Ministério da Saúde paga para influenciadores divulgar Kit Covid

Deputados do PSOL protocolaram um denúncia contra o Ministério da Saúde junto à Procuradoria-Geral da República (PGR) por contratar influenciadores digitais para defender o tratamento precoce contra a Covid-19. A Anvisa, OMS, FDA, a sociedade brasileira de infectologia e cientistas do mundo inteiro afirmam que não existe medicação preventiva ou de tratamento contra COVID

“Trata-se de evidente abuso do poder e desvio de finalidade manifestado pela atuação do Governo Federal, na medida em que acaba por atuar contrariamente ao interesse público, desviando-se da finalidade do cargo que ocupa, em clara afronta aos princípios constitucionais, em especial à probidade administrativa e contra a saúde públicas de milhões de brasileiros”, escrevem os parlamentares no ofício.

R$ 85,9 mil foram investidos pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Comunicação em cachês de 19 “famosos” contratados para divulgar estas campanhas na internet.

Os parlamentares do Psol destacam que o governo federal gastou R$ 1,3 milhão para pagar ações de marketing estimulando o tratamento precoce para Covid-19 e pedem a abertura de uma investigação sobre o caso.

Uma reportagem da Agência Pública, que mostrou que a ex-BBB Flávia Viana e os influenciadores Jessika Taynara, João Zoli e Pam Puertas receberam um total de R$ 23 mil do governo para defender o tratamento precoce em suas redes sociais. O valor faz parte dos

Informações de Bela Megale (O Globo)