ESPÍRITO SANTO – Governador fez acordo tentando finalizar a greve da PM

700 policiais foram enquadrados em crime de revolta e motim. O acordo diz que se eles voltarem a trabalhar, amanhã, as 7 h, eles não serão punidos.

Representantes dos policiais militares e do Governo do Estado chegaram a um acordo, na noite desta sexta-feira (10) em uma reunião sem a participação das mulheres dos PMs que ocuparam a frente dos batalhões no estado.

O ACORDO SERÁ LEVADO AOS GREVISTAS PARA APROVAÇÃO OU NÃO, MAS TUDO INDICA QUE SERÁ ACEITO.

Pelo acordo, os PMs voltam às ruas do Espírito Santo às 7h da manhã deste sábado (11). A paralisação completou sete dias nesta sexta-feira (10). A informação do acordo foi publicada no blog da jornalista Miriam Leitão.

A reunião aconteceu nesta sexta-feira, sem a presença das mulheres que fazem o protesto na frente dos batalhões. A negociação terminou sem reajuste salarial para a categoria, mas ficou acertado que o Governo vai desistir das ações judiciais contra as associações, e formar uma comissão para regulamentar carga horária dos policiais.

Durante a paralisação, foram registradas 127 homicídios, segundo o Sindicato dos Policiais Civis do Estado (Sindipol).

O Espírito Santo ficou sem policiamento porque protestos de familiares impediram a saída de policiais militares dos Batalhões e Quartéis do Estado. A onda de violência  causada pela falta de polícia nas ruas durou sete dias e registrou 126 homicídios, segundo o Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo (Sindipol).

Participaram da mesa de negociação:
Governo
Eugênio Riccas – Secretário de Controle e Transparência
Julio Pompeu – Secretário de Direitos Humanos
José Carlos da Fonseca Júnior – Casa Civil
Paulo Roberto Ferreira – Secretário da Fazenda

Representantes das Associações
Rogério Fernandes Lima- Major da Polícia Militar, presidente da Assomes
Paulo Araújo de Oliveira –  Capitão da Polícia Militar – Asses
Renato Martins Conceição – Sargento da Polícia Militar –  ACS
Sérgio de Assis Lopes – Sargento dos Bombeiros Militares –   ABMES

Fonte: G1

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