consumiriam libras de cebolas, bebiam suco de cebola e esfregavam cebolas nos corpos.

Os romanos comiam cebolas regularmente e levaram-nas em viagens para suas províncias na Inglaterra e Alemanha. Plinio o Ancião, agudo observador romano, descreveu as cebolas e repolhos Pompeia. Antes que fosse morto pelo Vesúvio, Plinio o Ancião catalogou as convicções romanas sobre a eficácia da cebola em curar problemas de visão, induzir o sono, curar feridas da boca, mordidas de cachorro, dores de dente, disenteria e lumbago. Pesquisadores da Pompeia soterrada acharam jardins onde, da mesma maneira que Plinio tinha dito, as cebolas tinham crescido. Os bulbos tinham deixado cavidades denunciadoras no chão.

Apicius, o gourmet romano, escreveu um dos primeiros livros de receitas (datados do oitavo e nono séculos depois de Cristo), incluindo muitas referências a cebolas.

Antes da Idade Média, os três legumes principais de culinária européia eram feijões, repolho e cebolas. Além de servir como uma comida para pobres e ricos, eram prescritas cebolas para aliviar dores de cabeça, mordidas de cobra e perda de cabelo. Elas também eram usadas como pagamentos de aluguéis e presentes de casamento.

Na América do Norte, os primeiros peregrinos trouxeram

 

cebolas com eles no Mayflower. Porém, eles descobriram que os índios americanos nativos já usavam cebolas selvagens de uma grande variedade de modos, comendo-as cruas ou cozidas, como tempero ou legume. Tais cebolas também eram usadas em xaropes, como cataplasmas, como ingrediente em tinturas e até mesmo como brinquedos.

Postado por Ricardo Froes 

 

 

 

Curiosidades sobre a peste negra:

“Após 14 meses, a doença a peste negra se autoconsumiu, desaparecendo quase tão subitamente quanto apareceu.”

“A chamada máscara da peste negra era semelhante a uma cabeça de ave com um enorme bico. Em seu interior era depositada uma composição de ervas – como cânfora e mirra – com o objetivo de combater o processo de contaminação.”

Fonte:

“O traje assustador foi criação de um médico da Medici family e da corte real francesa. Charles de L’Orme criou a roupa apenas em 1619, e o objetivo era isolar as os médicos da praga. A cabeça e os pés tinha um revestimento ceroso. As luvas, botas e capa estavam fechadas com couro, e os olhos protegidos com vidro. O bico da máscara estava cheio de ervas, com a esperança de filtrar o ar. Porém, como vocês devem saber, essa roupa nunca funcionou. Vários médicos acabaram morrendo.”

Fonte: https://www.agenciadanoticia.com.br/noticias/exibir.asp?id=63769&noticia=7-verdades-que-voce-nao-sabia-sobre-a-peste-negra

 

“-Não sei sobre a história dos granjeiros, porém, sei que contraí pneumonia e estive muito enferma… Topei com um artigo que dizia que deveríamos cortar ambos os extremos de uma cebola, furar com um garfo em um dos extremos e colocá-la em um prato ao lado do paciente à noite.

Dizia que a cebola se tornaria negra pela manhã por conta dos germes… Dito e feito sucedeu tal e qual:… a cebola estava um desastre e eu comecei a sentir-me muito melhor.”

“Outra coisa que li no artigo é que cebolas e alhos disseminados nas habitações salvaram da peste negra a muitos, faz anos. Têm poderosas propriedades antibacterianas e anticépticas.”

A moral desta história é: compre umas cebolas com cascas e coloque-as em pratos por toda sua casa.

Se trabalhar em um escritório, coloque uma ou duas em sua oficina / escritório ou em cima de algo por aí. Nós fizemos isto e nunca contraímos gripe.

A cebola lhe ajudará e a seus entes queridos a não enfermar-se e, se gripar, esta poderia ser bem mais leve… Seja o que seja… Que tem a perder? Só uns trocados em cebolas!!!”  (Lena Rodriguez – Terapeuta Holística)

 

JORGE RORIZ