JOÃO SANTANA E MÔNICA MOURA CUMPRIRÃO PENA EM CASA, COM TORNOZELEIRA

João Santana e Mônica Moura, ex-marqueteiros do PT, foram condenados pelo juiz Sérgio Moro a sete anos em regime fechado, mas, como fizeram delação premiada, a pena será substituída por prisão domiciliar integral e uso de tornozeleira eletrônica por um ano e seis meses.
O casal é acusado de lavagem de US$ 10,2 milhões que teriam sido pagos pela Odebrecht como caixa dois das campanhas petistas, em 2013. Os valores são oriundos de contratos entre a construtora e a Petrobras.

“Findo o período, deverá cumprir mais um ano e seis meses no assim denominado regime semiaberto diferenciado, desta feita com recolhimento domiciliar noturno, finais de semana e feriados, com tornozeleira eletrônica e com prestação de serviços à comunidade por vinte e duas horas mensais. Findo o período, deverá cumprir mais um ano no assim denominado regime aberto diferenciado, com recolhimento domiciliar nos finais de semana e feriados, com prestação de serviços à comunidade por vinte e duas horas mensais”, Moro na condenação.

A ação é relacionada ao ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, condenado por Moro nesta segunda-feira, 26, 12 anos de prisão por corrupção passiva, envolvendo contratos com a Odebrecht na construção das sondas entre Sete Brasil e o Estaleiro Enseada do Paraguaçu. Ele também foi condenado por 19 crimes de lavagem de dinheiro.

Ao todo são 13 condenados, incluindo empresário Marcelo Odebrecht e os marqueteiros do PT João Santana e Mônica Moura – os três, delatores da Lava Jato. (Diário do Poder)

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