Vai começar um festival de mentiras e notícias boas para salvar Dilma

Dilma aposta na melhoria da economia para se manter no cargo. Só se for uma economia irresponsável de crédito fácil ( para quem já está endividado) ou manipulação de números ( o que Lula chama de “notícias boas”).
” Você precisa liberar o crédito, fazer a roda da economia girar e dar boas noticias” ,afirmou Lula.
Não por acaso, que a Datafolha de repente já vê uma melhora nas pesquisas……. O que ocorreu para melhorar a aceitação de Dilma? SÓ COISAS RUINS.
SÃO PESQUISAS FALSAS.
Para sair da crise será necessário austeridade, cortes, e medidas impopulares. Se Lula deseja mentir para manter Dilma no cargo, a crise real vai se tornar pior.
E como uma pessoa tomar um analgésico para evitar uma dor ( e o problema continua se agravando).
Eles estão planejando: aumento do crédito e cobrar impostos da classe média.
Um país com a moeda entre as mais desvalorizadas do mundo (em relação ao dólar)
Com recessão.
Com perda de grau de investimento
Com PIB negativo
Aumento de inflação e desemprego
Não tem como tecnicamente sair da crise a curta prazo.
Em outras palavras, eles vão continuar a mentir e a adiar os remédios amargos necessários para a solução real da crise.

Jorge Roriz

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse a Dilma, a ministros e também a dirigentes do PT que é uma “ilusão” ver o Congresso como o campo de batalha mais importante na guerra contra o impeachment. Em jantar com sua sucessora há quatro dias, no Palácio da Alvorada, Lula lembrou que só a sua ligação com o povo o livrou de ser apeado do poder, em 2005, quando eclodiu o escândalo do mensalão.

“Você precisa liberar o crédito, fazer a roda da economia girar e dar notícia boa”, aconselhou o ex-presidente, na última conversa com Dilma, segundo relatos de seus interlocutores. “A agenda do País não pode ser só ajuste fiscal e Lava Jato”, emendou ele, numa referência à operação da Polícia Federal que prendeu empresários, pesos pesados do PT e ameaça o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Na avaliação do ex-presidente, se nada for feito rapidamente haverá uma “tempestade perfeita” que pode levar à pressão das ruas pelo impeachment, com inflação em alta, salário em baixa e desemprego na casa de dois dígitos antes de março de 2016.” ( Estadão)

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