Jorge Roriz – Jornalismo de Excelência

Confissão de Flávio Bolsonaro: “Malafaia fala quase todo dia com o presidente”

Destaques desta quinta- feira (20/05) na CPI.

SILAS MALAFAIA FAZ PARTE DO MINISTÉRIO PARALELO.

Flávio Bolsonaro sugeriu a convocação de Malafaia pela CPI: “Esse fala quase diariamente com o presidente e influencia o presidente. Chama ele aqui, vê se ele não influenciou alguma coisa”

Senadora Zenaide Maia diz que não existe autonomia médica para prescrever remédios sem comprovação científica. Era assim no Conselho Federal de Medicina, até ser dominado por bolsonarista ( Noblat)

” Pazuello acaba de confirmar que o Presidente estava na reunião ministerial que decidiu NÃO intervir no Estado do Amazonas. Apresentamos documentos OFICIAIS que comprovam que o Ministério da Saúde sabia do caos no Amazonas desde o dia 7 de janeiro. Foi OMISSO!” Randolfe Rodrigues

“OMISSÃO DE BOLSONARO COMPROVADA! Pazuello confirmou que Bolsonaro estava na reunião ministerial que decidiu não agir no estado do Amazonas. Eu volto a perguntar a esse governo: qual o valor de uma vida humana?” Humberto Costa

“331 mil que morreram são aposentados”
Otto Alencar

Vieira: “Quem mandou fechar o hospital de campanha em Goiás?” Pazuello: “Não fechamos nenhum hospital” Vieira: “O hospital é federal” Pazuello: “Vou verificar”

“O presidente nunca visitou um hospital de campanha, não. Foi (andar de) lancha, passeio de praia, e as pessoas morrendo à míngua” Senador Otto Alencar

Eduardo Girão diz que governo deveria ter agradecido governo da Venezuela por envio de oxigênio. E levanta: Venezuela agradeceu auxílio na fronteira? Pazuello corta: “nunca”.

“senador Marcos Rogério mostra áudio em que governadores defendem a cloroquina. Estratégia mentirosa, afinal foi no início da pandemia, quando não se haviam estudos comprovando sua ineficácia” Noblat

. Pazuello diz que roubaram o TrateCov e divulgaram com alteração de dados.

Senador Marcos Rogério mostra áudio em que governadores defendem a cloroquina. Estratégia mentirosa, afinal foi no início da pandemia, quando não se haviam estudos comprovando sua ineficácia