Polícia Federal e TSE vão comprovar que Campanha de Dilma foi fraudulenta

A Polícia Federal cumpre nesta terça-feira (27) mandados de busca e apreensão em cerca de quinze endereços, sobretudo gráficas contratadas pela campanha de reeleição da ex-presidente cassada Dilma Rousseff (PT), na qual o atual presidente Michel Temer (PMDB) era vice. Estão na mira empresas que foram subcontratadas pela gráficas Red Seg Gráfica, Focal e Gráfica VTPB, contratadas pelo comitê eleitoral nacional do Partido dos Trabalhadores (PT). Não há mandados de prisão.

Os mandados foram expedidos pelo  ministro Herman Benjamin, relator do processo que analisa a prestação de contas da campanha petista no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O processo foi aberto apos denúncia do PSDB.

As investigações se referem à “chapa Dilma-Temer”, mas o atual presidente nem sequer apareceu na campanha de reeleição da então presidente. Temer somente apareceria ao lado de Dilma no “discurso da vitória”, em Brasília, após a apuração dos votos. 

O objetivo da operação é verificar se gráficas subcontratadas na campanha tinham capacidade operacional para efetivamente prestar os serviços. ( informação do Diário do Poder)

 

 

EMPRESÁRIO ALVO DE DILIGÊNCIAS DO TSE TINHA MOTORISTA COMO LARANJA
EMPRESA É A 2ª QUE MAIS RECEBEU GRANA DA CAMPANHA DE DILMA/TEMER

O dono da Focal Comunicação, segunda maior fornecedora da campanha de Dilma Rousseff e Michel Temer em 2014, Carlos Roberto Cortegoso, tinha um motorista como laranja. O empresário é alvo das diligências autorizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral e cumpridas pela Polícia Federal nesta terça-feira, 27.A Focal recebeu R$ 25 milhões na última corrida presidencial.

O motorista de Cortegoso, Jonathan Gomes Bastos, que trabalhou 10 anos trabalhando como motorista pessoal do empresário, chegou a entrar na Justiça contra o ex-patrão, mas acabaram negociando um “cala-boca”. O acordo prevê uma indenização mensal de R$ 6 mil por 12 anos – em troca do silêncio. Essa tramoia já é investigada na Operação Lava Jato. ( Diário do Poder)