Eliane Cantanhêde - Sabatina com Marina Silva

A jornalista Eliane Cantanhêde encerra, neste momento, a sabatina com a presidenciável Marina Silva, da Rede.

16h02

“Tem gente que vai em três Estados por dia. Mas com meio bilhão é fácil”, comenta.

Marina diz que tem que enfrentar tudo isso exercitando o hábito de oferecer a outra face. “Não é verdade que esteja sumida. Estou muito presente, dei mais de 200 palestras e falei diretamente com quase 200 pessoas olhando no olho”.

Marina Silva: “Fui trabalhar como professora, porque tenho que me sustentar. Faço palestras. As poucas remuneradas não têm tabela, as pessoas pagam o que acham que vale. São mais desconstruções, inventaram até que eu era do lado dos banqueiros”.

“Fiz dois programas do meu partido defendendo a Lava Jato e isso não é se pronunciar? Eu estou me pronunciando e não estou ‘sumida’, porque ajudei a criar um partido sem estrutura, sem dinheiro, participei de um processo eleitoral em 2016 viajando em centenas de lugares com pouquíssimos recursos”.

Marina diz que partidos como o PSDB foram se alojar no governo. “Fiquei sozinha defendendo que o melhor era cassar a chapa Dilma-Temer. Mas isso não tem a audiência daqueles que faziam coro de que não deveria cassar”.

“Eu era contra o foro privilegiado. Eles são a favor, mas dizem que eu não me pronuncio”.