Jorge Roriz – Jornalismo de Excelência

Militante não comprovou a origem do dinheiro

O SUJEITO QUE FOI PRESO EM BRASÍLIA COM ELEVADA QUANTIA EM DINHEIRO ( ALGUNS AFIRMAM QUE FOI R$ 16 MIL, 20 MIL, R$ 55 MIL…), INICIALMENTE DISSE QUE NÃO SABIA A ORIGEM DO DINHEIRO E EM SEGUIDA JUSTIFICOU QUE O DINHEIRO FOI FRUTO DE UM PAGAMENTO DE INDENIZAÇÃO TRABALHISTA.

AO SER PERGUNTADO O NOME DA EMPRESA QUE ELE TRABALHAVA, ELE NÃO RESPONDEU…………
O SUJEITO FOI ESTRANHAMENTE LIBERADO …..

NÃO É PROIBIDO ANDAR COM ELEVADA SOMA DE DINHEIRO, MAS A PARTIR DO MOMENTO EM QUE O SUJEITO DIZ QUE A ORIGEM DO DINHEIRO É DE UMA IDENIZAÇÃO TRABALHISTA E NÃO COMPROVA COM DOCUMENTOS E SE NEGA A DIZER  O NOME DA EMPRESA, ISSO É SUSPEITO.

NÃO É COMUM PORTAR  CONSIDERÁVEL   SOMAS  DE DINHEIRO EM AGLOMERAÇÕES DE PESSOAS FAZENDO PROTESTOS  POLÍTICOS.

 

A informação de que a pessoa que acompanhava João Pedro Stedile, Guilherme Boulos e o senador Lindbergh Farias num voo de Brasília para São Paulo era o militante sem-terra João Carlos Santos, detido com R$ 20 mil em Brasília, estava errada.

Não é ele. Trata-se de João Paulo Rodrigues, também do MST.

As circunstâncias do erro não importam. O fato é que me desculpo com os leitores e com as personagens envolvidas no erro: Stedile, Boulos e Lindbergh. Postagem retirada. ( Reinaldo Azevedo)

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