Miliciano ligado a Flávio Bomsonaro e ao caso Marielle, morre em conflito com PM

O miliciano foi condecorado por Flávio Bolsonaro. Tinha parentes no gabinete do dito parlamentar. Era procurado por ter envolvimento na morte de Marielle Franco. Foi excluído da lista dos mais procurados por Moro.

Adriano da Nobrega, miliciano apontado como chefe do grupo suspeito de envolvimento na morte de Marielle Franco, morre em confronto na Bahia. O miliciano tinha ligação com Flávio Bolsonaro e chegou a ser homenageado por ele na Assembleia legislativa do Rio de Janeiro, mesmo após ter sido preso. ( prisão preventiva).

o secretário da Segurança Pública da Bahia, Maurício Teles Barbosa, disse neste domingo que o miliciano Adriano da Nóbrega foi morto depois de disparar contra agentes da polícia.

O secretário baiano, ligado ao petista Jaques Wagner, coordena o Consesp, órgão que foi o pivô da crise envolvendo a cisão do ministério de Sergio Moro.

Ele foi condecorado por Flávio Bolsonaro  e cuja mãe e esposa trabalhavam em seu gabinete. Ex-capitão do Bope Adriano é morto em troca de tiros com a Polícia Civil na Bahia.

“Procuramos sempre apoiar as polícias dos outros Estados e, desta vez, priorizamos o caso por ser de relevância nacional. Buscamos efetuar a prisão, mas o procurado preferiu reagir atirando”, afirma o secretário Maurício Teles Barbosa.

Ligado ao clã Bolsonaro, Adriano Nóbrega da Silva, foi morto durante uma troca de tiros com a polícia na Bahia. Ele foi apontado pelo MP-RJ como o chefe do Escritório do Crime, grupo de atiradores profissionais. Também é suspeito de envolvimento na morte da ex-vereadora Marielle Franco.

O ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega foi morto na manhã deste domingo (9) durante uma troca de tiros com a polícia na Bahia. O ex-policial militar foi localizado numa área rural do estado, na cidade de Esplanada. A ação teve apoio da Secretaria de Estado de Segurança da Bahia.

Ele foi apontado pelo MP-RJ como o chefe do Escritório do Crime. A mãe do policial trabalhou no gabinete do atual senador Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O próprio parlamentar fez homenagens ao ex-capitão.

O ex-militar é suspeito de envolvimento com a morte da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL) – o crime aconteceu em março de 2018. Também integrava o chamado Escritório do Crime, grupo de matadores profissionais e que também faz exploração ilegal de imóveis.

No início deste mês, a Policia Civil fez uma operaçao na Costa do Sauípe para prendê-lo, mas não o encontrou. Na ocasião, Adriano deixou para trás uma identidade falsa.

Há cerca de um ano, capitão Adriano vinha sendo investigado e monitorado pela inteligência da Secretaria de Polícia Civil, que conseguiu chegar ao paradeiro dele na Bahia. Com apoio operacional do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar da Bahia, foi realizada uma ação com o uso de helicóptero. Segundo a polícia, Adriano era acusado de ser o chefe de um grupo criminoso formado por matadores de aluguel, que ficou conhecido como Escritório do Crime — investigado por suspeita de envolvimento nas mortes de  Marielle Franco Anderson Gomes. Ele era réu na Operação Intocáveis do Ministério Público d

De acordo com registros da Alerj, Flávio Bolsonaro foi o único a votar contra a proposta do deputado estadual Marcelo Freixo (PSol), atual deputado federal, para conceder a medalha Tiradentes em homenagem à vereadora quando o pessolista ocupava um cargo no Legislativo do estado do Rio.

Em março, foram presos dois suspeitos de serem os assassinos de Marielle: o policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-militar Élcio Vieira de Queiroz. O primeiro é acusado de ter feito os disparos e o segundo de dirigir o carro que perseguiu a parlamentar.

Lessa morava no mesmo condomínio de Jair Bolsonaro. Élcio Vieira de Queiroz, de 46 anos havia postado no Facebook uma foto ao lado de Jair Bolsonaro. Na foto, o rosto de Bolsonaro está cortado.

Apesar de ser suspeito de participar da morte de Marielle, “capitão Adriano” era procurado pela Justiça por causa de outro crime. Ele foi denunciado pelo Ministério Público por atuar com grilagem de terras; compra, venda e aluguel irregular de imóveis; cobrança irregular de taxas da população local; e extorsão e na receptação de mercadoria roubada em Rio das Pedras.

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