PF descarta crimes de ministros do Supremo

OS CRIMES SUPOSTAMENTE PRATICADOS PELOS MINISTROS DO STF CITADOS PELO EMPRESÁRIO PRESO, JOESLEY BATISTA, FORAM DESCARTADOS PELA POLÍCIA FEDERAL.
Nesta sexta-feira, 15, o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, deve entregar pessoalmente à presidente do Supremo, Cármen Lúcia, o relatório elaborado pela corporação, que sugere o arquivamento das investigações.

Nas mais de quatro horas de conversas gravadas, os interlocutores falam sobre “dissolver o Supremo” da mesma forma que, nas palavras de Joesley Batista, a Odebrecht “moeu” o Legislativo. Na conversa foram citados os nomes de três ministros do STF – Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Cármen Lúcia.
Após a descoberta dessas conversas (áudios entregues por engano pela defesa dos empresários à PF)o acordo de delação dos executivos do Grupo J&F foi rompido pelo então procurador da República, Rodrigo Janot.

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