Confronto perturba paz do domingo na Rocinha

A comunidade da Rocinha, situada na zona sul da capital fluminense, foi agitada hoje (1º) pela manhã por um breve confronto na Rua 1, com policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar (BPCHq) que estão vasculhando o local. A informação é da assessoria de imprensa da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). Não foi relatada a ocorrência de vítimas nem de feridos na troca de tiros.

Segundo a corporação, mais de 500 policiais militares atuam em 15 pontos de cerco e 14 pontos de contenção no interior da comunidade, além do patrulhamento das tropas especiais. Considerada uma das maiores favelas da América Latina, a Rocinha conta também com bases avançadas do Comando de Operações Especiais (COE) e do Comando de Polícia Pacificadora (CCP).

Forças do Exército sairam da Rocinha mas continuam atuando ostensivamente  no Rio de Janeiro

“Fica autorizado o emprego das Forças Armadas para a Garantia da Lei e da Ordem, em apoio às ações do Plano Nacional de Segurança Pública, no Estado do Rio de Janeiro, no período de 28 de julho a 31 de dezembro de 2017”, diz o decreto.

Ao anunciar a saída das tropas federais da Rocinha, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que o objetivo da ação dos militares na favela era “acabar com a guerra que levava terror aos moradores”, e não a prisão dos bandidos. Segundo ele, essa função cabe à polícia.

Jungmann afirmou ainda que está satisfeito com a atuação dos militares, e disse que as Forças Armadas podem entrar em outras favelas da cidade, sem antecipar quais. Ele afirmou também que tem como deslocar as tropas para qualquer ponto da cidade, em caso de necessidade.

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