Jorge Roriz – Jornalismo de Excelência

Eleição – Alguns partidos declaram apoio outros neutralidade

O PSOL e PCdoB apoiam Haddad. Na internet, Haddad afirmou:

“Nós recebemos com muita alegria a notícia de que o  PSOL vai nos apoiar no segundo turno. Nosso objetivo é compor um campo progressista alinhado programaticamente em relação aos direitos sociais.”

PSDB decidiu que não vai apoiar nenhum candidato.

O partido Novo e o PP informaram nesta terça-feira, 9, que não devem apoiar nenhum candidato no segundo turno das eleições presidenciais, que serão decididas entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

“O Novo não apoiará nenhum candidato à Presidência, mas somos absolutamente contrários ao PT, que tem ideias e práticas opostas às nossas”, diz a nota enviada pela sigla à imprensa.

O Solidariedade deve liberar seus integrantes, majoritariamente favoráveis a Haddad.

Na mesma linha, o PP comunicou a postura “de absoluta isenção e neutralidade” nesta terça.

PP: “O eleitor quer tomar sua decisão sem que qualquer outro aspecto, que não os candidatos, sejam levados em consideração como critério de escolha”, diz o documento. A sigla destaca ainda que deseja contribuir com o futuro governo – o partido elegeu 37 deputados federais e cinco senadores.

O PTB apoia Bolsonaro:  “Acreditamos que Jair Bolsonaro trabalhará para que o nosso país volte aos trilhos do desenvolvimento social e econômico, e pela pacificação e união do povo brasileiro”, informou a sigla em nota. O partido elegeu 10 deputados federais nas eleições de domingo.

“Após consultar os membros da Executiva Nacional, o Partido Trabalhista Brasileiro decidiu manifestar o seu apoio à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República no segundo turno das eleições de 2018.” Escreveu Roberto Jefferson, presidente do PTB.

Candidato à Presidência que ficou em último lugar no primeiro turno das eleições, o filho do ex-presidente João Goulart, João Goulart Filho (PPL), declarou hoje (9) apoio à candidatura do presidenciável Fernando Haddad (PT) durante o segundo turno. Segundo ele, apesar de diferir em “muitos pontos” do programa do PT, o “risco de uma nova ditatura” de um eventual governo de Jair Bolsonaro (PSL) é maior.