Senado decide amanhã (03/10) se desobedece o STF

ATÉ O MOMENTO O SENADO NÃO DESMARCOU A VOTAÇÃO QUE VAI DECIDIR SOBRE A DESOBEDIÊNCIA DAS ORDENS INCONSTITUCIONAIS DO STF. ( AFASTAMENTO DO SENADOR AÉCIO NEVES, NÃO RÉU, E NÃO CONDENADO E RECOLHIMENTO NOTURNO). GLEISE,,RÉ, CONTINUA NO SENADO.
A VOTAÇÃO ESTÁ MARCADA PARA AMANHÃ (TERÇA-FEIRA, 03/10)

O STF NÃO CRIA LEI, APENAS OBEDECE INTERPRETA A LEI DE ACORDO COM A CONSTITUIÇÃO.

A CONSTITUIÇÃO DIZ QUE SENADOR NÃO PODE SER AFASTADO DO SEU CARGO SEM AUTORIZAÇÃO DO SENADO E NÃO PODE SER PRESO (PRISÃO NOTURNA) SEM TER COMETIDO CRIME INAFIANÇÁVEL (Artigo 52 da Constituição)

OS MINISTROS BOLIVARIANOS PRECISAM RESPEITAR A CONSTITUIÇÃO AO INVÉS DE TOMAR DECISÕES PARA AGRADAR CLAMORES POPULARES DE LEIGOS..

Quem acompanha a crise, diz que o Senado está “ensandecido”, com “faca nos dentes” e não engoliu as críticas do ministro Luiz Fux, que falou em “clima artificial de solidariedade” a Aécio.
Coluna do Estadão

“O Senado não pretende adiar a decisão sobre o futuro do senador Aécio Neves (PSDB-MG) para aguardar o desfecho do caso no Supremo. Em tratativas no fim de semana, senadores decidiram manter a votação para terça e querem fazê-la em caráter secreto. Ao contrário do que ocorreu na sessão que confirmou a prisão do ex-senador petista Delcídio Amaral (sem partido-MS), ninguém saberá como cada um votou. A medida evitaria mais desgaste político para quem se alinhou a favor do tucano, incluindo o PT, adversário histórico.
O troco. O revide não pararia por aí. Senadores pressionam o comando da Casa a pautar pedidos de impeachment contra ministros do Supremo, o que de largada atingiria Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Luiz Fux e Gilmar Mendes” (Estadão).

“E Barroso? Não consegui apurar por quê, mas o fato é que aconteceu. Depois da sessão da Primeira Turma que afastou, por 3 a 2, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) de seu mandato, violando a Constituição, o ministro seguiu para o seu gabinete e abriu um champanhe, que dividiu com assessores. Barroso tinha aberto também a divergência, contrariando os respectivos votos de Marco Aurélio (relator) e Alexandre de Moraes.

Qualquer que fosse a razão da beberagem, uma coisa é certa: não se comemorava ali o triunfo do Estado de Direito.”  ( Reinaldo Azevedo)

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