Adepto do Lulupetismo indicado por Dilma recebe prêmio e ofende governo Temer

“Raduan e os militantes do pensamento único sabem que o espetáculo armado só poderia ser montado em democracias. Seria impensável em ditaduras, como Cuba, ou arremedos de tiranias, como a Venezuela – ambas festejadas por falsos democratas. Naquelas paragens, adversários não são condecorados, são encarcerados. Lá a imprensa nunca repercutiria em primeira página o espetáculo urdido pela oposição. Tampouco um opositor seria agraciado com 100 mil euros.”

O escritor Raduan Nassar fez um discurso ofensivo ao governo Temer na cerimônia do recebimento do  Prêmio Camões na manhã desta sexta-feira, 17, em São Paulo. “Não podia ficar calado”, disse.

Se Temer não fosse democrático, cancelaria a indicação de Dilma e daria o prêmio a outra pessoa que não fizesse esse “papelão” de ser premiado e usar o momento para fazer política partidária esquerdopata.

“O Supremo nada fez para impedir que Eduardo Cunha instaurasse o processo de impeachment que derrubou a presidente Dilma, mulher digna. Foi um golpe”,afirmou Raduan.

O ministro da Cultura, Roberto Freire se exaltou e bateu-boca com a plateia. Ele disse, então, que “estamos vivendo um momento democrático e que é muito diferente do período de ditadura”. Após ser vaiado e contestado por parte do público que lotou o pátio do Museu Lasar Segall, em São Paulo, o ministro criticou os manifestantes dizendo que “é fácil fazer manifestação num governo como este, democrático” e insinuou que Raduan deveria devolver o prêmio oferecido pelo governo. Os manifestantes foram infiltrados pelo PT para dizer palavras de ordem contra o presidente Temer.

O  prêmio que é oferecido pelos governos do Brasil e Portugal. Dilma Russeff, em maio de 2015, indicou Raduan.

Isso em maio de 2015.“O Ministério da Cultura (MinC) lamenta, mais uma vez, a prática do Partido dos Trabalhadores em aparelhar órgãos públicos e organizar ataques para tentar desestabilizar o processo democrático. Durante a cerimônia de entrega do Prêmio Camões de Literatura, em São Paulo, o ministro da Cultura, Roberto Freire, teve sua fala interrompida por manifestantes partidários, sinal de desrespeito à premiação oficial dos governos de Brasil e Portugal”.

 

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