Presidente das Lojas Riachuelo lança candidatura à presidência do Brasil

Presidente da Riachuelo e líder do movimento Brasil 200, o empresário Flávio Rochapoderá ser lançado como pré-candidato a presidência hoje (10/03). A fala deverá ser feita num evento na cidade de Parelhas, no Rio Grande do Norte – onde o empresário falará para dez mil pessoas em evento organizado pelo grupo Brasil 200.
O Brasil 200 é um grupo que reúne empresários liberais e conservadores que defendem uma agenda “thatcherista” para o Brasil, aliando o liberalismo econômico com o conservadorismo político e nos costumes. O grupo pegou as pautas do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e hoje defende as privatizações, enrijecimento do código penal, redução da maioridade penal, direito ao armamento, liberdade de imprensa, redução dos gastos do Estado, revisão dos privilégios no funcionalismo público, fim do aparelhamento ideológico das instituições e combate a ideologias extremistas de esquerda.
Os embates retóricos com os radicais de esquerda já renderam prejuízos ao empresário: além de ser continuamente acusado de “utilizar trabalho escravo”, Rocha teve sua fábrica invadida no estado do Rio Grande do Norte. A reação também foi proporcional: quando Guilherme Boulos o acusou de utilizar trabalho escravo, Rocha desafiou o líder invasor dizendo que ou “Boulos apresentava as provas ou teria que responder na Justiça”. No dia de ontem, Rocha falou sobre as invasões em suas redes sociais chamando os militantes doMST de vagabundos e criminosos, afirmando que não iria se intimidar com aqueles ataques.
Com informações, O Reacionário.
MANIFESTO DO MOVIMENTO BRASIL 200

MANIFESTO

O Brasil está numa encruzilhada. Depois da pior recessão e dos mais graves escândalos da sua história, seremos convocados neste ano de 2018 para uma eleição geral que escolherá os principais representantes da população para o período que terminará na simbólica data dos 200 anos da independência. O país ficou independente, mas o cidadão brasileiro ainda não.

Como ser independente com tanta insegurança, com tantos brasileiros sofrendo pela falta de oportunidades de trabalho ou de leitos nos hospitais, de estudo fundamental e formação profissional, de uma moradia digna, de opções de transporte que atendam e de um ambiente que celebre quem produz e gera empregos e riqueza para todos?

O Brasil 200 anos é um movimento apartidário da sociedade civil, de brasileiros que amam o país e sabem que amar a nação não é fechar os olhos para seus problemas ou buscar soluções fáceis e erradas para problemas complexos e graves. Não é hora de malabarismos ou feitiçarias, de promessas novas que disfarçam velhas práticas, não se brinca com o destino de 200 milhões de pessoas.

Não defendemos nomes, lutamos por idéias. Qual país você quer na comemoração do bicentenário? Em quatro anos não é possível fazer tudo, mas é possível fazer muito. E é isso que o Brasil 200 anos está propondo: uma mobilização da sociedade para que a classe política conheça as demandas da população e se comprometacom elas no próximo mandato.

Este não é um movimento ideológico, mas um conjunto de princípios sustentado por valores sólidos e que refletem o pensamento majoritário da população e não de grupos de pressão ou que lutam por privilégios privados às custas do bem público. O Brasil precisa de idéias que gerem oportunidades para todos, que tirem as amarras do espírito empreendedor dos brasileiros que trabalham ou que querem trabalhar.

Nem tudo que fizemos nestes dois séculos foi errado, mas há muito o que ser revisto e melhorado. Um país que não conhece sua história terá sérias dificuldades de construir seu futuro. Vamos refletir juntos sobre o que deu certo ou errado, analisar o que pode ser melhorado, oferecer aos candidatos e partidos nossas propostas, firmar compromissos públicos e  cobrar deles sem descanso, durante os próximos quatro anos, o cumprimento das promessas.

O Brasil 200 anos quer ouvir você. Se você quer contribuir com idéias, propostas e soluções para o país, fale conosco. Políticos não são a solução, hoje eles são o problema. Cabe a nós, brasileiros, filhos da pátria amada que não fogem à luta, mostrar a eles o que queremos e o que vamos cobrar deles nos próximos anos.