Jorge Roriz – Jornalismo de Excelência

Variante Delta aumenta a necessidade de uma terceira dose

O número de óbitos em idosos com esquema vacinal completo aumentou no estado do Rio, segundo gráfico divulgado pela Secretaria estadual de Saúde com base em dados do sistema da Subsecretaria de Vigilância em Saúde. Considerando que o RJ é o epicentro da variante Delta no país, é possível associar o fato a variante Delta ter menos

A redução natural da capacidade do sistema imunológico ´nas pessoas mais idosas e as cormobidades associadas a variante Delta, pode ser a causa disso.

Um estudo de saúde pública do Reino Unido descobriu que a proteção das vacinas da Pfizer ou da AstraZeneca contra a variante Delta do coronavírus diminui depois de três meses.

O estudo também apontou que as pessoas que são infectadas depois de receberem as duas doses dessas vacinas podem representar um risco maior para os outros do que com variantes anteriores do coronavírus.

Com base em mais de três milhões de amostras de nariz e garganta coletadas em todo o país, o estudo da Universidade de Oxford revelou que, 90 dias após a segunda dose da vacina da Pfizer ou da AstraZeneca, a eficácia na prevenção de infecções caiu para 75% e 61% respectivamente.

Não é por acaso que as pessoas, mesmo vacinadas com duas doses, devem manter todas as precauções de proteção.  E com essa constatação, isso significa que a terceira dose ou até mesmo uma dose anual não está descartada.

Em Israel a terceira dose já está sendo aplicada e nos EUA o inicio da aplicação da terceira dose está marcada para 23 de setembro.

É INEGÁVEL QUE AS VACINAS PROTEGEM E EVITAM CASOS GRAVES E MORTES. MAS TOMAR AS DUAS DOSES NÃO CONCEDE GARANTIA QUE A PESSOA NÃO POSSA SER CONTAMINADA.

APESAR DA VARIANTE DELTA, OCORREU DRÁSTICAS REDUÇÕES DE CASOS EM TODOS OS LOCAIS QUE FIZERAM IMUNIZAÇÃO. COM AS DUAS DOSES