Ibama sabia que navio grego não havia derramado óleo antes de operação da PF

Em depoimento a CPI do óleo, o coordenador-geral do Centro Nacional de Monitoramento e Informações Ambientais (Cenima) do Ibama, Pedro Alberto Bignelli, técnico especializado em análise de imagens de sensoriamento, afirmou que Uma semana antes de a Polícia Federal deflagrar a Operação Mácula no dia 1º de novembro, que apontava o navio grego Bouboulina como o principal suspeito pela mancha de derramamento de óleo avistada no litoral, o Ibama, órgão do Ministério do Meio Ambiente, já havia rejeitado as imagens que basearam a prova da PF, por já saber que não se tratava de uma mancha do poluente.
As imagens chegaram a ser levadas ao Ibama ainda em outubro, pela empresa Hex Tecnologias Geoespaciais, de Brasília.

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