Sírio Libanês demite médica que supostamente vazou exame

SÃO PAULO – O Hospital Sírio-Libanês demitiu a médica Gabriela Munhoz, suspeita de divulgar em redes sociais resultados de exames de ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva.
“O Sírio-Libanês tem uma política rígida relacionada à privacidade de todos os seus pacientes e repudia a quebra do sigilo de pacientes por qualquer profissional de saúde. Por não permitir esse tipo de atitude entre seus colaboradores, a instituição tomou as medidas disciplinares cabíveis em relação à médica, assim que teve conhecimento da troca de mensagens”, disse o hospital, em nota.
O Cremesp também instaurou um procedimento para averiguar o caso e divulgou nota:
“O exercício da medicina deve respeitar e preservar todos os aspectos do doente: físico, emocional e moral, transcendendo tabus, crenças e preconceitos, em nome da fidelidade ao compromisso de tratar e cuidar de todos, sem qualquer distinção. Sob o juramento hipocrático e os princípios fundamentais da medicina, todo médico deverá ‘guardar absoluto respeito pelo ser humano e atuar sempre em seu benefício. Jamais utilizará seus conhecimentos para causar sofrimento físico ou moral, para o extermínio do ser humano ou para permitir e acobertar tentativa contra sua dignidade e integridade’”, diz a entidade.

O caso da médica que foi demitida do Hospital Sírio Libanês é o segundo vazamento de exame de Marisa.

O primeiro ocorreu no hospital Assunção em São Bernardo do Campos, local  em que ela foi inicialmente socorrida.

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