No governo Bolsonaro, Brasil deixou deixou de participar de diversos eventos internacionais de saúde

Nesta quinta- feira, (29/05) representantes de 50 países e entidades internacionais, se reuniram para traçar uma estratégia para uma recuperação sustentável do mundo pós-pandemia. O Brasil foi convidado, mas Bolsonaro não participou e nem enviou um representante.

O evento comandado pela ONU, foi liderado pelo primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, e da Jamaica, Andrew Holness. Banco Mundial, FMI e outras instituições internacionais. O governo brasileiro não faz parte de uma lista de mais de 50 países e entidades internacionais que se reuniram nesta quinta-feira para o evento, sob comando da ONU.

Países como Argentina, Haiti, Costa Rica e Colômbia, além da UE, França, Alemanha, Japão e Reino Unido participam do debate. O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, secretário-geral da ONU, afirmou que a reunião foi “o maior evento” entre chefes-de-estado e de governo desde o começo da pandemia. Pedindo “humildade”, o chefe da diplomacia das Nações Unidas mandou um recado a líderes que não estejam levando a crise à sério: “recusar a gravidade é arrogância.”, disse Guterres.

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro tampouco participou da Assembleia Mundial da Saúde, espaço ocupado pela Colômbia e Paraguai. Procurado, o Itamaraty não explicou se Bolsonaro foi ou não convidado. Em abril, o governo ficou ainda de fora de uma aliança internacional para o desenvolvimento de uma vacina.

Fonte: Jamil Chade, UOL.