Jorge Roriz – Jornalismo de Excelência

Vacinas da Pfizer para crianças foi aprovada nos EUA e Europa por unanimidade em 25/11

O uso emergencial da vacina da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos nos Estados Unidos foi autorizado pelo Food and Drug Administration (FDA), órgão semelhante à Anvisa, no dia 29 de outubro.

A decisão ocorreu após a votação, por unanimidade, dos conselheiros do FDA, pela recomendação da utilização da vacina formulada com um terço da dose utilizada em pessoas maiores de 12 anos.

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) também aprovou o uso do imunizante contra a Covid-19 em crianças. A decisão foi divulgada no dia 25 de novembro.

“Os efeitos adversos mais frequentes em crianças dos 5 aos 11 anos são semelhantes aos das pessoas com 12 anos ou mais. Incluem dor no local da injeção, cansaço, dor de cabeça, vermelhidão e inchaço no local da injeção, dores musculares e calafrios. Esses efeitos são geralmente leves ou moderados e melhoram alguns dias após a vacinação”, diz o comunicado da agência europeia.

E,A MESMA VACINA CONTESTADA POR QUEIROGA E POR BOLSONARO.

 

Na sexta-feira, (17/12) quando a vacinação infantil já havia sido autorizada pela ANVISA no Brasil , um grupo de 45 médicos conhecidos por suas posições antivacina e pela defesa de tratamentos à base de cloroquina e ozonioterapia divulgou um documento de 30 páginas intitulado “Questionamentos à Anvisa”.

O texto, encabeçado pela perita médica Maria Emília Gadelha e pelo pediatra Edmilson Migowski, diz que a vacina ainda é um medicamento experimental e que poderia ter “graves problemas” e “efeitos adversos” nas crianças.